Procuro em Amor que ainda Nao Encontrei
Ainda sinto seu cheiro no meu corpo...
Ainda ouço seus sussurros em meus ouvidos...
Ainda saboreio seu gosto em minha boca...
Ainda me arrepio ao toque de suas mãos...
Ainda vejo o brilho dos seus olhos no momento do êxtase....
Como é que depois de tudo eu ainda sinto este conforto de escrever para ti, sendo que sequer vais ler?
Vida Contrária
- Era inverno, ou talvez outono. Ainda morava na Europa e era um dia como qualquer outro. Estava frio e voltava da escola quando uma idosa caiu em frente ao banco, por onde eu passava naquele momento. Mesmo sabendo que ela precisava de ajuda, ignorei a situação e segui o meu caminho, com um grande aperto no peito, sabendo que fiz o errado. Felizmente, ao olhar para trás, reparei que um homem ajudou-a a levantar, suspirei de alívio.
- Este ano, estando morando no outro lado do oceano, deparei-me com a mesma situação. Mas agi de outra forma. O engraçado é que a senhora disse "Eu não preciso de ajuda, isso sempre acontece.".
PS: Somos únicos como peças de um quebra-cabeça, mas ainda assim somos partes distintas do universo. #Coexistência
O(A) exibido(a), além de carregar a fama de “chato(a)”, pode ser considerado ainda como a pessoa que realiza declarações impróprias e ainda se vangloria em demasia.
Ei menina por detrás dos textos, presta atenção neste contexto, ainda te escrevo quase todo dia, mais facil eu escrever do que te falar .
Você, esta na infinidade dos pensamentos, no vento que quando te leva, te espalha no ar.
Olha menina ! Que és indispensável leveza, incalculável esse grado que tenho ao te pensar.
Outro dia, dia que eu não te escrevia, te lia ,relia, para analisar.
Buscava as palavras nas entrelinhas que mal se encombriam nno teu respirar.
Menina! Na prosa, no verso, no texto eu só demonstrava que o que eu te escrevia quase todo dia, são os sons das palavras tímidas da minha síntese mania literária de amar.
"A BATALHA ESTA ME MACHUCANDO, MAIS AINDA TEM A GUERRA QUE VIRÁ PARA ME DESTRUIR. AGORA É AGUARDAR OS CORVOS RODEAREM MEU CORPO, PARA QUE NO ULTIMO SUSPIRO MINHA ALMA SEJA LIBERTADA E EU NÃO POSSA MAIS SENTIR ESSA DOR".
Eu ainda ouço você no meu sono
Você correndo pelas minhas veias
Seus sussurros, sua máquina
Nos sabíamos que era pra ser
Mas nunca pra durar
Me desculpe, você sempre soube.
Ainda sobre o senso de humor da vida, me peguei pensando naquela frase que diz: “Um amigo me chamou pra cuidar da dor dele. Guardei a minha no bolso. E fui.”
A citação é da Clarice Lispector, mas este sentimento que move tanta energia, pertence ás tantas pessoas comuns, que em algum momento da vida se agigantaram quando tomaram a simples decisão de salvarem o mundo.
No início elas mal sabiam qual caminho deveriam tomar. Por algumas oportunidades até pensaram em desistir, já que imaginavam que a salvação só poderia vir por meio das obras grandiosas, mas num momento de distração, viram diante de si a oportunidade de iniciarem as atividades justamente salvando o dia do próximo, mais próximo. E o resgate custou pouco: Algumas vezes, apenas uns minutos de ouvidos atentos aos desabafos de quem se expandiu tanto que já não cabia mais em si. Outras vezes, por meio de algumas simples trocas de olhares em silêncio, mas inundadas de respeito e compreensão. Noutras, apenas um abraço apertado antecipado ao pedido e sem pretensão maior que a de fazer o bem, sem olhar a quem.
Existem aqueles dias nos quais a gente sente que nem deveria ter saído da cama. São tantos desencontros entre as nossas vontades e os resultados obtidos, que só conseguimos reforçar o desejo de ficarmos em casa e assim evitarmos qualquer tipo de situação que venha a nos aborrecer ainda mais.
Mas a vida é uma caixinha de surpresas. Quem um dia se desiludiu amorosamente e jurou de pés juntos que nunca mais se entregaria aos encantos da paixão, tempos mais tarde veio a descobrir que, assim como (bem) disse a Fernanda Mello: ”(...) quando a gente para de acreditar em “amor da vida”, um amor pra vida da gente, aparece”. E então a espera passa a fazer sentido.
Quem um dia perdeu a fé em si mesmo, afirmando para os quatro cantos do mundo que não passava de um peso morto, um dia se viu como a única pessoa capaz de estender a mão para ajudar justamente quem mais agarrou a chance de lhe humilhar. E assim semeou pelo mundo, nobreza em forma de humildade.
Eu tenho aprendido que assim como as plantas, a gente também floresce. E também de dentro para fora. Aprendi que para despertarmos a consciência do quanto ainda podemos crescer - e todos nós podemos -, precisamos apenas valorizar cada uma das nossas tantas miudezas. E as alheias, também!
Aprendi que aos poucos nos aproximamos de quem verdadeiramente somos. E que não precisamos ter pressa, porque o fim da linha sempre levará a nós mesmos. Aprimorados. E todos nós podemos sim assumir o posto de super-heróis e assim salvarmos o mundo. Mas é preciso ter em mente que as maiores e mais altas construções existentes, um dia tiveram seu inicio por baixo.
Eu tenho a esperança de que um dia, cada um de nós possa chegar no ponto mais alto do seu amadurecimento, para então respirar macio por ter se tornado - finalmente - gente grande
Brisa Azul
Esta brisa que toca minha face,
tem o mesmo peso da tua mão.
Ainda sinto o gosto do teu sorriso,
quando a chuva molha o chão.
O azul dos teus olhos já não vejo, neste cinza das ruas.
Na procura intensa, encontro apenas indagações
e palavras cruas.
Os dias são como a lâmina,
ferem ao passo que se findam.
Os dias são como séculos,
o tempo não existe sem o tua presença.
São como cárcere sem teu cuidado,
não há fiança que liberte.
Os dias são escuros e vazios
já não há seu azul de pai.
Esta vida, ainda que breve e incerta, é plena de agradáveis surpresas. Uma delas, na minha, foi encontrar você.
Agradar uma mulher de origens dos desuses será de grande responsabilidade e maiores ainda as realizações.
E existem dias que o coração mesmo que cansado ainda é o lugar mais confortável de nós... E é nesse aconchego do sagrado que a vida canta simples !..
Números 6
Os nazireus
1 O Senhor disse ainda a Moisés:
2 "Diga o seguinte aos israelitas: Se um homem ou uma mulher fizer um voto especial, um voto de separação para o Senhor como nazireu,
3 terá que se abster de vinho e de outras bebidas fermentadas e não poderá beber vinagre feito de vinho ou de outra bebida fermentada. Não poderá beber suco de uva nem comer uvas nem passas.
4 Enquanto for nazireu, não poderá comer nada que venha da videira, nem mesmo as sementes ou as cascas.
5 "Durante todo o período de seu voto de separação, nenhuma lâmina será usada em sua cabeça. Até que termine o período de sua separação para o Senhor ele estará consagrado e deixará crescer o cabelo de sua cabeça.
6 Durante todo o período de sua separação para o Senhor, não poderá aproximar-se de um cadáver.
7 Mesmo que o seu próprio pai ou mãe ou irmã ou irmão morra, ele não poderá tornar-se impuro por causa deles, pois traz sobre a cabeça o símbolo de sua separação para Deus.
8 Durante todo o período de sua separação, estará consagrado ao Senhor.
9 "Se alguém morrer repentinamente perto dele, contaminando assim o cabelo que consagrou, ele terá que rapar a cabeça sete dias depois, dia da sua purificação.
10 No oitavo dia, trará duas rolinhas ou dois pombinhos ao sacerdote, à entrada da Tenda do Encontro.
11 O sacerdote oferecerá um como oferta pelo pecado e o outro como holocausto, para fazer propiciação por ele, pois pecou ao se aproximar de um cadáver. Naquele mesmo dia, o nazireu reconsagrará a sua cabeça.
12 Ele se dedicará ao Senhor pelo período de sua separação e trará um cordeiro de um ano de idade como oferta de reparação. Não se contarão os dias anteriores porque ficou contaminado durante a sua separação.
13 "Este é o ritual do nazireu quando terminar o período de sua separação: ele será trazido à entrada da Tenda do Encontro.
14 Ali apresentará a sua oferta ao Senhor: um cordeiro de um ano e sem defeito como holocausto, uma cordeira de um ano e sem defeito como oferta pelo pecado, um carneiro sem defeito como oferta de comunhão,
15 juntamente com a sua oferta de cereal, com a oferta derramada e com um cesto de pães sem fermento, bolos feitos da melhor farinha amassada com azeite e pães finos untados com azeite.
16 "O sacerdote os apresentará ao Senhor e oferecerá o sacrifício pelo pecado e o holocausto.
17 Apresentará o cesto de pães sem fermento e oferecerá o cordeiro como sacrifício de comunhão ao Senhor, juntamente com a oferta de cereal e a oferta derramada.
18 "Em seguida, à entrada da Tenda do Encontro, o nazireu rapará o cabelo que consagrou e o jogará no fogo que está embaixo do sacrifício da oferta de comunhão.
19 "Depois que o nazireu rapar o cabelo da sua consagração, o sacerdote lhe colocará nas mãos um ombro cozido do carneiro, um bolo e um pão fino tirados do cesto, ambos sem fermento.
20 O sacerdote os moverá perante o Senhor como gesto ritual de apresentação; são santos e pertencem ao sacerdote, bem como o peito que foi movido e a coxa. Depois disso o nazireu poderá beber vinho.
21 "Esse é o ritual do voto de nazireu e da oferta dedicada ao Senhor de acordo com a sua separação, sem contar qualquer outra coisa que ele possa dedicar. Cumprirá o voto que tiver feito de acordo com o ritual do nazireu".
A bênção sacerdotal
22 O Senhor disse a Moisés:
23 "Diga a Arão e aos seus filhos: Assim vocês abençoarão os israelitas:
24 "O Senhor te abençoe e te guarde;
25 o Senhor faça resplandecer o seu rosto sobre ti e te conceda graça;
26 o Senhor volte para ti o seu rosto e te dê paz.
27 "Assim eles invocarão o meu nome sobre os israelitas, e eu os abençoarei".
2 Samuel 9
David e Mefibosete
1 Certa ocasião Davi perguntou: "Resta ainda alguém da família de Saul a quem eu possa mostrar lealdade, por causa de minha amizade com Jônatas?"
2 Então chamaram Ziba, um dos servos de Saul, para apresentar-se a Davi, e o rei lhe perguntou: "Você é Ziba?" "Sou teu servo", respondeu ele.
3 Perguntou-lhe Davi: "Resta ainda alguém da família de Saul a quem eu possa mostrar a lealdade de Deus?" Respondeu Ziba: "Ainda há um filho de Jônatas, aleijado dos pés".
4 "Onde está ele?", perguntou o rei. Ziba respondeu: "Na casa de Maquir, filho de Amiel, em Lo-Debar".
5 Então o rei Davi mandou trazê-lo de Lo-Debar.
6 Quando Mefibosete, filho de Jônatas e neto de Saul, compareceu diante de Davi, prostrou-se com o rosto em terra. "Mefibosete?", perguntou Davi. Ele respondeu: "Sim, sou teu servo".
7 "Não tenha medo", disse-lhe Davi, "pois é certo que eu o tratarei com bondade por causa de minha amizade com Jônatas, seu pai. Vou devolver-lhe todas as terras que pertenciam a seu avô, Saul, e você comerá sempre à minha mesa."
8 Mefibosete prostrou-se e disse: "Quem é o teu servo, para que te preocupes com um cão morto como eu?"
9 Então o rei convocou Ziba e disse-lhe: "Devolvi ao neto de Saul, seu senhor, tudo o que pertencia a ele e à família dele.
10 Você, seus filhos e seus servos cultivarão a terra para ele. Você trará a colheita para que haja provisões na casa do neto de seu senhor. Mas Mefibosete comerá sempre à minha mesa". Ziba tinha quinze filhos e vinte servos.
11 Então Ziba disse ao rei: "O teu servo fará tudo o que o rei, meu senhor, ordenou". Assim, Mefibosete passou a comer à mesa de Davi como se fosse um dos seus filhos.
12 Mefibosete tinha um filho ainda jovem chamado Mica. E todos os que moravam na casa de Ziba tornaram-se servos de Mefibosete.
13 Então Mefibosete, que era aleijado dos pés, foi morar em Jerusalém, pois passou a comer sempre à mesa do rei.
