Procuro em Amor que ainda Nao Encontrei
O que é o Amor?
Só sei que é inimiga da covardia
Pois para ganhá-lo tem que perder
Vencer o medo de ganhar
Vencer o medo de perder
E conquistar o direito de ser livre
Para perder a própria liberdade
Conveniência
Já fingi amor
Já fingi alegria
Já fingi tristeza
Já fingi simpatia
Já fingi prazer
Já fingi ódio
Fingi tão sinceramente
Que cheguei a duvidar se deveras não senti
Fé sem amor, sem gratidão, sem humanidade, sem humildade é como um eco vazio que ressoa em um templo sem alma; não é divina, pois o divino se revela onde o essas virtudes são verdadeiras, sem isso a fé se torna uma crença sem essência, algo distante da verdadeira natureza de Deus.
O poeta sabe o que é amor
O poeta sabe o que é paixão
E como último ato aqui na terra
Te entrego o meu coração
Um grande amor naturalmente acontece. Ele é como o vento que, sem nos avisar, simplesmente vem e beija nosso corpo.
Dizem que o amor é cego. É nada! Cego mesmo é a paixão, que deixa a gente sem chão, faz doer, descontrola e ainda domina tudo quanto é sentido. Perto disso, o amor sabe o que faz.
Quanto mais sinto, mais me perco nas garras deste chamado amor. Achado, busco cada vez mais motivos para dele falar, pois parece vamos ficando íntimos. Depois do possível, agora eu acredito que ele é algo que escolhemos usar. Feliz quem usa, mais ainda quem o recebe. Impossível medir, pois não há tamanho, cor ou idade. Ingastável e disponível para quem quiser usar, com quem quiser e em qualquer tempo.
Se você encontra o amor ideal e tenta transformá-lo no único juiz do que há de bom e de mau em você, transformá-lo em medida de suas realizações, você se torna simplesmente o reflexo da outra pessoa.
(Ernest Becker)
Tem veias sonoras no batimento da vida, em corpos dilatados de amor. Na majestosa arte natural dos movimentos, dançam livremente.
Debbie Villela
