Prisioneira
Acorrentar a alma e ser prisioneira de mim mesma;ser triste ao ponto de não ter como oferecer felicidade;ser seca como um fruta sem vida ,estar parada sem ter para onde ir,me manter presa por correntes que fazem a alegria se perder e os sentidos confusos e contraditórios não podem mesmo fazer bem para a vida.
Não quero ser prisioneira do meu passado e nem liberta no meu futuro...
Quero a liberdade de está livre...livre pra você, com você!
Do que tenho medo?
De não ser livre... E eu sou livre?
Não. Ainda não.
Sou prisioneira de mim,das coisas e das pessoas... Sou prisioneira do medo, do que não sei, do que sinto.
O caminho para a liberdade?
Estou buscando. Ainda nao encontrei. Talvez um dia encontre. Talvez não. O que por hora sei é que estou buscando...
Prisioneira
Poeta,queria agradecer por tamanha inspiração!
Deus te deu o dom e esse coração
Nasceu assim, como eu
Do barro belo e singelo
Vai viver e ser feliz
No meio da multidão
Não percebe que em você brilha uma estrela
Que é luz desde o sertão
Minha verdade é uma só!
Hoje preciso te falar
Sou poetisa morta
Nesse mundo a vagar
Recebo nome de estrela, porque devo continuar
Te encontrei nessa jornada
E seguirei a caminhar
Aqui dentro quem vive,continuará a reinar
A alma da poetisa morta
Que jamais desaparecerá!
E toco meu piano loucamente...
Prisioneira que sou dessas melodias...
Que me levam a um voo imaginário...
E sonho... E fantasio... E devaneio...
Enquanto meus dedos deslizam sobre o teclado
E as notas musicais invadem a sala e o meu ser...
E caio numa bruma interior
Nas bordas destes sonhos perco-me em ilusões loucas...
E penso que preciso despertar do silencio das lembranças...
Ficar para sempre cingido aos sentires
Gritar e responder ao chamar de tua alma...
Afogar a solidão na insolência de minhas mãos...
Assim posso escutar teu coração ardente... E sinto que a minha loucura tomou conta da razão...!
Prisioneira do teu abraço...
Você é a poesia,
a música dos deuses,
luz de estrelas
que insistem brilhar
em noites escuras.
Tuas mãos,
de toques suaves,
fazem das notas,
melodias harmoniosas
que me deixam sonhar,
sob a luz do luar.
Teu olhar sereno,
me faz velejar
sobre um mar sem vento
no frescor das manhãs
com uma leve brisa
levando o barco,
até uma ilha deserta.
Prisioneira do teu abraço,
atravesso o oceano,
já não penso em voltar.
by/erotildes vittoria
Me fiz prisioneira de pensamentos vãos, pra me tornar livre da minha própria consciência. E nesse jogo entre o moral e o imoral não existem vencedores, mas, sim, prisioneiros de prisões distintas.
Até o ultimo arrepio...
Prisioneira que sou
Do teu amor...
Um pássaro sem voo... Sem partida...
Como num sonho entre brumas...
Procuro por ti... Em algum lugar
No firmamento... Entre céus...
Talvez...
Onde perdi também a alma e a paixão...
Já me reinventei dentro de todas as viagens...
Por entre mares... Por sobre as ondas
Sem chegar nem partir... Sempre no mesmo lugar
A te procurar... Até o ultimo arrepio...
Mas apenas um olhar pra trás onde
Somente um vazio e as palavras que versam
Quais gritos de amor... Nas rimas do meu poema...
A tua ausência e nada mais...!
Prisioneira da poesia
Poderia ser um lago de águas cristalinas
Um oceano Atlântico
Quem sabe o mar
Mas não sou!
Sou mulher, prisioneira do amor
Apaixonada pela vida
Sou fonte de inspiração
Alimento meu coração sedento com o perfume que exala das minhas poesias
Escorrego pelos versos que voam para fora do meu âmago
Autora:Simone Lelis
Eu penso poesia
Intuição à la carte
Reflexão prisioneira
Ao desarranjo harmonioso
Da ação libertadora
Minha asas mecânicas
Na fluidez automática do piloto
Velocidade irracional
Aplaudindo a estagnação
Combustão e loucura neuronal
Implodida, recuada
Vencendo a gravidade
Minha potência de agir descabida
Planta desnudada invernal
Com raízes de sangue suga
Extração do abstrato
Sem ar de arrogância
Sem pretensão de humildade
Em aguas turvas misteriosas
Encontros e desencontros
De partículas eternas
Uma mente aprisionada aos julgamentos, erros, avaliações e críticas, ela será sua prisioneira e juíza, você ficará acorrentado(a) em si mesmo para o resto de dias.
Nada mais faz sentido.
Sou prisioneira em uma guerra interna, não tenho para onde fugir.Meus inimigos são dúvidas e medos, batalhas travadas em silêncio.
Me pergunto quem sou,para onde vou?
Caminho entre sombras e incertezas,buscando uma luz que me guie.
Preciso me manter constante, firmar meus pés no chão, encontrar força no caos e seguir.
Nestes tempos que a paixão é prisioneira do amor, e o amor parece sobrevivente de uma guerra, os corações que amam profundamente são uma espécie em extinção!
A coisa mais terrível é se sentir prisioneira de si mesma. Rebele-se e fuja da prisão que está sendo teu interior!
