Propriedade

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⁠"Ostentar o amor é profaná-lo – é retirar dele a sua propriedade essencial: a intimidade".

⁠O sistema de propriedade privada é a garantia de liberdade mais importante, não apenas para aqueles que possuem propriedades, mas para aqueles que não a possuem.

Friedrich Hayek
The Road to Serfdom (1944).

"O possessivo quer que você pare de falar com todo mundo. Porque ele te ver como propriedade, te trata como refém, diz que ama mas não sabe, gostam de falar mas não de ouvir e acham que relacionamento é mandar. Daí você procura uma forma de muda-lo, depois uma forma de sair fora. E quando você sai,está distante de todos que se afastaram e torce que ele arrume alguém porque ainda fica no seu pé."
Henrique R. de Oliveira.

Quando fores abrir sua caixa de amor, o faça com propriedade e certeza, para que dela saia apenas coisas doces...

São muitas pessoas e confundem "posse" com " propriedade" .
Cuidado, cuidado e cuidado.

Quando invasores que não respeitam a propriedade do verdadeiro trabalhador de bem se posicionam contrários à ação dos Estados Unidos, sabemos que o Trump fez a coisa certa

O pensamento não é propriedade de ninguém... Ele tem vida própria.

O projeto socialista propõe a abolição da propriedade privada, substituindo-a por um modelo em que todos recebem moradias padronizadas, como se fosse uma assinatura governamental, à semelhança de um serviço de streaming. Já o projeto capitalista defende que o indivíduo seja dono da própria casa como resultado direto do seu esforço e trabalho. No socialismo, o que se observa é a transferência dos recursos do trabalhador para o Estado, que passa a concentrar poder e a se apresentar como provedor universal de bens e serviços, oferecendo tudo em forma de concessão, não de propriedade.

O socialismo propõe abolir a propriedade privada, substituindo-a por bens padronizados fornecidos pelo Estado, como uma assinatura governamental. Já o capitalismo defende a propriedade como fruto do esforço individual. Nesse modelo socialista, recursos do trabalhador são concentrados no Estado, que passa a conceder acesso, não propriedade.

A sucessão familiar no campo se resolve com o aumento do empoderamento do jovem rural na propriedade, maior autonomia e gestão dos recursos financeiros na propriedade, além da existência de espaços de sociabilidade e tecnologias de informação e comunicação no rural brasileiro.

O sentido não é propriedade do objeto, mas efeito da relação.

​"Sem jornalismo livre, a verdade torna-se propriedade do poder.

nunca toquei o mar com tanta propriedade
assim ao toque do vento quando esbarra nos olha
da distância de 20 passos ou menos
na altura das ilhas ao mar aberto de possibilidades
ainda mais furticoloridas das virtudes já vividas
nossa maior idade nossa mala da vida frasqueira alheia
ao olhar dos falsos amigos uma virtude explode ao ouvido
se villas boas ou guitarra voa o tempo dos meus pensamentos
não troco um homem de 60 por um de 30 nem por 5 min
não tem a hora nem a precisão de quem sabe ao menos a importância
dos segundos, dias, semanas, ah quem sabe
um dia desses você aqui na nossa cama
agora resta sonhar na sala de estar e
brincar de vier sonhar talvez dormir florescer...

Quem me questiona com propriedade me aprimora sem ela me incentiva.

😅 Seguidores não são propriedade, são pessoas que escolhem te acompanhar (ou não)! 🤣
Quando alguém te deixa de seguir, é porque você não estava no feed da vida deles... mas ainda está no seu 😉
Seguidores vêm e vão, mas o que importa é o conteúdo que você cria e as pessoas que realmente se importam com ele! 💪👍 E, como dizem, "o valor não está no número, mas na qualidade"! 😊

Da mesma forma que o campo magnético que envolve o imã atrai outro corpo com a mesma propriedade a gratidão atrai bênçãos para sua vida.

“Por séculos, a mulher foi chamada de filha, esposa ou propriedade, antes de ser reconhecida como pessoa.”
Do livro Mulher: Entre Correntes e Asas, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“A mulher real não é santa, nem pecado, nem propriedade, nem símbolo; é existência inteira.”
Do livro Mulher: Entre Correntes e Asas, de Nina Lee Magalhães de Sá.

O Mérito, a Propriedade e a Confusão dos Tempos Modernos

Há uma curiosa tendência do homem moderno de confundir conceitos distintos e depois declarar que encontrou uma contradição. Muitas vezes ele toma duas ideias diferentes, mistura-as em um mesmo recipiente e, quando o conteúdo se torna incoerente, culpa a realidade pela confusão que ele próprio produziu.

Entre essas confusões, poucas são tão frequentes quanto a que envolve mérito e propriedade.

O mérito é uma coisa. A propriedade é outra.

O mérito responde à pergunta: "Como alguém conquistou algo?"

A propriedade responde à pergunta: "De quem é esse algo?"

São perguntas diferentes, e exigir que uma responda à outra é tão absurdo quanto exigir que a certidão de nascimento substitua uma escritura de imóvel.

Quando um homem funda uma empresa, investe recursos próprios, assume riscos, trabalha durante anos sem garantia de sucesso e finalmente constrói um empreendimento próspero, existe uma justificativa meritória para sua riqueza. Seu patrimônio não surgiu do nada; foi resultado de decisões, sacrifícios e responsabilidades que outros não assumiram.

A riqueza, nesse caso, não é um acidente. É consequência.

Por isso, quando se pergunta por que o proprietário recebe mais que o funcionário, a resposta inicial é simples: porque não desempenharam o mesmo papel. Um criou a estrutura; o outro foi contratado por ela. Um assumiu o risco do fracasso; o outro aceitou um salário previamente definido. Um poderia perder tudo; o outro não.

Não há ofensa alguma nessa diferença. Pelo contrário, seria estranho se não existisse.

O homem que construiu uma ponte não é recompensado da mesma forma que aquele que apenas a atravessa.

Entretanto, surge um segundo problema. Após reconhecer o mérito do fundador, muitos passam a questionar a continuidade de sua propriedade. Perguntam por que ele continua recebendo lucros anos depois. Perguntam por que seus filhos podem herdar seus bens. Perguntam por que alguém pode controlar uma empresa mesmo sem participar de todas as suas operações diárias.

É aqui que ocorre a confusão.

Essas perguntas já não pertencem ao campo do mérito.

Pertencem ao campo da propriedade.

Uma vez que um bem foi legitimamente adquirido, a questão deixa de ser quanto mérito ele exigiu para ser conquistado. A questão passa a ser quem possui autoridade legítima sobre ele.

Um homem não deixa de ser dono de sua casa porque está viajando. Não deixa de ser dono de seu carro porque outra pessoa o dirige. Não deixa de ser dono de sua empresa porque contratou administradores.

A propriedade não é um salário. É um direito.

O proprietário não precisa justificar diariamente sua posse por meio de novas demonstrações de mérito. Se assim fosse, ninguém possuiria coisa alguma por muito tempo. O agricultor teria de provar todos os dias que merece sua terra. O escritor teria de provar continuamente que merece seus livros. O pai teria de justificar incessantemente a posse de sua própria residência.

A sociedade tornar-se-ia um tribunal permanente.

A objeção frequentemente retorna sob outra forma. Diz-se que o trabalhador produz valor e, portanto, deveria participar da propriedade da empresa.

Mas o trabalhador já participa da relação econômica segundo os termos que aceitou livremente. Seu contrato especifica salário, benefícios, direitos e deveres. Não existe engano oculto nessa troca. Ele não foi contratado como proprietário. Foi contratado como empregado.

Se deseja assumir riscos empresariais, buscar participação nos lucros, abrir um negócio próprio ou trabalhar sob modelos de remuneração variável, essas possibilidades existem. O mercado oferece inúmeras formas de associação econômica.

Mas não é razoável aceitar um contrato específico e depois reclamar que ele não era outro contrato.

A liberdade contratual perde o sentido quando uma das partes exige alterar retrospectivamente os termos que aceitou.

Há ainda uma verdade frequentemente esquecida: o esforço não garante sucesso.

Um homem pode trabalhar arduamente e fracassar.

Outro pode trabalhar arduamente e prosperar.

As circunstâncias existem. O acaso existe. As crises existem.

Reconhecer isso, porém, não destrói o princípio do mérito.

Pelo contrário.

Se o sucesso fosse garantido, o mérito teria pouco valor. O mérito existe justamente porque alguém escolhe agir sem garantias.

O navegador é admirável porque o mar oferece tempestades.

O empreendedor é admirável porque o fracasso é possível.

O estudante é admirável porque a aprovação não é automática.

O mérito não promete resultados inevitáveis. Promete apenas a possibilidade de alcançá-los.

E essa possibilidade é uma das maiores forças de uma sociedade livre.

Quando um homem pobre se torna rico por meio de trabalho, estudo, disciplina ou empreendedorismo, não se prova que todos alcançarão o mesmo resultado. Prova-se algo mais importante: que a ascensão é possível.

E uma sociedade na qual a ascensão é possível é radicalmente diferente de uma sociedade na qual ela é proibida.

Por fim, toda a controvérsia parece retornar a uma única pergunta.

A propriedade privada é legítima?

Se a resposta for não, então nenhuma quantidade de esforço, risco ou sacrifício justificará sua existência.

Se a resposta for sim, então o proprietário possui o direito de conservar, administrar, vender ou transmitir aquilo que lhe pertence.

Nesse ponto, o debate deixa de ser econômico.

Torna-se moral.

E talvez esta seja a questão fundamental de toda a disputa: não se trata de decidir quem merece mais, mas de decidir se o homem tem o direito de chamar alguma coisa de sua.

Certos homens vêem no amor de sua mulher, propriedade deles.