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Psicologia da Educação

Cerca de 11951 frases e pensamentos: Psicologia da Educação

⁠O ser homem, diferentemente de todos os outros seres, pode alcançar o seu alvo, realizar-se de fato enquanto homem (ser racional), tanto quanto pode ser qualquer outra coisa; tanto quanto pode ter em si qualquer outra condição inautêntica, desumanizada, animalizada, alienada etc.

Inserida por Atsoceditions

⁠A melhor coisa que os pais podem fazer pelos filhos é lembrar que um dia foram crianças.

Inserida por LilianScortegagna

⁠O primeiro passo para mudar realidades é compreender que o erro pode (e deve) ser visto como oportunidade de aprendizado.

Inserida por lavinialins

⁠A autossabotagem mascara dores com as quais a gente não quer lidar, ou não se sente capaz de enfrentar...
Mas, o que acontece com a poeira guardada embaixo do tapete?

Inserida por lavinialins

⁠Não sou a mesma...
E não porque não era boa o suficiente para você e decidi mudar...
Mas porque, depois de você, sou ainda melhor, por mim e para mim...

Inserida por lavinialins

De que vale termos o melhor dos melhores projetos educacionais, se não valorizarmos o profissional da educação, financeira e socialmente.

Inserida por carlos_alberto_hang

Estamos aprendendo sempre, até mesmo quando estamos ensinando.

Inserida por carlos_alberto_hang

Nossas crianças e jovens precisam ser preparados para serem o que são em essência, humanos, mas plenos de humanidade e de visão de sabedoria.

Inserida por carlos_alberto_hang

⁠⁠A melhor forma de aprender é saber por em prática aquele conhecimento, e conectá-lo ao cotidiano. O conteúdo a ser ensinado deve ser tangível, alcançável e acessível, senão, tornam-se palavras ditas a paredes.

Inserida por matheus1332

É preciso atentarmos de que não se deve fechar o conceito de aprendizado sobre os muros de uma escola, pois ele está para muito além deste ensino formal, sendo deveras maior, mais dinâmico e de maior amplitude que este.

Inserida por carlos_alberto_hang

É deveras difícil sentir solidão quando se tem um livro como companhia.

Inserida por carlos_alberto_hang

⁠Mudar, nem sempre, significa deixar de ser, de estar...
Mudar, muitas vezes, tem a ver com aprender a lidar melhor com quem você é, com como você está...

Inserida por lavinialins

⁠Não basta pedirmos para que o mundo leia mais, ele precisa nos ver lendo também, pois o exemplo é mais eficiente que o mais elaborado dos discursos.

Inserida por carlos_alberto_hang

⁠Pouca coisa tem tanto poder de nos vivificar quanto o ato de aprender.

Inserida por carlos_alberto_hang

⁠Além de ser uma ferramenta política, existe um grande interesse de mercado para que as escolas públicas não sejam boas, e muito menos referenciais da educação no Brasil.

Inserida por carlos_alberto_hang

⁠Se não conseguirmos depositar sobre as crianças a esperança de um futuro melhor para a humanidade, então toda a nossa esperança terá sido em vão.

Inserida por carlos_alberto_hang

⁠Só podemos passar para nossos filhos os valores que adotamos para nós mesmos, sendo repassados diante de nossas atitudes diárias perante eles, não em discursos.

Inserida por carlos_alberto_hang

Quer lugar na “janelinha”? Pague!

Na era das redes sociais, tudo vira tribunal público. O caso da passageira Jennifer Castro, que se recusou a ceder seu lugar à janela para uma criança em um voo, é o mais recente exemplo de como a civilização às vezes tropeça em sua própria etiqueta.

De um lado, uma mãe indignada, filmando a cena e postando sua revolta. Do outro, Jennifer, acusada de egoísmo por se apegar ao que comprou com antecedência e planejamento. Entre as duas, uma criança que ainda está aprendendo a lidar com uma palavra aparentemente simples, mas cada vez mais ausente em sua formação: “não”.

Crianças não nascem sabendo que o mundo não gira ao redor delas. Isso é ensinado. Mas, quando se cria a ideia de que tudo pode ser conquistado por insistência, lágrimas ou exposição pública, o que será delas no futuro? Que tipo de adulto nasce de uma infância onde a frustração é tratada como ofensa?

No avião, o assento de Jennifer representava mais do que conforto; era um símbolo do esforço de alguém que escolheu, pagou, e estava, no direito absoluto, de ocupá-lo. Sua recusa não deveria ser enxergada como um gesto mesquinho, mas como um lembrete de que limites existem — e precisam ser respeitados.

A questão vai além do assento à janela. Está na cultura crescente de evitar dizer “não” para poupar os sentimentos das crianças. Um “não” dito hoje poupa adultos decepados pela realidade amanhã. E que realidade dura será esta, quando descobrirem que nem tudo se resolve com um pedido educado (ou uma gravação postada no Instagram).

Jennifer não deveria ser condenada por defender o que era seu. Afinal, como ensinamos às crianças o valor do esforço e da responsabilidade, se a lição implícita é que o choro ou a viralização sempre vencem? Quer um lugar na janelinha? Pague, planeje, mereça.

Assim, no futuro, essas crianças talvez entendam que o mundo é muito mais do que um assento de avião. É um lugar onde limites, direitos e responsabilidades coexistem. Respeitá-los não nos faz piores; pelo contrário, nos torna mais humanos.
✍🏼Sibéle Cristina Garcia

Inserida por Sibelecristina

⁠É impossível ser humano e não falhar, aliás, falhar é parte do aprendizado para acertar. Quem teme falhar, vive no mundo do "quase" sem o benefício da lição aprendida.

Inserida por pamasa

⁠Lamentavelmente, o conceito atual de criança está parecendo um retorno a Idade Média, quando era vista apenas como um adulto em miniatura.

Inserida por carlos_alberto_hang