Procuro em Amor que ainda Nao Encontrei

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Malditas lembranças que ainda teimam em me fazer prisioneira da tua imagem.
Malditas!

Quero que lembrem de mim,
como a menina que ainda sou por dentro,
que sente medo,que chora,que sente saudade...
Que luta por seus ideias,mesmo que muitos
não entendam,sou arteira,travessa,muleca...irmã
Amante da vida,criança,ciumenta,briguenta,
cabeça dura,alegre,palhaça,guerreira...mulher.

Errar é humano: mais humano ainda é atribuir o erro aos outros. Agora reconhecer nossos erros o que nos tornam?

Vou apagar o rastro de tristeza,vou limpar minhas lágrimas e apagar o que ainda me faz mal. Chega de sofrer por quem não vale a pena. Agora vou, me arrumar; preencher o coração com sentimentos bons; colocar nesse rosto risadas e sorrisos; se bastar e se amar - mais do que tudo, mais do que todos. Me orgulho de ser isso que sou, e sigo em frente.
A vida continua e se Deus não me deu o queria, é porque eu não precisava! :D

Perder em emoções,em sentimentos tão confusos,que ao tentar descomplicar,ele se embaraça ainda mais.Acredito que o mais difícil,nessa vida é ter certeza.As incertezas nos fazem acreditar em tanta tolice,em tantas coisas,simplesmente pelo fato estranho de querer ter certeza.

É muito sentimental dizer que ainda penso em ti?
é que eu sou o tipo de mulher que os homens esqueceram de valorizar.

Ela é mal amada.
Ou melhor, mal comida.
Melhor ainda, nem comida é.

Hoje eu estava observando as pessoas enquanto caminhava e fiquei pensando: Ainda bem que existe gosto para tudo né? Já pensou se todo mundo gostasse só de olhos azuis? Só de magros? Só de brancos? Enfim, perfeição de Deus é isso...

Grandes são as noites, e ainda maiores são os pensamentos, grandes são as noites e por serem grandes acrescentam tempo no relógio, que já cansado não para de trabalhar, grandes são as noites que espalham a sua mantilha por tudo onde passam e goteja a lua no seu bordado como se nenhuma outra luz houvesse. Grande são as noites, que servem de fundo para os beijos mais quentes, que alimentam a imaginação alheia, que destacam as luminárias umedecidas de sereno, grandes são as noites, que não são criadas, mas esperadas, como o trem dás oito e meia, trazendo na sua bagagem as mais inventivas sensações.

As folhas vão caindo e eu chorando bem baixinho… os meses vão se passando e ainda ando me procurando, mas ainda tenho a esperança que serei feliz de verdade! As folhas caem mais sempre nascem outras no lugar.

Tão longe, ainda te sinto, cintilante luz,
Suas palavras são músicas, versos que contém vida,
Vida minha, sublime presença, um pouco de voce,
Palavras que fazem a brisa queimar, resplendor convincente,
Entusiasta, ardorosa, uma rosa...

É bom te querer bem, sentir esse alguém,
Que mesmo distante, edificante se faz,
Vejo-a frágil porém não breve, paixão prazerosa,
Dom puro das palavras, amor Fulgaz...

Se ajusta ou assusta, quer meu bem,
E a resposta vem do além, de imediato,
Pois nem tudo é frio no inverno,
Palavras que alimentam nosso calor eterno...

E não somente palavras....

Cheguei em um estágio que preciso parar, olhar para dentro de mim, e ver o que realmente ainda serve. Sinto-me pesada com tantos sentimentos confusos. Hora de deixar o desnecessário para trás, embora seja difícil abandonar o que já me caiu com perfeição.

Embora a morte seja um terror para os homens, nos últimos instantes ainda presta um favor; faz o homem avaliar sua trajetória de vida para ver se fez o que estava ao seu alcance, e poderá assim, descansar em paz.

Me falta Rumo no escuro e a luz do Desespero me leva ao abismo, mas ainda tenho forças : me nego, RESISTO!

Quem se cala e clama o Abstrato, só vê luz no rumo do Fracasso. Ainda assim, acha que terá ajuda. De quem?! Depende do nome dado ao Nada.

Tempo de Criança


Saudade,
Do tempo em que eu ainda
brincava na rua de amarelinha,
Do tempo em que no olhar se via a
inocência e a vontade de viver,
Dos sorriso puros e dos sonhos tão bonitos...
Saudade,
Das bagunças, das traquinagens
e até dos tapas que a mamãe dava,
quando descobria alguma "arte" feita por mim...
Bons tempos os de criança!
Tempo em que tudo era uma brincadeira,
Tudo era alegri
Tempo que não volta mais,
Restando assim, somente lembranças,
Daquele tempo de criança
Que os anos não trazem mais
E que a saudade,
Se encarrega de guardar
Com tanto carinho e amor
Dentro do coração...

Sem medo de amar eu amei muito,e muito fui amada
Sem medo de viver eu vi vir, e ainda vivo
Sem medo de sonhar sonhei ,,sonhei muito
Sem medo de chorar muito chorei , ainda estou chorando
Sem medo de errar acabei errando , com vontade de acertar
Sem medo de sorrir eu sorrir , e muito
Sem medo de cair acabei caindo ,mas me levantei
Sem medo de gritar , eu gritei eu te amo

A pior morte, é quando morre algo dentro de nós
enquanto ainda vivemos.

É triste ver um sentimento tão nobre Sendo visto de modo tão pobre,Apesar de sua escassez Ainda creio no amor

APRENDIZ DE DIVAGAÇÕES

O teto, acima de mim,
Jaz sólido:
Ainda sim,
Transidamente,
Eu o olho.

Escalavrado pela impotência,
Pelo vácuo, pelo tédio
De afluirmos,
Deliberadamente,
Ao estuário da vida,
Deixo-me domar
Pelo sobrepujante cavalgar
Do heliocentrismo da elegia.

Pesarosas lágrimas silentes
E invisíveis rolam-me
Por sobre a epiderme:

Crianças ao bel-prazer
Do ódio como agasalho
Da devoluta alma,
Devoluta pele e osso,
Devoluta mente,
Devoluto corpo
Sorvem a seiva da ira
Contra o Éden misericordioso.

A eloquente voz de um homem
Esculpe, esmerila e grita
A oração: --- Sim, nós podemos, irmãos!

No entanto,
Será que esta sentença
Ganhará eco de materialização
No reino, hein, das vis-metais mentes e preconceituosos corações?

Não,
Tal convicção não acalenta
Meu escaldado ente-razão,
Mesmo quando agora
O contemplo segurando,
Firmemente, o poderoso cetro
Que norteia o rebanho
Das extáticas cabeças
Que, pelo oblíquo caminho, vão.

Na verdade,
O que, cotidianamente,
Vejo é a construção
--- cada vez mais célere ---
De megalópoles quatro palmos
Abaixo do chão.

Na verdade,
O que, cotidianamente,
Vejo são vales de incauto sangue derramado
Regozijarem os galhardos iconoclastas
Da sábia vida prolífica:
O escárnio á longevidade da sua celebração, sua mádida magia!

Testemunho
Querelas que libam,
Avidamente,
O vinho da ganância por poder
Abrir sulcos e crateras
Na mansão do nosso altruísmo.

Testemunho
O gradiente do egoísmo e da maldade
Açambarcar-se, avolumar-se,
Caminhar de mãos dadas com a ubiquidade,
Tornar-se loquacidade, astuto
E voraz canibalismo onipotente:
O arrebate do arrebol da crueldade iminente e a corrosão selvagem,
Chama alimentando a sequidão leviana, alarve
Qual ansiosamente se encontra
Ás portas do sol que liberta
A aura da universal supernova hecatômbica, fúnebre, funesta!

Enfim,
O teto, acima de mim,
Jaz sólido:
Contudo o liquefaço
Com o lume dos pensamentos
Que emana da íris dos meus olhos opacos.

Sim,
Contemplo, como se estivesse
Confinado numa câmara
Hermeticamente fechada,
A insensibilidade degustar-nos
Incomensuravelmente deleitada.