Proibido
Ultrapassou em mão dupla,
Passou do limite aceitável,
Parou em local proibido,
Assumiu ser um ser imutável.
Árvore da Vida,
que eu não insista
diante dos frutos,
continuar obcecado
pelo fruto proibido.
Valorizar o pecado
E subjugar a Graça.
Que eu me permita,
não ser afeccionado
a tara do pecado,
subjetivo à condenação.
Que eu tenha fé suficiente,
para entender que no paraíso,
havia tantas árvores boas,
para não valorizar a única má.
Numa fixação na transgressão,
como metanoia de conversão.
Obcecado pelo derrotismo
ao invés de cantar Vitória.
Que a religião não seja um peso,
e que minha fé me faça livre
para andar no amor e na graça,
sem buscar mais nada,
sem entender mais do que posso,
sem querer saber tua vontade.
Como o Senhor próprio disse:
“Que te importa?
Meu coração queimava de amor não correspondido, que de tão proibido fez-me dependente de você.
Meu dia se faz em você que reluz diante aos meus olhos com imenso carinho e beleza que me inspira.
Seu sorriso é a minha força que me inspira em poemas singelos e sinceros dedicados á você.
Todo dia o amor me convence que meus passos é fruto do que é proibido, Mas o amor não é crime nem pecado também;
É sentido notável, sentimento do bem e se fosse errado eu seria refém;
Meu passo tem gosto de fruto perigoso, tentador e improvável, mas singelo e carinhoso;
Dê-me uma chance de ser quem realmente sou, amante do momento, aventureiro do amor;
Arriscar-me-ia para então te provar qual proporção eu vivo esse amor... O proibido me fascina, mas é com minhas atitudes que desejo te roubar para mim;
Oh... Minha rainha que tanto desatina a minha razão... E me faz não mais entender o meu coração... Ah sei que sou capaz minha milady dê-me a chance de ser o que queres;
Amar-te-ei com primícias de um caminho confuso, mas apaixonado por ti e enfrentarei exércitos e dragões para contigo estar;
O seu diário proibido conta as tuas intimidades intermináveis
Omiti os teus segredos mais indecentes que a faça mulher
E esconde o teu caminho de uma forma indesejável
Mas contém lembranças maravilhosas e valiosas;
Em um tanto que a faça tocar o seu corpo
De uma forma muito natural e sedutora
Me enlouquecendo e me fazendo te querer;
O proibido é sempre misterioso
Muitos dizem que promiscuo
Eu prefiro acreditar
Que é delicioso;
É a surpresa sem desculpas
É o medo da injúria
Quem tem coragem se desprende;
Não se esconde no infame
Originalmente se liberta
Ama e se entrega;
Querendo apenas uma coisa
Amar o amor entre duas pessoas;
Quero e até necessito do sabor que se faz único e gostoso
Para a minha boca... O sabor proibido da paixão
Que aguça e me revira ao avesso
Mas, contudo, me faz ser safado;
Enxergar o que não há
É arte do querer e não se ter
Para desejar-te amar para obter;
O proibido x o aceitar
O proibido é de certo algo que aprendemos em não ser certo;
Porém o aceitar é algo que entendemos que seja algo bom;
No entanto, muita das vezes as duas vertentes podem se cruzarem...
É provável que se aceite o proibido, mesmo que o proibido seja inaceitável;
O proibido tem sabor de prazer imensurável já o aceitar tem sabor de benevolente;
Concluo que tudo que é proibido pode ser aceitável e tudo que é aceitável não necessariamente seja proibido;
Sempre decidi mal as coisas da minha vida
O proíbido sempre me seduziu... Mas sem o sentimento
de culpa... Aquela culpa que nos impede
de fazer aquilo que dá prazer...
O pecado não me atrai
e o proíbido não me fascina
mas o teu cheiro de rosas do campo
Hummmm... Realmente me enlouquece;
O ministério do coração adverte
é proibido cativar, fascinar, criar laços...
se não tens a intenção de ficar.
Paixão...
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... Paixão...
É carne que queima em libido!
Permitido ou proibido,
É fogo que chameja dos olhos,
Chama que asperge o coração
Desprovido de razão - em penúria -,
Sangrando ao fulgor da desmedida introspecção;
Arrebatamento que se arrebata
Na desenfreada luxúria,
É loucura sem contentamento,
Folha ao vento que se desenlaça
Num débil afago ao brando vento que passa
E sem graça, ri de si...
Mas é só um riso, nada mais...
Apenas um vermelho olhar, nada mais...
Um pensamento qualquer, uma abstração,
Meramente um fogo que chameja na ilusão
Da mais febril desconexão
De sentimentos e razão...
É paixão, nada mais que paixão.
Na quarentena a gente percebe que nem tudo está proibido, trabalhar, ouvir música, cantar, dançar, plantar são permitidos, ler um bom livro, escrever e aprender também, e o mais importante, o sol nasce todos os dias, graças à Deus.
