Procuro em Amor que ainda Nao Encontrei
Tem gente que nasce com sorte no amor;
Tem gente que nasce com sorte no jogo;
E tem eu, alguém tinha que nascer com azar...
Abençoada as mãos que me afagam o coração
Que acarinha com tanto amor meus cabelos e que alcança
A minha alma...
Sagrada à mão que me tira da solidão...
CANÇÃO PRIMEIRA
Desse amor que agora vivo
No peito, que pulsa elevado
Que de perfeito em fado
Fez-se canto, amor, contigo...
E do distante que’u esperava
Fez-se flor nascido em rosa
Ao jardim que te rogava
Nos versos de paixão e prosa...
Um esplendor de sol tão cheio
Na noite casta, uma explosão
No sentir profundo coração
Nesse amor que te vivo e leio...
De perene um notar tão forte
De cânticos a canção primeira
Vejo em mim razão e sorte
Vejo em ti, de crescer roseiras...
Pétalas podem sem notar cair
Melodias podem ser em dor
Mas destino que provou de vir
É de eterno nesse meu amor...
O amor é lindo, mas também é cego. Ele é incrível, mas também misterioso. O amor é um sentimento inexplicável e ao mesmo tempo confuso. É complicado de ser entendido, mas todos queremos um dia poder senti-lo. Enfim, o amor é simplesmente amar!
Como posso dizer um ´´eu te amo``, se ao menos conheço o amor. Só aproveito o máximo desse sentimento, pois é o principal motivo de me fazer sorrir.
Dedique seu amor, compartilhe seu saber, divida sua alegria com a pessoa que SAIBA apreciar, senão, poderá ser tudo inútil.
Eu só quero pra mim o seu amor verdadeiro... porque apesar das muitas incertezas da vida... tudo oque eu sinto por você é a grande certeza que nasceu comigo... Te amo meu grande amor!!!
Amar alguém que só consegue sentir amor se este vier com atributos complementários, só serve pra provar pra gente mesmo que somos meros acessórios.
Eles vivem bem menos que nós porque, o amor que levamos a vida toda pra aprender, eles já nascem sabendo.
Sei que o sentimento de amor que dedico ao Senhor do universo e ao meu semelhante, pode ter a extensão Mar.
Eu nado possuo.
A única coisa que tenho é o amor, e se quiser eu divido, e se dividir for pouco, eu vos dou, e se doar ainda não for o bastante, eu lhes mostro a minha fonte, fiquem com todo o meu amor.
O amor, ele não é encontrado, ele encontra, não tem fim, é infinito, não se esgota, é afluente.
Ao doar a minha fonte, oceanos irão me encontrar e saciar a minha sede de amar, limpando as chagas e dissipando o orgulho, e se ainda assim não for suficiente, dividiremos a fonte para que oceanos nos encontrem e saciem a nossa sede de amar.
Muita gente gosta de afirmar, em voz alta, que faria “qualquer coisa” por amor. Vocês já devem ter ouvido isso. Talvez até tenham dito a frase novelesca. Faz parte da nossa cultura. Outro dia, vi um rapaz dizer em rede nacional de televisão, com a maior naturalidade, que “mataria e morreria” por amor. O autor do exagero devia ter uns 18 anos, talvez menos. Deu vontade de rir, de tanto drama. O jovem Romeu da Tijuca ainda não descobriu que a melhor forma de amor se pratica entre vivos – preferencialmente em liberdade, que não estão na cadeia, presos por assassinato.
Isso não quer dizer que o amor não faça exigências terríveis. Eu mesmo já fiz cafunés de madrugada, cocei costas e apliquei massagens nos pés até ficar com as mãos exaustas. Por amor. Já lavei pias repletas de louça, fiz comidas sofríveis, fui ao mercado no domingo, tirei dinheiro do banco às sete da manhã e levei o lixo para fora vezes sem conta. Por amor. Já viajei ao exterior, dirigi até a praia, dancei até de madrugada e cantei até ficar rouco. Por amor. Alguns dirão que me faço de vítima. A verdade é que, por amor, já tomei vinhos excelentes, já comi em restaurantes caros, já assisti a espetáculos inesquecíveis e já comprei presentes que, só de lembrar, me enchem de alegria – e de uma vaga melancolia financeira.
Se alguém disser que isso tudo é pouco, talvez tenha a cabeça tomada por grandezas. Ou ache, como o Romeu da Tijuca, que amar é coisa de matar ou morrer, verdadeira luta com facas. O grande amor, ao contrário, é feito de miudezas. São gestos cotidianos, olhares cúmplices, uma mão que passa pela nuca e toca os cabelos enquanto a mulher que você ama conversa com outra pessoa. Amor também é feito de desejo, e a cada tanto exige a reafirmação de uma suave encostada - na pia, enquanto ela coa o café – e da barriga que toca o calor da outra barriga.
Esses sinais mostram amor como a temperatura denuncia a febre. Mas não são tudo.
Há também a conversa que atravessa os dias e dá sentido aos fatos da existência. E a lealdade, que permite contar com o outro nas horas sombrias. Ela impede que a gente se sinta sozinho num mundo de multidões solitárias. Não se pode esquecer a sacanagem, claro, sem a qual o amor morre de tédio. E o riso, em cuja ausência a morte se aproxima. No amor, se dizem as palavras mais doces, se dão os abraços mais ternos, se enxugam as lágrimas mais tristes, se grita, se geme. Nele, a gente se comove como o diabo. Em nada disso há heroísmo. Apenas a vida, em seus milagres comuns.
A única real grandeza do amor está em sua imensa vocação de fazer o outro feliz. Um dia depois do outro. Isso exige atenção, desvelo mesmo, e coisas como imaginação, tirocínio, esforço. Às vezes até sacrifício. O outro é tão complexo – tão desgraçadamente parecido conosco – que, às vezes, não sabe o que deseja e o que precisa. Conta conosco para iluminá-lo. Há que estar lá, portanto. Há que tentar entender com o coração e com as mãos, que apertam, seguram, amparam e acariciam.
Se me perguntam o que eu faria por amor – já me perguntaram, de outras formas –, eu responderia, como os portugueses, imenso. Cada vez mais, na verdade. Com calma e determinação, juntos, sem grandiloquência. Assim se lida com as coisas essenciais da vida. O amor, entre todas elas.
Só existe uma fé praticável assim como a religião; a primeira chama-se amor e a segunda perdão, fora disso, tudo é enganação.
Será que meu amor pode se comparar a vida ?
O que precisamos para viver o pulmão ou ar?
Será que vivemos com pulmão sem ar ?
Será que vivemos com ar sem pulmão?
Ou será que a vida é como nosso amor , somente unindo as duas coisas podemos viver? Eis a minha indagação.
Na vida da gente a medida do tempo só tem valor, quando nela usamos a matemática do amor, onde um mais um é mais que dois! P.A.R.A.B.É.N.S....A.M.I.G.O.S !!!!
