Quando a Gente se Encontrou
O Tédio surge quando os afazeres prazeros acabam. Se surge quando os afazeres não prazerosos acabam, não se chama tédio se chama paz.
Eu tenho tudo o que eu puder em minhas mãos, mas quando eu enjoo eu deixo livre e viro as costas.
Mas para isso acontecer eu preciso de bons motivos.
Pessoas passam por nossa vida a todo momento, e cabe a nós escolher quem deve ficar, o ruim é quando escolhemos errado.
O MEU QUERER:
Quero fazer algo de bom,
que não se vá quando eu me for.
Quero olhar para o alto
e ver o que há além das estrelas.
Quero alcançar o inalcançável,
Quero tocar o intocável.
Quero obter muito mais do que se pode desejar.
Quero possibilitar o impossível.
Não quero a prisão!
Não quero a liberdade!
Quero apenas uma 'prisão livre'.
Você provoca com fósforo e faísca, quando pega fogo, Vem e joga água fria. Será você esqueceu que eu sei renascer das cinzas?
Quando eu paro pra pensar em tudo o que se passa dentro de mim, acabo me perdendo ainda mais na quantidade de coisas, na intensidade da confusão, e é por isso que estou deixando isso de lado, estou tentando não sentir nada, pra não me perder ainda mais em mim mesma. Confuso, não é? É, eu sei, sou assim.
Eu tenho 5 tipos de risadas:
1. Quando eu estou rindo por rir, pra não deixar uma pessoa no vácuo.
2. Quando eu quero fingir que estou bem.
3. Quando sinto que algo está por vir, então a ansiedade bate.
4. Quando estou com os meus amigos, então tudo é motivo pra graça.
5. E quando eu realmente me deu vontade de rir, porque teve mesmo algum motivo pra isso. E não só pra esconder algo.
Gosto quando as pessoas vêem a diferença dos meus sorrisos, ou pelo menos tentam entender o por que deles.
E quando eu não estou feliz, arrumo um jeito de inventar a minha própria felicidade. Até que em algum momento ela realmente se concretize.
As pessoas acham lindo quando namorados agem como melhores amigos, e eu acho lindo quando melhores amigos agem como namorados.
Tenho saudades de quando eu achava que meu dever de casa era difícil. De quando minha mãe não me deixava tomar sorvete, porque dizia que eu ia ficar gripada. De quando eu batia de porta em porta, pra tocar a campainha e sair correndo. De quando “polícia e ladrão” era só uma brincadeira, e não uma rotina que se vê na tv. De quando eu tinha medo de me mudar de colégio, mas fazia amigos no primeiro dia de aula. De sair correndo e gritando por aí, sem me taxarem de doida. Dos meus amores fáceis, e das amizades duradouras. Sinto saudades de um tempo que não volta, mas que a minha memória não deixa de lembrar.
