Quando a Gente Pensa
"Oh rio, oh ventos de Abril,
onde os teus cravos brotam pela cidade,
sois a voz de gente mil,
que gritam e declamam pela liberdade.
Mar de gente que festeja de bela flor ao peito,
são as vozes vivas da Revolução,
que celebram de vivo afeito,
a história do dia da libertação.
Oh militares de Abril de cravo armado,
a vos dedico esta declamação,
foram a voz de um povo amordaçado,
foram a voz da razão.
Oh tu Lisboa, foste o palco desta história bem amada,
pois nas ruas da bela Ulisseia cidade,
enfim se passeia a paz iluminada,
pois na tua mais bela avenida por fim inspira-se a Liberdade."
26/IV/2015
Nem tudo acontece como a gente quer, e devemos aceitar isso. Não era pra ser, não deu, não foi. Mas o que fazer a seguir?
Uma hora a gente cansa. Cansa desse vazio, desse estado de não ter nada, desse silêncio que já não traz paz, das pessoas que não nos ligam, não nos procuram, dos amores que nunca saíram da nossa imaginação. A gente cansa das músicas, das memórias e até mesmo dos pensamentos; cansa de dormir, cansa de ter que ficar acordado, de ter que aguentar mais um dia. A gente cansa dos amigos de mentira, cansa do celular que nunca toca, e do vazio que grita. A gente cansa.
A gente cobiça tanta coisa que não está ao nosso alcance que se esquece que as coisas que realmente merecem a nossa cobiça a gente já tem e nem se dá conta disso.
Às vezes, a gente sofre não pelo tamanho do problema que temos que enfrentar, mas pela nossa incapacidade de perceber a diferença entre o que podemos mudar e o que não podemose com naturalidade aceitar essa limitação.
A gente sabe que uma coisa tá certa quando tem aquela sensação gostosa de frio na barriga quando vê a pessoa.
Ela é a minha filha e eu sou a mãe dela, então às vezes a gente briga um pouco, mas, sabe, ela é a minha pessoa favorita.
De todas as coisas mais difíceis que existem na vida, uma delas é dizer Tchau pra quem a gente ama.
