Protagonista
"Amadurecer é descobrir que você não é o protagonista do mundo, mas que pode ser o diretor consciente da própria paz."
No meio de tanto status, vaidades e a ideia de sempre ser protagonista e buscar algo/pessoas 'interessantes' eu prefiro a imagem da pessoa anônima. Ser comum nos dias de hoje por ser ir além. No ninho só tem espaço para o amor. Sem desfiles, postagens, protagonistas. Fora isso é só palha seca em troncos fortes ou ocos.
Você é o protagonista da sua vida e o agente principal de suas transformações internas. Trabalho interior é a palavra-chave. Não espere que as coisas mudem. Não espere que o tempo resolva. A mudança começa em nós e a partir de nós.
Se minha vida daria um filme?
...claro!
Sou protagonista dos meus erros,
mas nunca coadjuvante das minhas decisões.
Esteja atento ao texto do seu próprio teatro, Assuma o papel de protagonista e não tenha medo dos desafios, caras feias, invejas, não tema qualquer vilão, acredite em si mesmo!
Se a vida é minha porque irei priorizar os outros?
Está na hora da protagonista ser o centro da história, cansei de dá papel importante a figurante..A vida é minha, então quem quiser fazer parte dela tem que dançar conforme a minha música e com a minha coliografia , se não for assim, quem perdeu foi você já vai tarde!...
A madrugada é a protagonista da vida e fiel companheira dos malucos, poetas, seresteiros, boêmios, e bêbados...
Não seja sombra do seu passado e nem de ninguém! Seja o protagonista e escreva sua própria história!
Eu sou a protagonista da minha vida,
não vou me deixar abalar.
EU VOU cantar,
EU VOU dançar,
EU VOU interpretar,
EU VOU lutar.
Eu vou te mostrar,
o que eu pude conquistar.
A diferença entre amigo e colega é que amigo age como protagonista e o colega, como coadjuvante de nossa história.
Não seja plateia da vida alheia. Crie seu roteiro e seja o protagonista da sua própria história. Seja original, ninguém sobrevive de cópias. Invista em algo que te faz feliz, arrisque, ouse, desafie o destino. Se não puder mudar o caminho, mude seus atalhos. Não tente se adaptar, encontre seus talentos e, escreva de maneira clara e objetiva sua história de vida, eternizando-a.
Aprendi ser a única protagonista
da minha história.
Sem essa de esperar pelo príncipe encantado, ou um beijo para me despertar no final do ato.
Tomei o controle das rédeas, coloquei o meu melhor sorriso no rosto e um pouco de malícia.
Ocupei o trono, que era à mim predestinado,
nesse incrível teatro que se chama vida, eu deixei de ser uma mera coadjuvante.
Desejei ser a musa de todas as canções, a protagonista de todos os filmes, o motivo de toda poesia. É só o que desejei.
Seja você mesmo o protagonista da sua história, escrever sua vida em terceira pessoa não é você que está vivendo, não deixe que os outros digam o que ser ou fazer, sua vida, suas regras, e não se preocupe em desagradar, ninguém deve ser perfeito... ninguém é perfeito.
.. perfeição torna a vida monótona e desinteressante.
Bom mesmo é errar,e aprender, quebrar a cara e se refazer, e recomeçar com cabeça erguida quando pensam que você caiu. A sua vida tem que ter altos e baixos sim,afinal... viver sem aventura é passar despercebido nesse mundo onde o que mais tem é o que aprender.
Se você incomodar é por que está no caminho certo
É engraçado como, aos 19 anos, eu aparentemente já vivi mais romances do que um protagonista de novela das nove. Pelo menos é isso que dizem por aí. Segundo as fofocas, eu sou infiel, mulherengo e emocionalmente indisponível. Tudo isso sem nem sair muito de casa. Um talento raro, reconheço.
As pessoas falam de mim como se estivessem narrando um documentário. “Ele é assim”, “ele faz isso”, “cuidado com ele”. Às vezes eu fico até curioso pra saber em qual episódio eu perdi essa parte da minha própria vida. Porque, sinceramente, se eu fosse metade do que falam, eu estaria cansado demais pra responder mensagem.
O mais divertido é a confiança. Não é “acho que”, é “tenho certeza”. Fonte? Vozes da cabeça, provavelmente. Um viu algo, contou pra outro, que aumentou um detalhe, que inventou o resto. Quando chegou em mim, eu já tinha três amantes, dois corações partidos e uma fama que eu nem pedi.
Dizem que eu sou mulherengo, mas esquecem de mencionar que eu me apego fácil, fico ouvindo áudio longo e ainda mando “chegou bem?” depois. Infiel, então? Mal consigo organizar minha própria vida, imagina manter vidas duplas. Isso exige planejamento, e eu ainda erro até horário de compromisso.
No fundo, eu rio. Rio alto. Porque enquanto tem gente gastando tempo criando versões minhas, eu tô aqui vivendo a versão real, cheia de falhas, confusões e zero roteiro. Se falassem menos de mim, talvez sobrasse tempo pra cuidarem da própria bagunça.
Então deixo falarem. Que falem muito. Que inventem, que fofiquem, que cochichem. Eu viro piada deles, eles viram piada minha, e a vida segue. Afinal, se aos 19 eu já sou lenda urbana, imagina aos 30. Eu só espero que, até lá, as histórias fiquem melhores.
— Cyrox
And the oscars goes to
Protagonista. Antagonista. Figurante. Platéia. Coadjuvante. Júri. Ela já foi tudo na película que tentava exibir o que ela é. Ledo engano. Qualquer semelhança à realidade era mera coincidência. E se não fosse, convencia-se de que era. Nada tirava-lhe o gosto por personagens. Viver do nada, do tudo, do vento, dos atos, das cenas. E ela vivia. Não um dia de cada vez. Todos os dias de uma só vez. Era livre. Era leve. Não dava explicações. Não se auto explicava. Assim era bem mais fácil. E agora? Agora que ela aprendeu a se sentir? Agora que ela decidira se experimentar, se tocar, se saborear? Como voltar a representar se tudo que fala alcança-lhe as impressões digitais? Se tudo que olha rouba-lhe a essência, despe-lhe a alma, invade-lhe o palco? É isso que ela não suporta. Ela não suporta ser medida da cabeça aos pés. Ela não suporta ser um turbilhão de emoções, mas sem uma armadura que lhe dissimule o rubor do rosto e o coração em frangalhos. Ela não suporta mais sentir o gosto dela mesma. É intenso demais. É cruel demais. Ela precisa urgentemente de um novo roteiro. De um personagem que a salve de seus próprios sentimentos. De sua própria desordem.
"As páginas em branco que a aurora insiste em presentear, propõem aos homens serem protagonistas de seu próprio e real diário, o qual involuntariamente é titulado vida".
