Quando a Gente Pensa
Coisas boas ....
Coisas boas acontecem quando a
gente acredita, quando a gente tem fé, quando a gente coloca Deus e a disposição à frente da nossa vida.
"Somos Deuses, já disse Jesus!"
Dificuldades todos temos;
a diferença é que uns vão à luta enquanto outros prostram-se,
na primeira dificuldade.
Essa gente ainda não compreende
que a cada passo dado, Deus vai dando chão.
Ouse...Deus gosta de quem ousa, de quem desafia as dificuldades, de quem compreende que está aqui para EVOLUIR.
Seja paz!
Seja luz!
☆Haredita Angel
enquanto houver razões
Eu acho engraçado como a gente passa tanto tempo tentando descobrir o que faria alguém ficar, como se existisse uma combinação perfeita de coisas capaz de impedir uma pessoa de ir embora. A gente pensa em promessas, em momentos bons, em tudo aquilo que foi construído, como se no fim das contas fosse possível colocar o amor numa balança e descobrir se ele pesa o suficiente para compensar o resto. Só que talvez não funcione assim. Talvez existam pessoas que fazem você parar de pensar nisso.
Porque quando eu penso em você, eu não penso em quanto tempo vai durar, nem em quantas coisas poderiam acontecer no caminho, nem em quantas vezes a vida pode mudar completamente de direção. Eu penso em uma coisa muito mais simples. Eu penso no que acontece toda vez que eu olho nos seus olhos e percebo que, por alguns segundos, eu não estou procurando mais nada.
E isso é estranho, porque eu sempre fui muito bom em procurar alguma coisa. Uma resposta, uma saída, alguma certeza que me dissesse que eu estava fazendo a coisa certa. Só que com você não parece existir essa necessidade. É como se eu pudesse simplesmente estar ali. Sem precisar entender. Sem precisar saber onde aquilo vai chegar. Sem precisar transformar tudo em alguma coisa maior do que realmente é.
Talvez seja por isso que aquela ideia de que reinos podem cair faça tanto sentido. Porque reino, no fim, é só uma maneira bonita de falar de tudo aquilo que a gente acha que precisa permanecer de pé para continuar acreditando em alguma coisa. E eu já vi muita coisa cair. Já vi planos mudarem, pessoas mudarem, sentimentos mudarem. Já tive certeza de coisas que depois deixaram de fazer qualquer sentido. Então eu sei que nada é tão permanente quanto parece.
Mas existe uma diferença quando eu penso em você.
Se tudo aquilo que eu construí um dia deixasse de existir, eu provavelmente ficaria perdido por um tempo. Se o mundo mudasse completamente, eu teria que aprender a viver nele de novo. Se aparecessem mil motivos para eu pegar minhas coisas e seguir outro caminho, eu conseguiria fazer isso. Eu sei que conseguiria. Só que nenhuma dessas coisas mudaria uma coisa muito específica: eu ainda procuraria você.
E talvez seja isso que eu nunca soube explicar direito.
Não é que você seja a única coisa que existe. É que, no meio de tudo que existe, você é a coisa que faz sentido.
Tem uma diferença enorme nisso.
Eu não preciso imaginar uma vida onde tudo dá certo para querer você nela. Na verdade, talvez seja justamente o contrário. Porque qualquer pessoa consegue permanecer quando tudo está bonito, quando as coisas estão leves, quando ninguém precisa escolher nada difícil. O que me faz pensar em você é justamente a ideia de que, mesmo quando as coisas não fossem perfeitas, mesmo quando o mundo estivesse fazendo o possível para colocar distância entre nós, ainda existiria alguma parte de mim olhando para você e pensando que não vale a pena ir embora.
Reinos podem cair. Anjos podem chamar. A vida pode oferecer outros caminhos, outras pessoas, outras versões de tudo aquilo que eu achei que queria. E ainda assim existe uma possibilidade muito simples que continua sendo mais forte do que todas as outras: eu olhar para você e reconhecer alguma coisa que eu não encontro em nenhum outro lugar.
Talvez seja isso que eu veja nos seus olhos.
Não uma promessa de que você vai ficar para sempre.
Não uma garantia de que nada vai mudar.
Só você.
E, de algum jeito, isso já parece suficiente.
Porque quando eu olho para você, eu não sinto que encontrei alguém que vai resolver tudo. Eu sinto que encontrei alguém com quem eu não me importaria de enfrentar o que vier.
E talvez essa seja a forma mais honesta que eu encontrei de dizer.
Eu poderia perder muita coisa.
Poderia deixar muita coisa para trás.
Poderia até aprender a viver em outro lugar, com outra rotina, com outras pessoas e uma vida completamente diferente.
Mas se, no meio de tudo isso, eu ainda pudesse olhar para os seus olhos e reconhecer aquele mesmo lugar que reconheço hoje, eu acho que entenderia exatamente por que algumas pessoas simplesmente não vão embora.
Não importa o que caia.
Não importa quem chame.
Não importa quantas vezes a vida tente convencer a gente de que existe outro caminho.
Porque, às vezes, depois de procurar por tanto tempo, você finalmente encontra aquilo que estava procurando sem nem perceber.
E quando encontra, o resto deixa de ser uma questão de necessidade.
Vira escolha.
E eu escolheria você.
"Certas ideias são como gaiolas douradas: de tão perfeitas e bonitas, impedem a gente de voar para o mundo real."
25 de março mundo real de batedores de carteira trombadinha.
Gente trabalhadora vem de outros paises buscar pouco de dignidade.
Polícia e fiscais fazem batidas contantes de mercadorias ilegais depois vendem para outros ambulante ou em suas proprias lojas.
A prostituição no meio dia nos edifício do centro pois não tem mais o treme treme... foi demolido.
Shopping da vinte cinco produtos chineses legais e ilegais.
Comida vendida na rua sem higiene igual a india ou pior.
Tem gente vem fora do estado de São Paulo para comprar vem ônibus clandestinos, e também de fora do pais do mesmo jeito clandestinos. Preço barato.
Outros vem pelos terminais de onibus.
Fazem contrate da feirinha da madrugada renda da famílias estão ali produto baixos e de boa qualidade.
Muitas vezes povo vai de carro ou taxi e tem gente se aproveita desta condição rouba as mercadorias.
Os eletrônicos são expostos atrativos.
Ate camelos perfumes falso cheios de agua. Logo ali perto carne porco exposta calçada e peixes e mariscos no sol escaldate.
O contraste com maquina de carne e suco gelado barado rápido ate os mosquitos gostam.
As ruas cheias dão contraste com policiais e metro cheio. Os ônibus são outra aventura.
O questionar da etica e a moral.
Navio cheio de gente rica e navio contaminado.
Se esse navio fosse de Cuba cheio de refugiados seria acolhido ou afundado.
Então é isso...
A gente acredita em algo
Mesmo que seja impossível,
E as coisas realmente acontecem...
A gente só para de flertar com a m0rte todos os dias quando descobre que o melhor dia para se viver é hoje.
Há uma espécie de suicídi0 muito silencioso que pouca gente se atreve a nomear como tal.
Ele não acontece apenas nos gestos extremos, nas decisões finais ou nas manchetes trágicas.
Às vezes, ele se instala gradualmente, no adiamento crônico da vida, na rotina de empurrar para amanhã aquilo que já pede coragem no agora, na mania de sobreviver sem realmente habitar a própria existência.
Muita gente não quer m0rrer — quer apenas descansar da exaustão de existir sem sentido.
E é justamente aí que mora o flerte cotidiano com a m0rte: quando se abandona a urgência de viver.
Viver, porém, não é apenas respirar, cumprir tarefas, pagar contas e colecionar ausências disfarçadas de compromissos.
Viver é reconhecer que o tempo não faz promessas.
O amanhã é uma hipótese muito elegante, mas continua sendo hipótese.
O hoje, com todas as suas imperfeições, é a única matéria concreta que temos nas mãos.
E talvez amadurecer seja justamente isso: perceber que a vida não começa “quando tudo se ajeitar”, “quando a dor passar”, “quando houver mais dinheiro”, “quando a paz finalmente chegar”.
A vida está acontecendo agora — inclusive no caos, inclusive nas faltas, inclusive enquanto ainda estamos tentando entender quem somos.
Há quem flerte com a m0rte não por desejar o fim, mas por tratar a vida com permanente negligência.
Negligencia os afetos, as pausas, a própria saúde, os pedidos de socorro da alma, os sinais do corpo, os vínculos que importam, as palavras que deveriam ser ditas enquanto ainda há quem possa ouvi-las.
Age como se viver fosse um ensaio infinito, como se sempre houvesse tempo para recomeçar, pedir perdão, recalcular a rota, amar melhor, ou simplesmente descansar.
Mas nem todo adiamento é prudência; às vezes, é desistência parcelada.
Descobrir que o melhor dia para viver é hoje não é um clichê otimista — é uma revelação muito dura.
Porque obriga a gente a encarar a própria covardia, os próprios álibis e a confortável ilusão de controle.
Nos obriga a admitir que há muita m0rte disfarçada de rotina eficiente, muita apatia travestida de maturidade, muito medo chamado de prudência.
E, ao mesmo tempo, essa descoberta também liberta: porque devolve ao presente a dignidade que o imediatismo e a ansiedade roubaram.
Faz a gente entender que viver bem não é ter a vida perfeita, mas parar de oferecer o próprio tempo em sacrifício a tudo aquilo que nos afasta de nós mesmos.
Talvez a grande virada aconteça quando deixamos de esperar uma razão extraordinária para viver e passamos a reconhecer a grandeza escondida no ordinário: no abraço ainda possível, na conversa adiada que enfim acontece, no descanso sem medo e sem culpa, na lágrima que finalmente se deixa rolar, no riso que interrompe o peso do mundo — ainda que por alguns segundos.
O hoje não precisa ser grandioso para ser valioso.
Ele só precisa ser vivido com presença — e não desperdiçado como se fosse descartável.
No fim, flertar com a m0rte todos os dias talvez tenha menos a ver com desejar partir e mais com não se permitir ficar por inteiro.
E viver, em sua forma mais honesta, começa quando a gente decide parar de se ausentar da própria história.
Porque o melhor dia para viver não é o dia ideal, nem o dia fácil ou o prometido.
É este.
O único que realmente chegou — o agora.
Nos tempos não consumidos
Bem que a gente poderia falar de amor
Mas os melhores hão de ser vívidos
Seja lá onde for bem-vindo.
Matheus Ruiz
Talvez muita gente tenha uma ideia prévia de mim.
Eu também sou assim.
Previamente olho para mim mesma,
para saber quem eu sou agora.
O tempo todo eu me acho uma casa
que precisa estar sendo reformada,
todo dia por dentro.
Um dia eu já fui um quarto sem luz, sem vento.
Hoje, eu já não sou assim!
Quem me conhece no passado
precisa saber mais de mim.
Nildinha Freitas
Com tanta gente Machucada no mundo, até os Carinhos nos cobram mais Cuidados.
Vivemos tempos em que o afeto deixou de ser apenas gesto; virou responsabilidade.
Já não basta estender a mão — é preciso saber onde tocar, como tocar — e até quando tocar.
Porque a pele do outro, tão marcada pelas cicatrizes da jornada, reagiu aprendendo a se proteger antes de se abrir.
E, ainda assim, o mundo continua faminto de ternura.
Talvez por isso os carinhos sejam hoje tão raros e tão preciosos: eles precisam atravessar medos, memórias e desconfianças antes de chegar ao coração que ansiosamente os espera.
E, quando chegam, chegam devagar — quase pedindo licença — porque sabem que qualquer descuido pode reacender dores antigas.
Mas o cuidado não enfraquece o carinho; ele o aperfeiçoa.
É no gesto atento, na palavra que não invade, no silêncio que acolhe, que o afeto encontra seu caminho seguro.
Afinal, quem carrega feridas aprende a reconhecer quem toca para ferir e quem toca para curar.
E talvez seja nisso que a Humanidade ainda tenha Salvação: na coragem de oferecer Carinho mesmo quando ele exige mais cuidado… e na Humildade de recebê-lo mesmo quando ainda Dói.
Feio não é se abrir na internet…
Feio é um mundo tão abarrotado de gente, mais disposta a falar do que a escutar.
Quando alguém se arrisca a desabafar online, muitas vezes não está buscando atenção — está buscando Sobrevivência.
Chegar a esse ponto pode ser, sim, a última tentativa de encontrar um ouvido disposto a escutar, um olhar que não julgue, um coração que ainda tenha espaço para acolher.
Vivemos em tempos muito difíceis, em que quase todos têm voz, mas poucos têm paciência.
Todos opinam, mas poucos compreendem.
Quase todos estão prontos para responder, quase ninguém está disposto a ouvir.
E ouvir, nos tempos de hoje, virou quase um ato de Misericórdia.
Um gesto tão simples, mas tão raro: Parar, Respirar e Permitir que o outro exista na sua dor, sem ser Ridicularizado ou Diminuído.
Porque, no fim das contas, o Desabafo Online não revela a fraqueza de quem fala — mas a ausência de empatia de quem não quer ou não sabe ouvir.
E isso, sim, é tão Feio quanto Medonho.
Tem dias que a gente precisa esperar nossa alma reencontrar o corpo.
Há dias em que seguimos funcionando por inércia, enquanto algo essencial em nós ficou para trás.
O corpo cumpre agendas, responde a estímulos, atravessa compromissos; a alma, porém, ainda caminha devagar, tentando compreender o peso do que sentiu, do que perdeu ou do que ainda não conseguiu dizer.
Nesses dias, é preciso muita paciência.
Não como quem desiste, mas como quem respeita o próprio tic-tac interno.
Esperar a alma encontrar o corpo é aceitar que nem toda ausência é fraqueza e que nem todo silêncio é vazio — às vezes é só recomposição.
Quando enfim se reencontram, não há alarde.
O passo volta a fazer sentido, o olhar se assenta no presente, e o respirar deixa de ser apenas um reflexo.
Até lá, caminhar mais lento também é uma forma de cuidado.
Porque viver não é apenas estar de pé; é estar inteiro.
Há dias em que o corpo deita e a alma dorme de joelhos.
Em terras abarrotadas de trabalhadores, gente de bem e servos de Deus mijando fora do penico, muito em breve, invocar o Santo Nome de Deus publicamente será blasfêmia.
Quando alguém mostrar os dentes me perguntando se a gente pode se conhecer, vou responder e perguntar. Depende, quais os métodos que você costuma usar para decepcionar?
É possível que a gente acidentalmente se encontre,mas é possível que tenhamos mudado tanto que não nos reconheceremos.
