Psicologia Gestalt
"A DOENÇA QUE VEM DA ALMA" (Psicologia do Inconsciente)
É indispensável que o médico, o "especialista em doenças nervosas", aprofunde seus conhecimentos psicológicos, se quiser ajudar seus clientes, porque as perturbações nervosas (ou tudo que se designa por "nervosismo", histeria, etc.) são de origem psíquica e exigem, obviamente, um tratamento da alma. Água fria, luz, ar, eletricidade, etc, são de efeito passageiro e muitas vezes não produzem nenhum efeito.
O padecimento do doente vem da alma, de suas funções mais complexas e profundas, que mal ousamos incluir no campo da medicina. Nesses casos, o médico precisa ser psicólogo, isto é, um conhecedor da alma humana."
"não é religiosidade, psicologia, filosofia ou auto-ajuda que precisamos... tem horas que um pouquinho de vergonha na cara mesmo já resolve."
A psicologia da linguagem falada adverte: a saúde da comunicação pessoal e pública ajuda na influência, na expansão e na recuperação dos relacionamentos.
O principal desafio da Psicologia 2.0 é ajudar muito mais gente a ter vidas com mais qualidade , aumentando a capacidade de atendimento.
Muitos dizem:
Ah eu me formei em direito
Eu me formei em medicina
Eu me formei em psicologia
Eu me formei em etc.
E eu digo:
Eu me formei na vida e escolhi ser artista.
A oposição entre psicologia individual e psicologia social ou das massas, que à primeira vista pode parecer muito significativa, perde boa parte de sua agudeza se a examinamos mais detidamente.
Se penso no amor, poesia; Se penso na vida, filosofia; Se penso no ser humano, psicologia; Se penso em Deus, Teologia; Se penso no oculto, Teosofia; Se penso no universo, Astronomia; Se penso em ti, sou leigo! quem diria.
Somos o que Damos e o que Recebemos
A psicologia nos ensina que o ser humano é resultado das interações que vive.
Somos o que recebemos, o que damos e o que cultivamos. Cada palavra, gesto e emoção trocada com o mundo constrói, aos poucos, quem somos por dentro. Quando dizemos “bom dia”, “boa tarde”, “boa noite”, quando oferecemos um abraço, um sorriso ou um “eu te amo”, estamos alimentando não só o outro, mas também nosso próprio cérebro, que reconhece esses atos como sinais de conexão, segurança e amor.
Mas, quando deixamos de fazer isso, algo silencioso acontece: o cérebro entende que não é mais necessário expressar afeto.
E, com o tempo, o costume se apaga. A sensibilidade adormece.
A emoção se distancia.
É o que a psicologia chama de extinção comportamental com dessensibilização afetiva — um processo em que, ao deixarmos de praticar gestos e palavras positivas, o cérebro desativa circuitos ligados à empatia e ao carinho. Assim, sem perceber, deixamos de sentir com a mesma profundidade e passamos a reagir com frieza.
A Bíblia fala exatamente sobre isso. Em Mateus 24:12, está escrito: “E por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos esfriará.”
Esse “esfriar” é o mesmo que a ciência hoje descreve como perda da sensibilidade emocional. Em Provérbios 4:23, Deus aconselha: “Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida.”
Guardar o coração é manter viva a capacidade de sentir.
E Gálatas 6:9 nos lembra: “Não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não desfalecermos.”
Ou seja, o amor só permanece aceso quando é praticado, mesmo quando não há resposta imediata.
Outras tradições espirituais também reconhecem isso.
O budismo ensina que toda energia precisa circular. Quando paramos de demonstrar amor e compaixão, nosso prana — a energia vital — se enfraquece, e a alma se desconecta da vida.
O espiritismo explica que o amor é o combustível da evolução.
Quando deixamos de exercê-lo, endurecemos moralmente e retardamos nosso crescimento espiritual.
Na filosofia humanista, pensadores como Carl Rogers e Viktor Frankl afirmam que o ser humano encontra sentido nas relações e na empatia; perder a capacidade de amar é perder o próprio propósito de existir.
Mesmo a neurociência espiritual confirma: atos de bondade, gratidão e afeto ativam áreas do cérebro associadas à felicidade e reduzem o estresse. Quando não praticamos essas ações, as conexões neuronais responsáveis por sentimentos positivos enfraquecem, e o cérebro “aprende” a viver no modo neutro — um estado de sobrevivência sem brilho.
O coração humano funciona como um jardim: se deixamos de regar, as flores murcham.
As palavras gentis, os gestos de amor e a presença sincera são a água que mantém vivas as raízes da alma.
Quando nos afastamos de quem nos inspira, de quem incentiva nossa essência, começamos a nos perder.
E se a distância e o silêncio persistem, chega um ponto em que nem nos reconhecemos mais — porque tudo o que deixamos de praticar morre em nós.
Por isso, é essencial nutrir o bem, mesmo quando o mundo parece frio.
Dizer “bom dia”, “eu te amo”, “estou com você”.
Pequenos gestos que mantêm a alma viva e ensinam o cérebro a continuar acreditando na beleza de sentir.
Somos um conjunto de interações — biológicas, emocionais e espirituais — e cada escolha reforça a direção da nossa evolução.
Guarde o coração.
Cuide da mente.
Cerque-se de pessoas que despertem o seu melhor.
Porque o amor, quando deixado de lado, não morre de repente — ele adormece aos poucos, até que só a fé e o esforço consciente podem despertá-lo novamente.
Tudo o que deixamos de praticar, se perde em nós.
Mas tudo o que cultivamos com amor, floresce eternamente.
Aluna:
Por que escolhemos a psicologia como horizonte profissional?
Eu:
Somos psicólogos clínicos não apenas pela oportunidade de compartilhar histórias alheias, também por isso, mas porque gostaríamos que alguém nos ouvisse com o mesmo empenho que dedicamos aos nossos pacientes. Somos mendigos disfarçados, pedintes com ares de nobreza.
"Psicologia o que é"???? Dinheiro do medo! E filosofia o que é???? Medo do dinheiro! Medo do dinheiro ao dinheiro do medo, assim, que funciona....
Carl G. Jung, psiquiatra e pai psicologia analítica, disse: “a solidão é perigosa e viciante, quando você se dá conta da paz que existe nela, não quer mais lidar com as pessoas.”
Quem estava certa era filósofa minha avó: “na vida, nem tanto ao mar, nem tanto a terra, tudo em excesso faz mal.”
No púlpito deve ser pregado a psicologia pastoral para que as ovelhas entendam que elas são alvos de uma direção sábia, sadia e comprometida com a saúde espiritual de todos.
Cuidar do outro começa, inevitavelmente, pelo cuidado consigo.
Na psicologia, entendemos que só conseguimos oferecer ao outro aquilo que já construímos internamente.
Quem não se escuta, não se respeita e não se acolhe, acaba tentando suprir no outro aquilo que falta em si — e isso gera desgaste, dependência e frustração.
Cuidar de si não é egoísmo, é responsabilidade emocional.
É reconhecer limites, necessidades e emoções para que o cuidado oferecido ao outro seja inteiro, saudável e verdadeiro.
Às vezes, silenciar é um ato de saúde emocional.
Na psicologia, o silêncio consciente é um limite: ele protege quando o diálogo deixa de ser troca e passa a ser disputa. Há pessoas que “gritam” não pela voz, mas pelo controle — usam repetição, culpa, intimidação ou confusão emocional como formas de manipulação, muitas vezes de maneira automática, quase psicoprogramada.
Nesses casos, responder não esclarece, apenas alimenta o ciclo. O silêncio não é fraqueza, é lucidez. É escolher não entregar suas palavras a quem não escuta, e não permitir que sua energia seja usada contra você.
Quem se conhece, aprende: nem toda comunicação merece resposta, e nem todo barulho merece atenção.
#psicolovida 🔑📚
Meu amor quero dizer a você o que aprendi sobre psicologia. Em primeiro lugar não existe psicologia, nunca existiu. A psicologia é uma ilusão, o que existe são ideias que se propõem a ser psicológicas. Em segundo, não existe uniformidade e consenso. O que é verdade para um autor, é mentira para outro e há quem não acredite em quase nada.
A DIFERENÇA ENTRE SABER E SER
Um neurotípico pode estudar cinco anos de psicologia, buscando no título o que lhe falta em empatia.
Mas jamais verá o mundo com a lente de quem sente, de um neurodivergente, que pensa diferente.
O que pra uns é teoria e repetição,
pra nós é instinto, é pura sobrevivência em ação.
Enquanto uns decoram o que é ser humano, nós vivemos o peso e o mistério do engano.
Sentimos o outro até a exaustão, sem diploma, vaidade ou aprovação.
Porque não há curso que ensine o que dói,
nem ciência que alcance o que o silêncio constrói.
