Procuro em Amor que ainda Nao Encontrei
Quem gasta tempo e energia tentando esvaziar o amor do outro demonstra um vazio enorme dentro da própria vida.
Por mais que tentem cavar abismos entre duas pessoas, o amor sincero e a esperança encontram sempre um jeito de atravessar.
A lealdade de um amor idealizado é um escudo contra a maldade, pois a inveja alheia nunca alcança a beleza de um sonho verdadeiro.
O eco das críticas maldosas dissipa-se com o tempo, mas a integridade de quem mantém um amor leal permanece intacta e altiva.
Falar sobre o amor de Deus em corredores universitários muitas vezes provoca reações de impaciência, pois o racionalismo acadêmico tende a rejeitar tudo o que não pode ser medido, provado ou desconstruído criticamente.
A menção ao amor divino é sumariamente banida dos debates sob o pretexto de laicidade, revelando na prática um preconceito implacável contra aqueles cuja bússola moral é o próprio Cristo.
Discorrer sobre o amor sacrificial de Jesus no ambiente acadêmico é frequentemente recebido com olhares de superioridade, como se a revelação divina fosse indigna de consideração por mentes supostamente iluminadas.
Deixamos o Criador de lado, abandonamos o amor e a igualdade social para dar espaço ao medo, à raiva e a tudo que há de pior na nossa essência corrompida.
Estamos vivendo os destroços de uma sociedade que vendeu a alma ao ódio, chutou o amor para longe e escolheu caminhar de mãos dadas com a ruína absoluta.
A ganância desenfreada corrompe até as almas mais puras, trocando o amor e a solidariedade por migalhas de um poder efêmero.
Substituir o amor ao próximo ensinado por Cristo pela militância do ódio nas universidades revela o caráter corrompido de quem usa o diploma para espalhar a maldade.
Nas salas de aula, em vez de transmitirem o amor e os ensinamentos de Jesus, alguns professores acabam gerando confusão, brigas e rixas, piorando ainda mais os atritos em vez de apaziguá-los.
Em vez de trazerem a paz, ensinarem o amor de Jesus e orientarem os alunos pela palavra divina, alguns professores iniciam discussões, dão broncas e provocam ainda mais brigas e rixas na sala de aula.
O amor ao próximo começa na forma como escolhemos falar, pois cada ofensa fere o coração de quem ouve e entende o valor de cada ser humano.
Quando silenciamos a ofensa, o amor de Deus se espalha muito mais rápido e transforma a frieza do mundo em um lugar de acolhimento.
Escolha o silêncio em vez da ofensa e a bondade em vez da grosseria, porque o amor se espalha muito mais quando decidimos ser luz na vida dos outros.
Palavras de ofensa fecham portas para a paz, mas um coração cheio do amor de Deus escolhe sempre abençoar em vez de xingar.
Abandone os xingamentos e decida praticar a gentileza, porque o amor se multiplica e alcança muito mais vidas quando escolhemos o respeito.
Quando evitamos ofender e escolhemos o perdão, permitimos que o amor de Deus transborde e transforme qualquer ambiente em um lugar de harmonia.
Substitua a grosseria por uma palavra amiga, e você verá como o amor se espalha e transforma a vida de quem está ao seu redor.
