Prova
O ateísmo é a antirreligião organizada; se você defende a religião, então isso prova que não é um ateu de verdade, pois não faz nenhum sentido um suposto ateu defendendo "deus".
Crentes e conservadores não tem consciência, a prova disso é que suas ideias nunca evoluem com o tempo!
A maior prova de que somos um rascunho é a nossa insistência em dar um sentido ético ao que é apenas um erro de processamento.
Ninguém prova a eternidade da ordem. No início, talvez nem Deus fosse mais do que um lampejo de desordem.
O fanático vê no ateu a prova de que precisa ser ainda mais fanático. Na mente extremista, o ateísmo apenas reforça a loucura que chamam de fé.
Rocha Metamórfica
Prova que a Natureza
se transforma e se renova.
O calor do manto da Terra
traz o carbono puro, por pressão.
Faz surgir o mineral
mais duro do planeta ,o Diamante.
Que dádiva, essa força interessante!
"Abrir os olhos é a prova viva de que Deus ainda aposta em você. Agradecer é abraçar uma fé que não conhece a decepção."
O fato de nossos corações ansiarem por algo que a terra não pode fornecer é prova de que o céu deveria ser nosso lar.
As boas obras são a prova da fé verdadeira (Tg 2.14-24; Mt 25.31-46; Tt 3.8,14; Ap 20.12). Paulo, Tiago e Jesus não se contradizem: eles diferenciam boas obras (fruto da fé) de obras da lei (práticas da antiga aliança ou Deuteronômio). Paulo sempre refuta as obras da lei ao exaltar a graça, mas nunca descarta as boas obras como evidência da salvação.
O chamado de Deus não é para os acomodados. Ele vai tomar a tua vida inteira. E a prova disso é que, muitas vezes, a tua boca terá que anunciar cura e vida para os outros exatamente enquanto a tua própria alma sangra na dor.
Se a hipocrisia e o fracasso dos homens fizeram você abandonar a sua cruz, isso prova que a sua fé não estava ancorada em Cristo, mas apenas alimentando as conveniências da carne. Pois aquele que verdadeiramente caminha com o Deus vivo persevera diante dos fariseus, mesmo que toda a igreja decida apostatar.
Aprovado ou reprovei do seu amor?
Entreguei meu coração como quem faz prova final, sem cola, sem defesa, só verdade no olhar.
Estudei teus silêncios, decorei teu sorriso, mas teu resultado nunca quis se revelar.
Esperei a correção no intervalo dos dias, cada mensagem tua era um ponto a mais em mim.
Quando demorava, o medo me reprovava por dentro,
e eu refazia a esperança,
mesmo perto do fim.
Se eu errei, foi por amar além do permitido, por responder com alma o que pedias em razão.
Se acertei, foi por nunca desistir de você, mesmo com o coração em recuperação.
Então diz, sem rodeios,
sem nota escondida:
passei nessa matéria chamada
“nós dois”?
Ou sigo refazendo essa prova da vida, até teu amor me dizer se fico…
ou se vou.
Faz tempo que eu quero te falar que a lua é a prova de que a escuridão nunca consegue apagar toda a esperança (Nelson Locatelli, escritor de Foz do Iguaçu)
É insano como tantas pessoas não precisam de nenhuma prova para acreditar em uma mentira, mas precisam de infinitas provas para aceitar a verdade.
Nós, vassalos do amanhã, somos inocentes até prova em contrário. No amplo desejo de transformação, somos um pingo de interrogação.
Nos limites do espírito, encontramos a alma na beira do preceito de ser. O espelho flutua pela imensidão; erráticos seres voam como as lembranças de outra vida. Talvez sejam fragmentos esquecidos da minha própria vida. O subconsciente e a realidade tocam-se em olhos profundos, que dão sentido à escuridão.
A consciência — o traumático ser cheio de dúvidas, mas que sabe o que quer — tem dois caminhos na linha linear do tempo. Vemos contradições serem o palco do perfeito equilíbrio e, às vezes, pairamos no abismo. "Quem sou eu?", e o eco responde: "Euuuuu".
Então, o reflexo escuro se repete, se quadricula e, depois, torna-se parte da luz que ilumina a vida. Minha humanidade depende do meu espírito aventureiro, meu ser que se joga no mar sem olhar para trás, pois o mundo é um ponto de interação e interpretação nas vastas linhas do tempo.
Vemos aglomerados de estrelas, vemos vida e morte, mas ainda sequer saímos do lugar. Vemos a vida brotar até no asfalto quente ou no deserto mais frio e quente que se possa imaginar. Imagina a vastidão do universo... Somos grãos de areia que ganharam consciência e contradições no crepúsculo de outras eras. Eras contemporâneas de seres que habitavam o cosmos sem questionar: por que existir dentro de um contexto maior e mais amplo?
Então a alma pairou. Temos a certeza que a humanidade mudou. Dentro da sopa primordial, éramos células que apenas queriam viver diante da adversidade do mundo. O espelho dentro de nós gritou: existir é a pura verdade que escorre entre o desespero de nossas expectativas, enquanto a luz contempla nossos atos na imensidão do universo.
Voamos no espaço sideral e gritamos ao vácuo: "Existimos!". Os alienígenas: "Credo... Vamos fingir que não vimos nem ouvimos".
Tocamos a Lua com a imaginação de séculos. E, quando lá chegamos, vimos a nós mesmos na escuridão do universo, olhando para a Terra como um mero ponto. Resgatamos a essência do espírito, encontramos a fé e voltamos para casa. Fechamos as portas. Depois de 50 anos, voltamos para ver o que esquecemos no espaço.
Por Celso Roberto Nadilo
Um pássaro na imensidão de nossas almas sendo a voz da resiliência.
