Quando a Gente se Encontrou
Atualmente o mundo está cheio de "amigos da onça". Gente que jura que é sua amiga, mas que não te enxerga com olhos e coração abertos. Gente que diz conta-comigo-pra-tudo, mas que no fundo não suporta engolir e participar das suas conquistas. Gente que diz não-fica-assim, mas que prefere estar por cima e te ver por baixo. Gente que muito fala e pouco faz. Gente que muito diz e pouco sente. Que pena.
E a vida segue, graças a Deus.
Quem a gente não espera nos surpreende positivamente e quem a gente tanto confia nos apunhala pelas costas mas, somos alertados desde pequenos que a vida é uma caixinha de surpresas, não é mesmo?
E, ainda assim jamais negarei ajuda a ninguém e isso inclui quem já me fez ou desejou mal afinal, faz parte dos meus princípios fazer o bem e não escolho a quem.
Odeio gente que fala muito, não suporto gente egocêntrica. Pessoas quietas me encantam e o sorriso dos olhos me acalmam.
Há gente de alma branquinha... levinha,
de sorriso fácil,
de olhar que não reflete maldade,
de palavra de paz, só de coisa boa é capaz...
Tem gente assim
bem perto de mim,
com beleza no gesto,
procura só igualdade...
Essa gente perto de mim
é causa da minha felicidade...
Meus Tempos.
FUTURO:
- Aquilo que a gente achava que seria o amanhã,
mas descobriu ontem, que não era nada daquilo.
PASSADO:
- Aquilo que vive manipulando o nosso presente,
mesmo sem a nossa permissão.
PRESENTE:
- Aquilo que só acontece de verdade,
quando a gente não pensa tanto no que foi e o que será,
do AGORA.
Indi(Gente)!
As mãos sujas pelo mau trato da vida, vasculha de forma bruta o saco junto ao meio fio, a cada volta da sua mão na aquele paraíso de sobras humanas, faz escapar o fedor de toda uma sociedade que ignora sua existência.
O rosto baixo com o corpo meio curvado e os olhos tristes, como quem se esconde de outros olhares falsamente piedosos, ouve múrmuros quase imperceptíveis, embora sua cabeça insista em lhe alucinar, que seja sobre sua humilhação.
Sem saber que horas são, sem se importar que seja dia, noite, ou madrugada a fora, sem obrigações legais, sem obrigações sociais, sem falsas ideologias ou filosofias baratas. Apenas com a esperança de encontrar uma sobra que possa comer, ou vender para conseguir poucos centavos.
Mesmo que seu sofrer lhe de motivos para sorrir, dificilmente saberia que se trata de felicidade, pois a pele queimada do sol e marcada pelo descaso, já não tem a sensibilidade necessária para sentir algo além da dor. Acostumou-se a dar passos vazios, há ser invisível, há ignorar seus sonhos e desejos, não poderia ser nada além de alguma coisa qualquer, quase que um objeto decorativo, essencial em qualquer sociedade trincada e obsoleta.
Percebe que não é bem vindo, percebe que não sabe para onde está indo, e que de alguma forma é motivo de risos, indelicados e indecisos. Que com suas marcas estampadas, seres ligados no automático esquecem-se de vestir-se de humanidade. Seu olhar corre pelas calçadas mal cuidadas, pelos muros pichados, uma cidade morta, cinza e explorada pela incessante busca de poder aquisitivo, que não se lembra mais qual é seu verdadeiro objetivo.
Pensa com sigo mesmo, como mudar, como sobreviver a esses tempos tão incertos, não poderia ser ele o único invisível em um lugar que parece ser bom apenas para sobreviver. Aos poucos se levanta, exalando o cheiro de seu viver pelos poros entupidos de verdades nunca ditas, abandona o saco, já sem nada para lhe oferecer, da alguns poucos passos com seus pés calejados, prostrando em frente aquilo que pode ser mais uma refeição, cai uma lagrima lhe dando esperança de que ainda não foi totalmente destruído e que lhe resta uma gota de humanidade e assim segue sua sina, imposta por outras línguas que não conseguem identificar o sentido da vida.
A gente nasce pensando que a vida é um castelo de areia e descobre que na verdade o castelo só faz parte de algo maior, muito maior.
As pessoas certas, no seu tempo, vão se juntando.
E daí a gente cresce, cresce para o mundo, pois nossa raiz é a saudade e nossas asas são as emoções. Então, tenha raiz no que for bom, mas voe para redescobrir o mundo...
A vida prega cada peça na gente pra medir o tamanho da nossa fé, pra ver até que ponto somos capazes de acreditar e suportar as dores, ela nos coloca tanto sofrimento pra ver a forma em que nós o encaramos . Se fraquejarmos a um minúsculo obstáculo, ela nos abandona, pois ninguém gosta de covardes e para encarar a vida é preciso ser forte. Se formos fortes desde o começo ela nos lança obstáculos maiores até chegar ao ponto em que não aguentamos mais e suplicamos para que aquele sofrimento acabe, aí então recebemos aplausos e a vida nos coloca numa primavera sem fim onde conseguimos tudo o que sempre almejamos. Parece bobagem, más, uma única palavra faz toda a diferença para vencermos os obstáculos e suportarmos qualquer dor, essa palavra é ACREDITAR.
Eu sempre soube que isso não daria em nada, a gente é oposto um do outro, eu sou o branco e você o preto, mas por algum motivo que desconheço, eu me apaixonei pelo meu contrário e se o acaso deixar, quero ser teu avesso o tanto que durar.
Tem gente que tem um estilo muito peculiar com certo animal chamado... Mula. A mula, ao contrário, jamais!
Existem coisas que a gente sabe e que a gente não sabe,
esxistem aquelas que a gente sabe que sabe e as que a gente sabe que não sabe.
existem que a gente não sabe que sabe e as que a gente não sabe porque não sabe.
