Professor Carlos Drumond de Andrade
"Nada é mais triste do que ver alguém que costumava ser especial se transformar em alguém que você mal reconhece."
"Às vezes, a solidão é uma bênção disfarçada, lembrando-nos de que é preciso escolher bem as pessoas com quem compartilhamos nossa jornada."
"Mesmo nas sombras, continuo a criar e a persistir, na esperança de que um dia meu esforço seja reconhecido."
E pensar, de certo modo, que um dia minh'alma abandonará este corpo corruptível, onde meus planos e aspirações talvez jogados num metafórico vórtex escuro como breu, farão com que meu espírito seja apagado da história, onde serei lembrado em meio à pequenos comentários e vagas memórias, tanto familiares quanto amistosas. É difícil de imaginar que, meu simples e casual eu, será esquecido para o resto da eternidade. Do que importa interrogar-se com frases bem elaboradas, sendo que as respostas são assim como nós? Casuais e simples. Qual o valor dos cinco minutos de fama? Se ao fim disto tudo, nos deparamos novamente com a nossa resquícia simplicidade e casualidade?
Em síntese ou da prol benevolência de terceiros, vivemos ameaçados pelo vetor principal de uma relação: o amor. Sua estratégia decorre através de sentimentos à flor da pele, e suas manifestações ocorrem em momentos tanto repentinos quanto imperceptíveis. A vida traz consigo uma plena gama de alternativas consequentes, onde a responsabilidade de decidir é vital para que nossos caráteres sejam induzidos à versões melhores de nós mesmos. A forma com que tratamos estas atitudes, decide a forma com que seremos tratados posteriormente.
Umas das ironias ou dilemas existenciais é viver sob tensão entre as duas coisas que mais desejamos: segurança e liberdade.
Para onde quer que eu olhe, vejo o que meu coração enxerga.
Só o que ele enxerga...é por isso que antes de ver de verdade só é preciso uma coisa... AMAR!
É mais fácil culpar o passado, reclamar das injustiças do mundo, acreditar numa conspiração do universo contra si ou dizer que o motivo do insucesso pessoal foi a inveja de muitos, do que admitir as próprias falhas e fracassos e aprender alguma coisa com essas coisas.
Em nome das nossas próprias dores, que não conseguimos sentir e integrar, nos mantemos na ignorância e isso custa caro à vida que chega através de nós.
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