Prudência
“O Imperador Amarelo nos ensina que governar o corpo exige escuta, prudência e respeito pelos ciclos da natureza.”
Do livro Medicina Tradicional Chinesa — História, Filosofia e Prática da Medicina do Imperador Amarelo, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
Eu aprendi que em tudo devemos ter prudência, seja com atos ou palavras, pois ao apressar o erro, haverá uma consequência... Cuidado com o julgamento precipitado e com o ódio direcionado, pois a vida é feita de surpresas, o que era antes, pode não ser agora o real fato, prefiro esperar e observar com calma o resultado... Eu não sou o dono da verdade, muito menos o "perfeitinho" da sociedade, apenas sou prudente em tudo que faço, analiso as reais possibilidades e tenho o maior cuidado em tudo que falo...
O "medo" é bom e necessário para se ter prudência, mas não deixe que ele o domine fazendo-o deixar de viver.
A instrução do conhecimento leva-te à prudência, mas sem a examinação da palavra da prudência nunca chegará à instrução
do conhecimento.
A sabedoria instrutiva é a prudência e o conhecimento da sabedoria instrutiva está na examinação da palavra da prudência.
Um mundo melhor começa com você, com sua forma de agir e tratar, com sua paciência e prudencia, com sua amizade e ajuda, com seu sorriso e dedicação, um mundo melhor não se constrói sozinho, mais cada um fazendo sua parte com certeza as relações serão melhores!
Aquele que arma se da força dos leões e da prudência das serpentes torna se imbatível e não esmorece aos obstáculos.
O medo é um instrumento idealizado por Deus para que tivéssemos prudência e não nos aventurássemos em algo, sem que antes avaliassemos a conseqüência.
O eixo da prudência e do respeito na relação com o outro é a dificuldade humana que mais nos expõe, nos altera e nos avalia em valores. Um equilíbrio moral que se faz e se desfaz em nós o tempo todo.
Em teu andar perante os outros, une a inocência à prudência. “Sede, portanto, prudentes como as serpentes e símplices como as pombas” (Mt 10.16). Devemos incluir a inocência em nossa sabedoria, pois doutro modo tal sabedoria não passará de astúcia; e precisamos incluir sabedoria em nossa inocência, pois do contrário nossa inocência será apenas fraqueza.
Convém que sejamos tão inofensivos como as pombas, para que não causemos danos aos outros, e que tenhamos a prudência das serpentes, a fim de que os outros não abusem de nós nem nos manipulem.
Na busca do prazer e da felicidade, a prudência é o ingrediente que ajudará encontrá-la e desfrutá-la no momento certo, na forma certa, quando as consequencias poderão ser medidas pela boa qualidade de vida, e na segurança dos fatos (bases).
O único lado benéfico do erro é o amadurecimento que ele pode nos oferecer. E é preciso prudência até mesmo na hora de errar. Existem acontecimentos irreversíveis, e nem todo homem perdoará ou entenderá um erro, quando este o fizer sangrar.
O acerto é meu, o erro é a consequência do mérito, o medo é falta de êxito. A prudência é o equilíbrio que põe na balança o sim ou o não.
No palco da nossa vida não ajamos com raiva. Atuemos com amor, prudência, paciência e tranquilidade, porque se essas características não fizerem parte do nosso show sairemos de cena antes do tempo vaiados, feridos e condenados.
