Privacidade

Cerca de 245 frases e pensamentos: Privacidade

⁠Já vivi alguns fins, mas hoje escrevo um certo começo.
Algumas vezes me apresento fácil e em outras me desconheço.
Sou santo e também pecador... Sou guerra e poesia…
Meu desejo transita entre privacidade e ousadia.

Não podemos invadir a vida do outro,mesmo que seja para salvá-lo.Então,se alguém precisar de ajuda,espere até que o mesmo a peça.A privacidade é um direito inviolável de todo ser humano.

Às vezes o outro não está enxergando o seu erro nem a sua desordem, daí você os põe em evidência e ele passa a vê-los.

Não devemos expor os erros dos outros tão pouco os nossos.

Inserida por JaneSilvva

E se somos controlados por tendências e tecnologias no mundo do consumo fácil (somos e não podemos negar) por que não o seríamos no campo ideológico? Falta de privacidade e democracia não combinam.

Inserida por julianamellocs

Eu fiz um pacto de silêncio, hoje eu sei que há poucos, bem poucos interessam o que eu passo, o que eu sinto. Então para os demais eu vou sempre está bem, não isso não é falsidade, mas a certeza de que meus sentimentos valem muito, o que eu sinto é meu, não diz respeito a mais ninguém. Chega uma hora que a gente cresce e percebe que o que você diz é constantemente usado contra você, então é melhor se segurar, sofrer calada. São tantas pessoas felizes no mundo que está triste se tornou pecado, é um erro, é besteira. E que mal há em está triste, ou quieto, ou em silêncio? Você não pode permanecer assim porque ninguém merece ser triste o tempo todo, mas está triste faz parte, é necessário, ensina muita coisa. Sinceramente, eu tenho medo de quem corre da tristeza, eu tenho medo de quem canta felicidade aos quatro ventos e tenho pavor de quem julga o que os outros sentem, se põe num patamar elevado tipo ‘eu nunca vou passar por isso’ e olha a tristeza e o sofrimento alheio com desdém. O que eu sinto, o que você sente tem muito da nossa história, ninguém fica triste por um motivo só, pra você julgar alguém teria que ter um filme autoral contando como foi a vida em mínimos detalhes daquela pessoa e sentir o que ela sente, por isso ninguém é capaz de analisar a dor de ninguém, o que a gente vê na maioria das vezes não é nem 2% do que realmente ta acontecendo. Então vamos aprender a se colocar no lugar dos outros, a ser menos egoístas, a respeitar a dor e o sofrimento de quem quer que seja. Nessa vida aprendi que ninguém está imune de nada, que assim como o sol é pra todos a tempestade também.

Inserida por kamylla23

Os melhores momentos da minha vida foram aqueles vividos em segredo.
A felicidade tem nome: privacidade

Inserida por eulalyadeDCV

A educação, a gentileza e a cordialidade findam quando, diante da recepção decente e sem cobranças, recebe-se em troca inveja, fofocas, calúnias, difamações; invasão de privacidade e dispositivos ligados à internet, com furto de senhas, programas, introduzindo malwares e spyware; A liberdade de alguém termina quando inicia o direito alheio. O prejuízo aos outros retorna a quem o faz tal ação e reação da Física. Somos todos unidos em um único Universo. Ou pomo-nos no lugar alheio, ainda que A ou B sejam-nos "antipáticos", mas a eles é também dado o direito de LIVRE MANIFESTAÇÃO DO PENSAMENTO. Isso temos de respeitar, há CRIMES que não podem ser esquecidos. Violar Privacidade é um deles...

Inserida por GoddessBast

"Uma ajuda pode ser bem vinda e necessária, mas sempre respeitando o limite entre o que é nosso e o que pertence ao outro, porque este pode não querer interferências. Pode apenas estar precisando de um apoio sem que isto se transforme em uma verdadeira invasão de privacidade, com probabilidades de piora da situação já delicada."

Inserida por silvanalanceanaya

Tem gente que, de tão transparente, acaba se tornando invisível. Não deixem de ter uns mistérios guardados no fundo da alma, nem tudo precisa ser dito (muito menos no Facebook).

Inserida por carolcdacunha

Quando você retoma a chave da sua vida, abre a porta e entra, encontra um território que sempre foi seu, mas que você tinha doado a alguém. Agora, você anda por este território com olhar de primeira vez, começa a conhecê-lo e apreciá-lo. Não precisará mais doar. Poderá compartilhar. E isto é maravilhoso!

Inserida por elisbusanello

⁠não deixe qualquer um conhecer os pensamentos da sua alma que nem você ainda entendeu

Inserida por k3v3m

Nunca escreva nada no Whatsapp, Facebook, ou qualquer lugar na Internet, que não possa ser mostrado no telão da igreja.

Inserida por sergio-paulo

"Diz que não aguenta mais tanta fofoca, mas diz que “sua vida é um livro aberto”. Cuidado, muitos lerão esse livro e comentarão o que querem sobre o mesmo. Aprenda se não quer ser alvo de fofoca não deixe que as pessoas saibam o que você faz ou o que você deixa de fazer, ninguém precisa saber."

Inserida por patriciamart

Quando era dona verdadeira e única dos meus pensamentos eu os compartilhava com Deus...
A partir do momento em que o homem se fez Deus por sua carência,perdi meus direitos autorais,os direitos da minha alma....

Inserida por naly2014

Aceitar convite em rede social é como convidar e ser convidado pra entrar na casa de alguem, vida exposta e coisas particulares
E na casa dos outros nós não damos palpite na decoração ou no tempero da comida,
Apenas aceitamos ou vamos embora.

Inserida por HerbertFraguas

Às vezes eu tenho uma placa de não entre colada na minha testa.
Respeite-a!

Inserida por JaneSilvva

⁠ Amar não é mudar é somar as diferenças com respeito mútuo. O amor termina quando a falta de respeito invade a privacidade não permitindo que outro seja ele mesmo.

⁠Contar ou não contar? Essa é uma das questões mais importantes na vida de um soropositivo. Desde o momento em que recebi o diagnóstico, passei horas e horas pensando nisso. Contar para a família, para os rolinhos casuais ou para os namoradinhos mais sérios? Cada situação é diferente e exige uma abordagem diferente.
No caso da família, senti que era minha obrigação contar, afinal, eles são as pessoas mais próximas e que poderiam me dar o suporte necessário. Contar para amigos e rolinhos casuais foi um pouco mais complicado, porque não queria que a minha sorologia me definisse. Afinal, sou muito mais do que o vírus que tenho no corpo.
Já em relacionamentos mais sérios, a decisão de contar se torna ainda mais delicada. Não apenas pelo medo da rejeição, mas também pela falta de conhecimento que ainda existe sobre a doença e como ela é transmitida. No entanto, acredito que a honestidade é sempre a melhor opção.
Mas é importante lembrar que existe uma lei que protege a privacidade do soropositivo. É o chamado sigilo sorológico, que garante o direito de não revelar a sorologia em situações como entrevistas de emprego ou acesso a serviços de saúde. Devemos preservar a nossa imagem e os nossos direitos.
Em resumo, contar ou não contar é uma escolha pessoal e não há uma resposta única e certa. O importante é se sentir confortável com a decisão e saber que, no final das contas, somos muito mais do que a nossa sorologia.

Inserida por positivosim

Do diário trancado à timeline escancarada

Antigamente, tínhamos um diário.
Capa florida, cadeado minúsculo, segredo guardado a sete chaves — e uma raiva danada se alguém ousasse ler.

Era ali que a gente chorava amores, reclamava da escola, escrevia o nome do crush mil vezes, sonhava com o futuro e desabafava tudo o que a boca não tinha coragem de dizer em voz alta.

Era íntimo. Era nosso.

Hoje?
O diário virou feed. O cadeado virou senha de Wi-Fi. O que antes era segredo virou post programado com filtro.
E o que antes nos irritava — alguém lendo — agora nos desespera quando ninguém lê.

Vivemos uma era onde a exposição virou afeto.
A curtida virou abraço. O compartilhamento virou aceitação.
E a ausência de reação virou rejeição.

Mas será que estamos realmente sendo vistos… ou só sendo exibidos?

As dores de antes eram sussurradas entre folhas. As de hoje são gritadas em posts. Mas será que alguém escuta?
Será que alguém realmente para para sentir o que há por trás de uma legenda melancólica ou de um “bom dia” automático com filtro de pôr do sol?

Talvez o problema não seja o quanto mostramos, mas o quanto estamos carentes de conexão real.
Falta olho no olho. Falta tempo. Falta silêncio. Falta abraço sem precisar postar.

O velho diário guardava sentimentos.
A nova timeline cobra aplausos.

No fundo, seguimos os mesmos: querendo ser ouvidos, vistos, compreendidos.
Só mudamos o palco.
Mas o coração… continua querendo o mesmo: verdade.

✍🏼Sibéle Cristina Garcia

⁠Quem sabe o que mais está inadvertidamente documentado nos telefones, discos rígidos e álbuns de fotos empoeirados das pessoas, como um ruído de fundo que aumentaria de significado para um público diferente?

Inserida por pensador