Procuro em Amor que ainda Nao Encontrei

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“Nem toda renúncia é desapego; algumas renúncias ainda esperam aplauso.”
Do livro O Espelho da Alma Livre — Amor, Consciência e Dissolução do Ego no Silêncio Divino, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“A ciência explica muito do cérebro, mas ainda se inclina diante do mistério de como a matéria aprende a perceber a si mesma.”
Do livro Neurônios — O Fio da Consciência: Neurônios, Ciência e o Limite do Humano, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“A justiça tardia ainda pode preservar a memória, mas jamais devolve integralmente aquilo que a violência arrancou.”
Do livro Em Nome da Humanidade — A História, as Lutas e as Feridas dos Direitos Humanos, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“Quando a mente esquece, o coração ainda pode reconhecer a paz de uma voz conhecida.”
Do livro Alzheimer — Se Eu Não Lembrar, Me Abrace Mesmo Assim. Eu Ainda Estou Aqui, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“A memória afetiva é uma forma silenciosa de presença: mesmo sem saber explicar, o corpo ainda sabe sentir.”
Do livro Alzheimer — Se Eu Não Lembrar, Me Abrace Mesmo Assim. Eu Ainda Estou Aqui, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“Antes de educar, corrigir ou interpretar, é preciso reconhecer a criança como alguém que ainda está aprendendo a ser.”
Do livro No Começo, o Afeto — Winnicott e as Raízes do Desenvolvimento Emocional, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“A vida floresce com mais verdade quando aprendemos a reconhecer quais raízes emocionais ainda sustentam nossos antigos padrões.”
Do livro A Terra Invisível — O Subconsciente que Escuta e, sem Julgamento, Faz Nascer Tudo o que Você Plantar, da autora Nina Lee Magalh

“O desafio da criança muitas vezes é a linguagem possível de um sistema emocional que ainda não aprendeu a se regular.”
Do livro TOD — Transtorno Opositivo Desafiador: Compreensão, Diagnóstico e Caminhos para o Equilíbrio, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“A memória é a casa invisível onde ainda habitam as vozes, os cheiros, os afetos e as ausências que nos ensinaram a ser quem somos.”
Do livro O Grande Universo das Memórias, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“O ego espiritualizado é uma das máscaras mais sutis da vaidade: fala de luz enquanto ainda deseja superioridade.”
Do livro O Observador Interior — Ego, Consciência e Realidade: Diálogos entre Psicanálise, Filosofia, Física Quântica e Espiritualidade Crística, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“O desejo revela a alma: mostra onde há chamado, onde há ferida e onde ainda existe medo de receber.”
Do livro A Palavra que Cria Mundos — Manifestação, Imaginação e Fé, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“Nem toda espera é atraso; algumas promessas ainda estão criando raízes no escuro.”
Do livro A Palavra que Cria Mundos — Manifestação, Imaginação e Fé, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“Pistis Sophia revela que até a sabedoria pode cair, mas a alma que se volta para a luz ainda pode reencontrar direção.”
Do livro A Palavra que Cria Mundos — Manifestação, Imaginação e Fé, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

Ainda aqui
por Sariel Oliveira

Eu já vi a morte levar gente demais de mim.
Gente que eu amava, que eu queria perto,
gente que eu achava que ainda tinha tempo.

E não teve.

A morte não dá aviso,
não dá chance de preparar o coração.
Ela só vem… e tira.

E depois disso, alguma coisa muda dentro da gente.

Hoje, eu prefiro que as pessoas se afastem.
Prefiro ver de longe, mesmo que doa.
Prefiro saber que estão vivendo, sorrindo, seguindo a vida…
mesmo que não seja comigo.

Porque a distância machuca,
mas não destrói do jeito que a morte destrói.

A morte não deixa escolha.
Não deixa caminho de volta.
Não deixa nem um “e se”.

Então, se for pra perder…
que seja pra vida.

Que seja vendo de longe,
que seja em silêncio,
mas sabendo que ainda estão aqui,
em algum lugar do mundo.

Porque no fundo…
o que mais dói não é a distância.

É a certeza de que nunca mais vai existir nem a chance de estar perto de novo.

Em um mundo paralelo, talvez as pessoas ainda pudessem ser felizes juntas… Mas onde foi parar o amor?

A única porta que se fecha e nunca mais se abre é a do caixão.
Enquanto há vida, ainda há tempo para recomeçar.
Viva intensamente. Seja feliz.

Uma criança de 4 anos ainda é um bebê.
Às vezes esquecemos disso porque eles já falam como gente grande.
Mas 4 anos ainda é muito pequeno.

Aos 4 anos,
eles fazem mil perguntas, inventam histórias
e transformam qualquer coisa em brincadeira.

Mas também é a fase das emoções intensas.
Eles choram forte, se frustram rápido
e ainda estão aprendendo a lidar com o que sentem.

Quatro anos é a fase das gargalhadas sem motivo,
das perguntas inesperadas,
e dos abraços que chegam de surpresa.

Um dia eles não vão mais pedir abraço antes de dormir.
Um dia eles vão parar de subir no seu colo.

E você vai olhar para trás desejando
só mais um dia do seu filho de 4 anos.

“Se o mundo está escuro, talvez seja porque a luz ainda está escondida. E quando a gente anda com Jesus os muros não nos limitam. Eles nos impulsionam.”

Saudosista realista.
O passado foi melhor do que o presente, e parecerá ainda melhor no futuro!

Tudo na vida é morte, mas há quem morra devagar, tentando ainda viver um pouco mais.