Professor Carlos Drumond de Andrade
Gosto do pasado porque eu estive la quando te amei, gosto do presente porque eu estou aqui para te amar, gosto do futuro porque eu estarei la para não te esquecer.
Meu irmão, eu te adoro porque, sem você, eu nunca estaria aqui para te dizer: você é o meu irmão do coração.
Me critique se eu estiver errado, quero desabar tudo com voce, partilhar os bons e os maus momentos, me ame quando eu precissar e quero viver consigo e estar sempre consigo.
Decidi viver mesmo conjugando o verbo sofrer. Quero conhecer a vida mesmo sabendo que ela ja está obsorvida.
Aprendi amar com o coração quando voce tocou a minha mão, odeio a solidão porque eu sei que em ti encontrarei a paixão.
Não é necessario usar oculos para enfrentar e passar obstaculos, mas sim ter certeza e pensar com clareza.
Eu sou o espaço e voce és o meu endereço. Eu sou a luz da eluminação e voce és o que conduz o meu coração.
Os seus movimentos alegram os meus pensamentos, eu sou sinceiro porque o amor que eu sinto por ti é verdadeiro. Nunca duvida mas sim acredita que te amarei para sempre.
Estou parado aqui a pensar o que será de mim se eu não enfrentar. Eu não quero parar no meio e nem quero guardar receio. Quero continuar a enfrentar e pensar em não desistir, enfrentar para sempre e nunca parar.
Eu vi-te, eu pensei-te, eu chorei, eu encontrei-te, quero ficar sempre consigo, quero amar-te. Eu vivo por ti, quero morrer por ti. Eu sonho, acordo não te vejo, quero sofrer por ti, procurar por ti, viver por ti, e nunca perder-te.
O seu corpo interior é mais doce que qualquer doçora, o meu corpo sentindo a sua temperatura, provar os seus labios é como qualquer coisa que não é deste universo, eu quero ficar consigo no espaço sentindo os seus passos, reparar e sentir os seus movimentos reazam os sonhos dos meus pensamentos.
O instintual, o id, existe, mas não como função pura, pois, este nos aparece humanizado, representado e selecionado por processos psíquicos inconscientes, ficando em um circuíto fechado, não cristalizado, revestido, objetivando saciar as necessidades inatas. Seu aparecimento por representações, emana do impacto com o outro, é aí que se humaniza, o Outro é quem exerce o empuxo sobre nosso fluxo de energia psíquica, revestindo-nos de linguagem significante, para que possamos investir nosso significado subjetivo, uno, seguindo a própria ética do desejo, encaixando a outra cena, isto é, o inconsciente na relação com o mundo concreto através de representações pulsionais, nunca se mostrando como tais. Ficando a nossa verdade desconhecida, contorcida, revestida e vezes sentidas por processos psíquicos diversos. No mais íntimo de nós, no estranho, lá onde a ética é a da desejo, há algo humano que pulsa por viver.
Razão versus emoção.
Para se refletir sobre a razão versus a emoção é importante que investimos um pouco de ambos neste processo de reflexão. Para inicio de reflexão é nos de extrema valia definir do que trataremos como emoção e como razão.
Emoção pode-se dizer de processo de energia psíquico afetuoso que carrega em si carga de energia com sentido psíquico, algo mais ligado ao inconsciente e suas pulsões e ética do desejo. Já a razão, muitos dizem ser processos advindos da racionalidade, da consciencia e da representação, algo mais ligado ao julgamento do superego, ego e ética moral social.
Neste sentido ambos aparecem sempre juntos, variando a quantidade de cada um, ora temos uma escala com a emoção aumentada e ora temos a razão. Na razão temos fundo de emoção e na emoção fundo de razão, e nos processos da vida temos fundo de ambos.
Em um pensamento mais refletivo, questiono-me; não teríamos na emoção, no inconsciente uma razão? E na ética moral, consciente uma emoção? Pois bem, parece-me que sim, pois neste sentido só criamos a razão consciente para frearmos as manifestação da emoção e não seria isto uma emoção frente as manifestações de outras emoções gerando a razão? E a emoção dita sem razão não seria fruto de uma razão do sentido da busca da vida do sujeito, da ética de seu desejo? Dizem que nas manifestações desenfreadas das pulsões não há razão, mas ela própria, vale aqui lembrar é uma representação, uma razão humanizada do sujeito. Dizem que na razão não há emoções, mas equivale lembrar aqui, que o próprio ato de criar uma razão é uma movimentação de emoções.
Qual é a verdadeira razão e emoção, a racionalizada ou a sentida? Bom, de toda forma para respondermos a esta suscitação utilizaremos de ambas, e isto nos faz entender que a razão e emoção são maios íntimas do que racionalizamos e isto as fazem estranhas umas as outras. Para a psicanálise a verdade é a do sujeito, e sua razão e emoção é a do inconsciente, a do desejo em relação com a própria história de vida ou seja com as emoções e razões da vida. Para que delimitar aquilo que vive na fronteira?
O legal da felicidade é que ela não existe plenamente e sim momentaneamente, existe momentos felizes. O recheio da felicidade são os momentos não felizes condensados na sua incessante busca, o seu alcance, porém, é somente a cobertura, a cereja do bolo, por assim dizer.
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