Prova

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A criação é a prova racional da eterna existência divina, e a presença de Deus é a resposta da fé.

Reconhecer que o humano não tem como desvendar os projetos do Divino é a maior prova de inteligência que existe. É o que separa o filósofo do fanático.

E, às vezes, a maior prova de amor que alguém pode oferecer é aquela dedicada a si mesmo: ir embora e nunca mais aceitar ser menos do que merece.

A palavra do advogado pode organizar a prova. Pode explicá-la. Pode revelar sua importância. Não pode fabricá-la.

Definir mal os fatos e exigir da prova mais do que ela demonstra podem comprometer a causa, o cliente e o próprio defensor.

Entre a suspeita e a condenação existe uma distância que só a prova pode vencer; quando a liberdade de um homem está do outro lado, nenhum nome, nenhum relatório e nenhuma autoridade têm o direito de saltá-la.

Definir incorretamente os fatos e interpretar além do que a prova demonstra são erros aparentemente simples que podem comprometer uma causa e expor o próprio defensor.

"A maior prova de amor é esquecermos de tudo que somos, é abrir mão de tudo, de nossos medos e de nossas fraquezas".

A prova não revela a realidade, apenas negocia sua plausibilidade.

A prova é a alma do processo.

Pensar é a primeira prova de que existimos como sujeitos.

A prova não cria a verdade, mas determina até onde o Direito pode alcançá-la.

A verdade é livre; a prova possui regras.

O erro mais sofisticado é aquele que transforma sua própria refutação em prova de sua verdade.

O absurdo da existência não prova que a vida não tem sentido; prova que o sentido não veio pronto.

“A verdadeira prova de uma democracia não está em como ela trata os vencedores, mas em quanto espaço conserva para os derrotados.”

Uma democracia não escolhe entre segurança e liberdade; sua maior prova consiste em conseguir proteger ambas simultaneamente.

A maior prova de que uma geração compreendeu o Direito será aquilo que ela deixou habitável para a seguinte.

A solidão digital começa quando a quantidade de conexões passa a ser usada como prova da existência de vínculos.

A ditadura transforma o cidadão em súdito e, depois, transforma a obediência do súdito em prova de consenso.