Prisão
Mas há um que liberta,
Que rasga toda prisão,
Seu nome é Cristo, o Cordeiro,
Que nos estende a mão.
Que este poema seja um lembrete de que a pior prisão é aquela que aceitamos dentro de nós. Mas em Cristo, há liberdade plena.
Então não faça do passado
a prisão do seu viver.
Seu erro não é seu túmulo,
se escolher permanecer de pé!
Amor de verdade é também devoção,
é lembrar que Deus uniu com propósito e missão,
Não é prisão, é pacto livre e bendito,
feito de fé, de renúncia, de abrigo.
É amar não apenas quando tudo vai bem,
mas também quando há silêncio, e ninguém mais vem.
Você sabe aonde pode chegar.
A estrada que caminhas não é uma prisão, é estado passageiro. Porque toda estrada é, sim, passagem.
Compreenda que por pior ou melhor que seja o momento, é passageiro… e só você decide onde estar.
Moisés não foi esquecido no deserto; José não foi esquecido na prisão; Jonas não foi esquecido dentro do peixe; Lázaro não foi esquecido no túmulo e Jesus não ficou na cruz. Continue crendo, Deus não se esqueceu de você!
A casa de Potifar foi abençoada porque Deus estava com José. A prisão foi abençoada porque Deus estava com José. O Egito foi abençoado porque Deus estava com José. Os irmãos de José foram perdoados porque Deus estava com José. A bondade de Deus não está em homens, em lugares ou coisas, ela está em Deus; Mas um homem ou uma mulher com o coração voltado para Deus podem ser instrumentos da manifestação da Sua bondade. Se Deus estiver conosco, a Sua bondade também estará!
O pecado é como uma prisão; o diabo atua como carcereiro; mas Jesus é a chave que liberta.
(Lc 4.18-19; Cl 1.13)
A Promessa do Copeiro
Gênesis 40.1-23, fala sobre o tempo em que José esteve na prisão no Egito. No versículo 23 deste capitulo, tem algo que todos nós já vivemos ou estamos vivendo; pois, quem nunca recebeu a “promessa do copeiro”? Eu já, e algumas vezes.
No início da minha caminhada de fé, ainda imaturo, eu ficava entusiasmado, jubiloso, cheio de esperança e sonhos na expectativa de que o “copeiro” realmente se lembraria de mim, cumprindo sua promessa, mudando minha sorte. O tempo passava, os anos iam embora, a ansiedade ia e vinha, e com o tempo as promessas desapareciam e o que sobrava era um talvez outro dia.
Escutei muitas vezes: “maldito o homem que confia no homem”, mas aprendi que não é pecado confiar no homem, desde que tal confiança não esteja acima ou em detrimento da confiança em Deus. No fim, a verdade é que confiamos no homem pela confiança em Deus, e é assim que, se nossa confiança no primeiro for frustrada, ainda assim não ficaremos de todo frustrados, nem tampouco desesperados, pois restará a confiança n'Aquele que não pode mentir nem mudar. Ademais, quem confia primariamente em Deus é capaz de receber com alegria até mesmo o esquecimento do copeiro, pois pode vê-lo como parte da divina providência, a qual mostrará, a seu tempo, que o mesmo está em ordem ao governo do Egito.
Portanto, continue acreditando que Deus usa homens e mulheres que no determinado tempo serão instrumentos para mudar o destino da sua vida. Eu conheço dezenas de histórias assim.
Pense nisso e ótimo fim de Semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
Nem Deus e nem o copeiro esqueceram José na prisão! Foi porque o tempo de Deus na vida de José ainda não tinha chegado. A vaga que tinha era de padeiro, e José foi chamado para governador.
O maior milagre não foi o terremoto que abriu as portas da prisão. Não foi o fato de que os presos não fugiram quando as portas estavam abertas. O maior milagre foi um pecador que disse: Senhores, que devo fazer para ser salvo? Atos 16.19-34.
O amor não é prisão, não é crueldade e não é frustração, pois se vira amor sem liberdade, é sinal que já tenha transformado em amor bandido;
Eu sempre estive nessa prisão sem grades, mas os pensamentos em você procurando encontrar a felicidade e mesmo estando coagido por imaginar a frustração;
