Procuro em Amor que ainda Nao Encontrei

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Seguir por onde ninguém passou ainda é enigma:
quem foi o primeiro a pisar a terra?
Num mundo sem explicação, tantos apenas vivem por viver.

Fato da vida: quando você foi pedra, a marreta te quebrou sem piedade; ainda assim, mesmo em pedaços, você continuou útil, pois a resiliência é a tua marca.

Ainda que as correntes estejam presas em você para oprimir, eu continuarei em liberdade.

Perguntas sem resposta, planos sem encontro. E ainda assim desejo estar contigo mesmo sabendo que não vai estar comigo, será loucura ou fascinação amar sem direção aquela mulher desconhecida.

Nem tudo está fora do lugar — ainda que muitos questionem e busquem sem encontrar, há coisas que permanecem exatamente onde deveriam estar.

Está na hora de definir o nosso futuro — se é que ainda temos um.
Vejo-o amordaçado, acorrentado, impossibilitado;
caído, lastimável, lamentando, clamando, implorando...
Mas ninguém o ouve, ninguém responde.
O passado jaz esquecido, morto;
o presente, triste, carrega o peso da indiferença.
Quem aborrece está caído,
quem agrada perdeu o respeito —
é fantoche da própria imoralidade.
E aquele que ainda sente,
que conserva razão e paixão,
afunda no lago dos arrependimentos,
em lágrimas sofridas, silenciosas,
clamando por um grito de misericórdia.

Olha dentro de ti — ainda há tempo de vencer a tempestade.
Abriga-te nas paixões que se foram, nos amores ausentes que já não te pertencem.
Apega-te à solidão, ao silêncio do vazio, até que a tormenta se dissipe.
Há lógica nas respostas conscientes e força no amor que renasce.
Olha novamente para ti —
e percebe a quem entregas o teu coração...

Até quando vamos seguir tropeçando nessa caminhada feita de silêncios e meias palavras?
Ainda gosto de você — e, mais do que isso, tenho medo de esquecer o quanto gosto.
Já passou da hora de sair do estacionamento da indecisão. Você permanece no acostamento, imóvel, mesmo estando tão perto de mim.


O manto que te envolve logo deixará à mostra o quanto já percorremos — ou o quanto deixamos de ir.
Confesso: cansei de ser sempre o primeiro passo.
Afinal, quem se curva demais, uma hora acaba beijando o chão...

O seu perdão foi um gesto belo — parabéns pela nobreza da sua atitude.
Mesmo que o corpo ainda carregue a alma em aflição, você escolheu perdoar, enxergando o melhor em mim, ainda que minha essência não se igualasse à sua.

Apesar dos pesares que tenho vivido, ainda guardo carinho e atenção por você, mulher encantadora.
Sei que você tem dúvidas sobre o que sinto, mas os meus sentimentos calados não te expulsaram da minha vida — afinal, você não é apenas parte do mundo: somos sobreviventes.
E na sobrevivência, cada um aprende a brilhar com sua própria luz.
Mesmo com todo o carinho que sinto por você, seguirei sem você.
Guarde na caixinha dos teus sentimentos: não é ódio, nem vingança — é apenas sobrevivência, em busca de uma vida digna.

Será que ainda resta tempo para fugir, para ouvir o silêncio, para dizer o que nunca foi dito.
Ou será que o medo — mesmo pequeno — continuará a sussurrar, escondido, tentando me convencer de que a felicidade e o amor são apenas lampejos destinados a iluminar breves instantes?
Instantes que se tornam eternos somente quando ousamos vivê-los, enquanto o tempo ainda nos pertence.
É uma tortura existir sem descobrir, de verdade, o que significa viver..

Mesmo com a distância e a tua ausência,
teu nome ainda ecoa dentro de mim.
Fico imaginando você aqui, perto,
sentindo o teu cheiro que invade minha lembrança,
o gosto do teu beijo que nunca esqueceu meu lábio.
Queria poder te tocar todos os dias,
desenhar teu rosto com a ponta dos meus dedos,
olhar nos teus olhos e revelar, sem medo,
o quanto você é amada na minha vida,
o quanto tua presença, mesmo longe,
ainda acende luz nos meus caminhos.
E assim sigo, vivendo da esperança,
guardando teu amor no peito
como quem guarda um sol que nunca se apaga.

O que ganha DEUS,
se ELE nos fizer gostar
ainda mais do mundo?!

Vou onde o vento me leva, mesmo que o passado ainda tente me segurar. No cheiro do mar, encontro um conforto estranho, parte angústia, parte vontade de recomeçar.

De vez em quando eu ainda ouço
No silêncio da madrugada
Um misto de passos na calçada
e um som de sinos distantes
Que soavam nas torres das Igrejas
que existiram na minha infância
Chego a sentir o perfume
daquelas madrugadas
Iluminadas pelos vagalumes
Isso sempre me traz
um sentimento confuso:
Tristeza e alegria entrelaçadas
Eu corro abrir minha janela
Não vejo e não ouço mais nada
Somente as Estrelas no firmamento
dão atestado
de que eu um dia
Realmente tenha estado lá
Naquele tempo e lugar
Que o próprio tempo arrastou
Pra um lugar
Chamado nunca mais
Fecho a janela ciente
de que a minha vida
assim como as madrugadas
Nunca mais serão aquelas
Novamente.

A hora do despertar


É natural ao ser humano relutar diante da experiência do luto, ainda que saiba, em sua consciência mais íntima, que tudo aqui é passageiro e nada é permanente. Há, porém, uma audácia silenciosa: a crença de que jamais irá partir, mesmo sabendo que cada um chega ao mundo com os dias contados.

A vida, sendo viagem de experiências (maduras ou infantis), passa sempre.

Ao desembarcar na estação da existência, o homem deixa para trás entes que sofrem com sua partida e, antes mesmo de chegar, muitos já anseiam pelo seu retorno à casa primeira.

Ao despertar do sono letárgico do período gestacional, o homem chora ao nascer: choro de socorro diante do novo. Contou cada fase para essa oportunidade, mas, ainda assim, sofre o medo de enfrentar o desconhecido: outra vida, outro tempo, outra história.

Assim como o nascimento, a morte pode ser dolorosa, sobretudo para aquele que se acostumou ao corpo material que lhe foi emprestado. Esqueceu-se das responsabilidades assumidas outrora, por livre escolha, ciente do livre-arbítrio de que desfrutaria nesta passagem.

Muitas vezes, o homem se permite a ilusão de ser seu próprio deus, entregando-se às coisas efêmeras e acreditando que detém o controle, sobretudo do seu próprio corpo e mente, jogando- se integralmente às trivialidades materiais. Porém, na hora do retorno à estação primeira, perde-se em descontentamento, arrependendo-se de ter lançado fatias da própria existência ao vento. E, como criança, o velho chora ao perceber que a única coisa que já não possui é tempo para recomeçar, reconstruir, reviver ou corrigir a rota.

Para que a vida não lhe soe como um fardo pesado, é necessário reconhecer, antes de tudo, seu próprio eu e as atribuições assumidas em tempos pretéritos. Pois todo aquele que escolhe retornar à vida jamais estará isento de, um dia, experimentar a morte.

Mari Machado

A escolha é tua — e só tua — quando teu caminho ainda te representa.
Aprende, então, a nunca arrancar do outro o direito de decidir,
pois toda história, cedo ou tarde, retorna ao seu texto original,
e cada um será lembrado pelas escolhas que ousou ou negou permitir.

⁠As misericórdias do Senhor ainda estão se renovando a cada dia.

Gostaria de ter o dom da palavra, e descrever.
Eu ainda estou procurando as melhores palavras, para falar para o mundo. Estou revirando aqui a minha mente, procurando coisas nela que eu possa te oferecer! Mas diante do que tenho dentro do meu coração, a minha mente está vazia, e eu fico procurando palavras. Eu fico buscando formas para me expressar... Mas não tem jeito. Eu penso em você e me sinto envolvido em encantos! Eu penso em você e me vejo envolvido em vibrações que eu não sei explicar! Eu fecho os olhos e imagino você... E me vejo ao teu lado, em um lugar desconhecido... Talvez um lugar que pode até ser chamado de Paraíso! Paraíso dos sonhos... Paraíso das realidades... Um Paraíso perdido em algum lugar, mas vivo aqui dentro de mim... Onde eu reservo para você, um imenso e lindo florido jardim! E o que eu poderia dizer, se não existe força o bastante que detenha este meu querer? Como eu poderia tentar explicar
Ao sol, como o girassol procura a sua luz!? o céu a uma estrela? A germinacao de uma semente a terra? Como eu poderia explicar o belo para a beleza? Como eu poderia explicar o céu para os anjos? Como é que eu poderia explicar a uma gota d'água, o que é o oceano? Então como é que eu posso explicar para ? Como eu poderia explicar alguma coisa , se tudo se resume em você? Sei rosto, que me olhou, me olhando, sua face demeio perfil, lembro dos olho, sua boca , indescritível, de tão bom que é.
Como eu posso tentar te mostrar alguma coisa, se é através dos teus olhos que eu vejo a vida? Mas eu queria assim mesmo ter um dom maior... Para poder por para fora tudo que aqui dentro eu tenho... Mas não tem jeito... Então eu me calo... Mergulho no meu silêncio, e nele eu fico! Aqui... A imaginar-te... A sonhar... Aqui a querer-te... Estas são as palavras de um coração que estava adormecido... Esperando você chegar... Pacientemente... Transbordando amor... E te digo que o meu amor esteve ao teu lado durante toda a eternidade! E que continuarei com você até as estrelas deixarem de brilhar... Porque mesmo na distância de corpos físicos... Estamos unidos em um só pensamento, e uma só alma! De que vale o tempo e a estrada que nos separa? Você está distante, mas está em mim. Essa distância não me impede de acordar todos os dias com o teu cheiro, com o eco da tua voz em minha mente e com essa sensação boa do teu corpo aquecendo o meu.


Paz e amor!!! Vída!

Autor desconhecido.

E quando a saudade tem nome?
O coração ainda bate descompassado como na primeira vez.
O pensamento não vai embora e faz lembrar o cheiro, o gosto, a voz...
O calor que embalava nossos corpos, a melhor sensação da minha vida era ter você, estar em você, com você. Arrepiava.
Agora é só lembrança e vontade.
Vontade de voltar no tempo e viver tudo denovo. Tudo.
Ou esquecer.