Próximo
Ninguém está realmente afim de ajudar o próximo ou servir à sociedade; a solidariedade de fachada só serve para alimentar o ego de quem a pratica.
A vaidade que pisa no próximo: Sentem-se melhores do que os outros apenas por se acharem bonitas no espelho, alimentando um egoísmo cruel que serve unicamente para menosprezar o esforço de quem luta para crescer na vida.
Imagine você, seu filho e o semelhante: fazer brotar o "amar ao próximo como a si mesmo" sem a Bíblia — isso é, de fato, muito sábio. Do contrário, seguindo as Escrituras, você apenas lê, mantém o conteúdo árido na mente e o racionaliza; pois o que você busca é o fazer brotar: reinteligir, captar a coisa por dentro, na prática, no nexo da vida, para impregnar na alma.
Quem vive para erguer e inspirar o próximo nunca fica sozinho, pois a gratidão constrói uma riqueza que dinheiro nenhum pode comprar.
A alma que zomba da dor do próximo é a mais pobre do universo, pois vendeu a própria humanidade em troca de um ego vazio.
O amor ao próximo foi sufocado pelo egoísmo de uma humanidade doente, que prefere pisar em quem estende a mão a reconhecer o valor do afeto.
O amor ao próximo virou uma lembrança distante, um eco sufocado pela ganância de uma sociedade que só sabe destruir quem tenta salvar.
Choro não pela violência do mundo, mas por ver que o amor ao próximo foi esquecido em um canto, coberto pelo poeira do egoísmo e da crueldade.
Perdemos o sagrado que havia em nós; trocamos a nobreza de cuidar do próximo pela selvageria de ver o outro cair.
Destruíram a ponte do amor ao próximo e agora todos olham para o abismo, sem perceber que estão caindo sozinhos.
Vemos o amor ao próximo ser massacrado todos os dias por uma multidão que trocou o coração por uma pedra.
Larga de mão tanta tolice e acorda para a vida: respeitar o próximo e amar a cada um como irmão não é favor, é o dever de quem busca a salvação.
Quem não respeita o próximo e ainda usa a saúde mental para humilhar o outro está cego pela própria maldade, esquecendo que Deus nos chamou para amar, e não para julgar.
O verdadeiro cristão acolhe o fraco e respeita a dor alheia; quem usa a doença do próximo para rir ou discriminar precisa acorda logo e buscar o Salvador de verdade.
A maldade de quem pisoteia a dor mental do próximo é a maior prova de uma alma distante de Deus; acorda enquanto há tempo e aprende a amar teu irmão em vez de julgá-lo.
Deixa essa tolice de julgar quem é diferente e acorda para o Evangelho: quem não ama o próximo na sua fraqueza não conhece a Deus nem vive na verdade.
Desprezar o próximo por causa da sua condição é assinar um atestado de falência moral; o valor de um ser humano é inegociável.
Fazer o bem ao próximo não é um favor, é um dever básico de humanidade. Quem semeia a crueldade colhe a própria solidão.
