Professor Carlos Drumond de Andrade
O Futuro está no chão, rodeado pelo poder opressor, prestes a receber golpes. A Escola estará fechada, entrará em colapso e a culpa será nossa, porque não tivemos amor suficiente pela profissão.
Revendo um recorte da história e refletindo um pouco, percebi que a maior mentira já contada sobre a educação no Brasil é: 'Na ditadura é que as escolas eram boas. Para ser admitido em escolas, os estudantes precisavam passar por uma prova. O ensino público era de boa qualidade'.
Pois bem, o problema é que na verdade, as escolas estavam evoluindo nas décadas de 60 até o início da de 70, por causa dos 'avanços' anteriores a essa época. É ingenuidade (ou esperteza demais) pensar que em tão pouco tempo, todo o ensino mudou, porque a ditadura se instaurou. É muito mais lógico, acreditar que foi um crescimento alcançado por décadas de esforço. O que a ditadura fez, a mando dos EUA e com o aval da imprensa (e da elite) Brasileira, foi acabar com o avanço da qualidade do ensino. Os maiores brasileiros do século passado foram presos, torturados e os que não conseguiram exílio foram mortos. Não foi o aumento do número de vagas que diminuiu a qualidade, mas sim o plano do capitalismo, em manter o Brasil como subdesenvolvido. Se nossas escolas, nossos educadores, nossos políticos honestos não tivessem sucumbido aos 24 anos de atraso extremo, poderíamos até não estar lá nos 90%, mas com certeza estaríamos muito melhor.
Trabalhar as TDIC' s no ensino de história não é apenas reproduzir tal qual uma imagem num data show, mas é problematizar essa imagem levando o aluno a fazer conexões com o conhecimento já trazido de casa com a proposta de direcionamento do ensinar história proposto nos PCN's de história associado com a dinâmica metodológica do professor de história.
Ensinar não é ditar e educar não é ensinar. É ensinar dar independência de pensamento ao aluno, fazendo com que de per si progrida: o professor é guia. É educar incutir no estudante o espírito de análise, de observação, de raciocínio, capacitando-o a ir além da simples letra do texto, do simples conteúdo de um livro, incentivando-o, animando-o. No fazer do estudante de hoje o cidadão de amanhã está o trabalho educacional do professor.
Foi o desafio de não ser da área de Sociologia que me levou a voos mais altos. Primeiramente ler o livro didático, segundo se especializar, terceiro produzir textos, vídeos e quarto entender que a produção de um pesquisador é constante.
Quando temos metas e objetivos bem definidos, verificamos que as pseudo criticas não tem validade. Começamos então a perceber que os argumentos de autoridade ( do negativista) não tem valor, pois são rasas e ineficientes.
Sociólogo de formação ! E agora o que fazer? Ler, refletir, produzir e interagir com este mundo de incríveis possibilidades.
Ser mediador de um Projeto escolar " Jornal O Corujinha" foi uma riquíssima experiência em minha formação enquanto pesquisador em Sociologia. Nunca vou esquecer da primeira experiência de mediação em projeto escolar " Jornal Cabeça de Cuia - 2012".
Quando o conhecimento adquirido na Universidade começa a ser aplicado de forma eficiente e eficaz no ambiente de trabalho, por mais absurdo que seja, causa espanto, admiração, perseguição e reflexão.
Tecedor de gente
Gente que mora
Dentro da gente
Não escolhe a hora
Nem vive um momento somente.
Entra sem bater,
Bate sem querer.
Tece, costura, ama, padece.
Quando sai, não sai,
Continua vivendo nos nossos gestos,
No nosso jeito de ser.
Não nos deixa jamais.
Um dia, um ponto.
Outro dia, outro ponto.
Nossa vida vai-se fazendo
Numa outra cor, ou noutro tom,
Num mesmo conto...
O menino que não tinha borracha
Ele molhou o dedo na língua e tentou apagar o escrito esfregando o dedo como se fosse uma borracha, mas, infelizmente, não conseguiu apagar e, pior que isso, acabou furando o papel.
A professora, que tinha assistido aquela cena, falou:
_Vou dar um presente pra quem me trouxer uma folha furada.
_Que sorte! _ gritou o menino. E levou sua folha pra professora ver.
_Você ganhou! Disse a professora.
E adivinha qual era o prêmio? ...Uma borracha.
Até hoje não se apaga de sua lembrança aquela borracha e seu maior presente: a professora.
Literatura de Cordel
Título: O Sermão do Monte
Jesus subiu ao monte
e começa a ensinar
à multidão e aos discípulos
que o ouvia sem hesitar.
Jesus falava inspirado
e o povo, maravilhado,
começa a se alegrar.
O mestre traz o sermão
Sobre as bem-aventuranças.
Estavam ali presentes:
Homens, mulheres, crianças,
com seus corações tocados
e espíritos renovados
radiantes de esperança.
O bom Mestre é paciente
No trato com o aprendiz.
Seu jeito meigo e suave
Dos homens, quebra a cerviz
Com brandura e carinho
Sem papel ou pergaminho
Jesus abre a boca e diz:
Os que são pobres de espírito
serão bem-aventurados
e se apropriarão do Reino,
que o Deus Pai tem preparado,
e o que chora neste chão
Se alegrará de montão,
porque será consolado.
Os humildes brilharão,
terão a terra por herança.
O faminto por justiça
a achará em abundância
e saciará a fome
que, por vezes, o consome
na adversa circunstância.
Felizes também serão
os pacificadores,
os promotores da paz,
que nas guerras plantam flores.
São filhos do Deus amado,
povo bem-aventurado
que à terra dão sabores.
E aos que, por justiça,
sofrerem perseguição,
como presente de Deus,
o Reino dos Céus terão,
e o que for difamado,
perseguido e maltratado,
por Jesus, se alegrarão.
O misericordioso
Será bem-aventurado
e terá a misericórdia
conforme a terá buscado.
E os puros de coração
Ao Pai Celeste verão,
no tempo determinado.
Essa fala de Jesus
É bastante conhecida,
se chama Sermão do Monte,
em que a graça é refletida,
no ousado amor de Cristo,
que se deu em sacrifício
para nos conceder vida.
Não estou nesse mundo de passagem... estou para aprendizagem... tenho plena convicção que sou aluno... também sei que o universo é minha sala de aula... todos os dias meu coração aprende uma coisa nova... e meu mundo...se renova! 😉❤️🙏 ( Cris)
Das piores prisões, a ignorância tem seu lugar de destaque. Ser livre não basta o seu ir e vir, mas ter plena liberdade para pensar e agir fora dos currais dogmáticos das influencias psicossociais ao qual o ser está inserido.
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