Professor Carlos Drumond de Andrade
Olhar fixamente para os seus olhos castanhos e reluzentes
É como olhar para o infinito de um céu estrelado.
De repente vejo cometas e até estrelas cadentes.
É nessa hora que faço um pedido e não demoro nem um segundo:
O meu desejo é ter você por perto sempre,
É ter a sua presença constantemente em meu MUNDO.
Ainda Lembro.
Ainda lembro do barulho da rede balançando.
Ainda lembro da parede do terraço pintado, imitando o amadeirado.
Lembro do meu avô deitado no terraço,
Lembro das serestas,
Lembro da vitrola tocando sua música predileta e enquanto ouvia deitado, tocava só com os dois dedos no chão para embalar o balançado.
Lembro do silêncio,
Lembro das histórias,
Lembro das piadas.
Ainda lembro do chapéu torto,
Ainda lembro do seu bico torto,
Volto a lembrar do barulho da rede do terraço.
Se você acredita em visualizações, se impresisona romanticamente com likes e comentários, se passou a viver e a medir a qualidade de seus relacionamentos a partir das dinâmicas das redes sociais parabéns! Você se tornou num habitante da "Terra do Nunca".
S.A.
Antes de materializar a vida em nosso ventre, a geramos no íntimo de nosso ser, muitas vezes sem estar conscientes de que a Fonte trabalha através de nós.
Na manhã que desperta, lá vem ela, Morena bela, como uma estrela. Seus cabelos ao vento, seu riso no ar, Iluminam meu dia, fazem-me sonhar.
Viva com intensidade sua vida, Ame, perdoe, seja feliz ao lado daqueles que verdadeiramente te amam.
DESUMANO
Brincam com tudo...
Com seus sentimentos,
Com sua dignidade,
Com sua saúde,
Com o que deveria ser sagrado: o alimento.
A terra, exausta, já não produz como antes.
Nos últimos vinte anos, o veneno derramado — agrotóxicos e ambição — brotou em câncer e devastação.
A ganância arrancou as raízes da ética, sufocou os frutos da moral.
Em nome do capital, sacrificam vidas:
Poluem a água que deveria saciar,
Envenenam o solo que deveria nutrir,
Adulteram a carne que deveria sustentar.
Atacam no silêncio, onde não há voz para defesa.
São “pseudo-semelhantes”, vorazes predadores de um povo faminto.
Oferecem comida que, nem aos cães, serviria sem piedade.
E o que é mais difícil de engolir?
O alimento contaminado, mascarado para disfarçar sua morte precoce?
Ou a podridão moral dos que lucram com essa tragédia?
Tentam maquiar a decomposição. Colocam papel — ironicamente, o mais limpo no espetáculo sujo — entre carne e desespero.
Mas não é poesia, nem literatura:
É a carne que você paga caro e consome com alegria, sem saber que ela traz, no sabor, o amargor da degradação.
Não se trata apenas do alimento físico.
É a alma que se contamina com o cinismo dos "vermes humanos",
gente que rasteja pelo lucro, deixando um rastro de destruição.
Dia após dia, a desumanização avança, tragando vidas como um buraco negro, onde nada sobrevive.
Até quando se dará esse espetáculo grotesco e velado?
Até quando o lucro falará mais alto que a vida?
Até quando a vida humana, será considerada a carne mais barata do mercado?
Seres humanos, desumanizados.
Mas a história não acabou
O solo ferido, ainda pode renascer,
A água envenenada, voltar a correr,
E as sementes perdidas pela ganância,
Brotem de novo em terra de esperança.
Há força na indignação,
Coragem em cada coração,
Resistência no grito abafado,
Renascendo onde tudo foi calado.
Somos as mãos que plantam a ética,
Os passos que caminham na poética,
De um futuro onde o alimento, enfim,
Será puro, sagrado, do início ao fim.
Enquanto a vida pulsar na raiz,
Mesmo sufocada, ela insiste e diz:
"Há um amanhã esperando florescer,
No solo que a justiça há de devolver."
"Amor, harmonia, afeto, ternura, cuidado, proteção, vínculo, amizade, zelo, ligação, convivência, laços, fraternidade, união, as palavras que fortalecem a nossa conexão e nos moldam enquanto família e quem somos são sinônimos."
A ausência de conciência de classe pode gerar uma confusão na hora de definir a sua felicidade e o ambiente onde você mais se realiza como pessoa.
A natureza da mulher lhe presenteia com a empatia, que atrai a felicidade, características humanas, onde uma não vive sem a outra.
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