Quando as Coisas Estao Ruins
Quando estiver conversando, siga o olhar do outro. Ele precisa sentir que você o escuta e não apenas ouve.
Vergonha às avessas
A vergonha é um sentimento complexo que ocorre quando cometemos ações inadequadas e tememos o julgamento das pessoas.
Teoricamente, deveríamos nos sentir envergonhados por fazermos o que prejudica o outro, ferindo a sua dignidade.
Acontece que a sociedade atual vive a vergonha às avessas, onde quem promove o ato tóxico age com naturalidade, enquanto o outro fica constrangido.
Há pessoas que ofendem normalmente, mas têm vergonha de pedir desculpas.
Alguns sentem satisfação em culpar o outro, mas se acanham na hora de defendê-lo diante de uma injustiça.
Muitos praticam bullying naturalmente, mas é a vítima que se mostra desconfortável.
Pessoas cometem traição de forma explícita, enquanto o traído se sente envergonhado.
Nos relacionamentos há aqueles que tratam mal em público e de forma habitual, mas ficam acanhados para transmitir carinho ao parceiro.
Alguns gastam dinheiro de forma descontrolada, sem culpa, mas sentem-se embaraçados de parecer alguém que gosta de economizar.
Tem gente que está sempre adquirindo algo novo, porque fica com vergonha de aproveitar materiais usados.
Outros fazem questão de comprar roupa nova sem necessidade, pois não querem “passar vexame” ao aparecerem por aí com peça repetida.
O mundo mudou, temos vergonha de fazer o certo e nos orgulhamos por fazer o errado.
A sociedade regrediu. O ser humano precisa ser “reiniciado”.
Sorriso pede reciprocidade. Quando alguém sorrir pra você, responda com outro sorriso. Assim a vida será mais feliz.
Sobre a saudade da minha mãe...
E quando tua foto vejo
Revejo meu mundo
Tristonho, profundo
Tua volta desejo.
Estamos sendo nós quando nos encontram na fila do pão no supermercado,
não numa festa onde 3 mil luzes alucinógenas impedem de você ver a verdade.
Quando dizem aquela expressão:
"Com o tempo isso vai passar."
logo é pensado, inconscientemente,
na demora que isso irá levar, ou
em quantas voltas o relógio terá que realizar
para que aquela dor finalmente desapareça.
E nos frustramos,
pois essa data idealizada nunca parece chegar.
Isso se dá pois o tempo acima retratado
está mais próximo daquele usado na frase
"Que tempo fará hoje?"
do que contido no ponteiro do relógio.
O relógio,
ele nunca irá te ouvir implorar por ajuda.
Sempre seguirá,
passo a passo,
até chegar ao fim do dia,
de forma mecânica, sem pensar.
Mas aposto que se render ao tempo lá fora,
e se concentrar muito bem,
conseguirá ouvir o conselho que aquele dia chuvoso tem para te dizer,
ou a dica que aquele dia frio de inverno solta ao vento,
e aos poucos, após recolher as informações necessárias.
perceberá que aquela dor lá no começo
deve ter se mudado jaz muito tempo.
Não importa o quanto a pessoa o trate bem, ela vai sempre se transformar quando você:
● interferir em seu falso canto privado;
● interferir em seu setor econômico e financeiro;
● pisar em seu dedinho do pé e não se desculpar.
E o pior de tudo é que, por causa desses motivos tão mesquinhos e vazios, que até deveriam ser tratados como insignificantes, faz aquela graciosa pessoa nunca mais ser ela mesma com você.
O EU TE AMO só cumpre seu propósito quando consegue ouvir o eco de suas palavras numa voz totalmente nova.
O quanto realmente exercemos a nossa empatia?
Quando estamos bem, surge alguém que encontra algum defeito no nosso modo de vestir, dançar, fazer comida, se expressar, rir e descansar. Se o modo de autodefesa não estiver ativo, somos derrubados facilmente pelas críticas construtivas de nossos colegas.
E, na verdade, o que eles querem é que nos tornemos "melhores" para que ELES se sintam bem na nossa presença.
Quando estamos mal, poucos conseguem tolerar a aura pesada no qual estamos inseridos. Ficam a todo momento tentando reverter a energia através do famoso "fica bem" e de verdades prontas ou absolutas, sem sequer ouvir ou sentir o que temos a dizer.
E, na verdade, o que eles querem é que fiquemos "melhores" para que ELES se sintam bem na nossa presença.
Então não importa de fato o outro, se estamos ajudando o outro a ser e a estar melhor, mas sim o quanto esse outro ser me incomoda. A ajuda então se torna um ato egocêntrico, desvirtuado de qualquer valor empático.
O termômetro dessa ajuda é o quanto é tolerável estar na presença de alguém que nos desagrada.
O que vale mais é ser o detentor da verdade do que de fato pô-la em prática.
Pessoas como essas são os pais controladores, amigos por conveniência, religiosos/ativistas cheios de verdades absolutistas, o parceiro abusivo.
Fujam desse tipo de relação. A única diferença entre elas e uma parede é que a parede nos apoia.
LEMBRETE: A melhor ajuda é aquela que é solicitada.
