Primeiro dia de aula: frases que celebram esse novo começo
Uma Verdade Diferente
Quando se é poeta, aprende-se a perscrutar além do que apenas pode ser sentido. Aprende-se a sentir-se, a sentir a natureza e tudo o mais.
Quando romantizei a realidade e a crucifiquei, chamaram-me poeta — e eu, que nem sequer o sou.
Até a verdade precisa de ser suavizada, moldada. Riram quando confundi o sol com a lua; mas, se lhes perguntasse pelo sol, mostrar-me-iam a lua.
Esta é a verdade que muitos definem e poucos abraçam.
Nem toda a beleza se revela por inteiro. De ambos os lados, não há verdade.
E eu, que uso a metáfora — olhos para sentir, coração para ver — não fui compreendido. A minha verdade é diferente.
Cada coisa representa uma forma. E, havendo tantas formas, já não sei: se uma falta, ou se outra nunca foi verdade.
Esta é a realidade —
uma verdade diferente.
Aprenda o máximo que você puder com aqueles que sabem mais do que você, que fazem melhor do que você, que veem mais claramente do que você.
"A maior prova de maturidade não é o quanto você cresceu, mas o quanto você aprendeu a não machucar os outros com o seu orgulho."
Um causo financeiro 💸
Ela tinha apenas 13 aninhos e precisava pagar uma conta na escola, eram algumas rifas da festa junina. 😳
Comentou com uma pessoa a respeito e a mesma disse que poderia emprestar o dinheiro, mas a conta não foi paga no período determinado. 😬
O tempo foi passando e aquela dívida nunca foi esquecida pela devedora. 🫣
Mais de 30 anos depois ela fez alguns cálculos, comparou o valor da época ao salário mínimo atual e chegou ao total de 50,00. ✅
Mandou entregar o dinheiro para a pessoa e somente depois explicou: "Esse dinheiro é o pagamento daquele empréstimo que fiz trinta anos atrás." 😌
"Como assim? Eu não lembro!" - A pessoa respondeu. 🤔
"Mas eu nunca esqueci." - A pagadora respondeu. 🤫
A duas riram muito depois. 😆
Obs.: Aquela menina de 13 anos era eu, e depois daquele dia dormi mais tranquila. (Kkkkkkkk)
Conclusão: Nunca é tarde para pagar uma conta. 🤣
Quem é a pessoa que recebeu o dinheiro? Ela existe?
Simmmm.
27/05/26
NA QUITANDA DA VIDA
Na quitanda da vida,
eu aprendi que viver
não vem pronto.
A vida se oferece em porções:
tem dias que adoçam a boca,
outros que amargam a alma.
Tem dias de fartura
e dias em que a gente precisa
dividir o pouco
para ninguém ficar sem comer.
Foi no meu quilombo que aprendi
que a vida não se mede pelo que se possui,
mas pelo que se partilha.
Minha primeira escola foi o território.
Foi olhando a terra,
ouvindo os mais velhos,
sentindo o cheiro da chuva,
vendo o dendê nas mãos,
escutando as histórias que não estavam nos livros,
que comecei a compreender
que memória também é conhecimento.
Eu sou feita dessas coisas.
Do chão que meus ancestrais pisaram.
Das palavras que sobreviveram ao silêncio.
Das mulheres que sustentaram suas famílias
quando quase ninguém olhava para elas.
Das mãos que plantaram, colheram, cozinharam,
criaram filhos e mantiveram a comunidade de pé.
Por isso, quando digo quilombola,
não estou apenas dizendo quem sou.
Estou dizendo de onde venho.
Estou dizendo o que carrego.
Estou dizendo aquilo que não aceito perder.
Minha identidade não é fantasia.
Não é adereço.
Não é tema para novembro.
É existência.
É estar no mundo
sabendo que antes de mim
muita gente precisou resistir
para que eu pudesse estar aqui.
E estar aqui também é resistência.
Eu não quero que contem minha história
como quem observa de longe.
Quero falar.
Quero contar.
Quero produzir conhecimento
a partir do lugar onde meus pés estão.
Porque também fazemos ciência
quando guardamos a memória.
Também fazemos educação
quando ensinamos uma criança a conhecer sua história.
Também fazemos cultura
quando transformamos nossas vivências em arte.
O quilombo não é passado.
O quilombo é presente.
Está na criança que pergunta.
Na mulher que enfrenta.
No jovem que permanece.
No mais velho que aconselha.
Na comunidade que se reúne.
Na terra que alimenta.
Na memória que insiste em permanecer viva.
E eu sigo nessa quitanda da vida
escolhendo o que quero carregar.
Não levo tudo.
Algumas dores eu deixo na banca.
Alguns silêncios eu devolvo.
Algumas histórias eu reescrevo.
Mas a ancestralidade,
essa eu levo comigo.
Porque aprendi que não basta sobreviver.
É preciso existir com dignidade.
É preciso ocupar.
É preciso falar.
É preciso criar.
É preciso deixar marcas.
E quando perguntarem
o que é ser quilombola,
talvez eu não precise explicar tanto.
Basta olhar para mim.
Eu sou mulher.
Sou território.
Sou memória.
Sou continuidade.
Sou uma voz que veio de longe
e ainda está chegando.
E enquanto eu tiver voz,
o quilombo continuará falando.
O que se faz depois da tempestade? A gente aprende dançar na chuva...
E é isso... A gente renasce, se reinventa... A gente deixa nascer o sol ou despontar o arco íris...
A gente se remenda, cicatriza, a gente conserta... Se reergue... A gente supera..
Porque dos cacos nascem construções... Dos cacos nascem mosaicos... Dos cacos nascem possibilidades.....
“Aprendo todos os dias a viver, e ainda assim sinto que não entendi. Sou feita de melancolia e de breves instantes de felicidade. Talvez te perguntes, leitor, como se vive assim. Eu diria: não vivo — espero. Espero a onda forte que me arraste ao fundo, pois é no afundar que encontro o impulso para voltar à superfície e lutar. Mas, ao retornar, sinto saudade da dor que me agoniza — e então volto à tristeza, como se nela estivesse a prova de que ainda estou viva… e, paradoxalmente, onde reconheço a minha alegria.”
Você aprendeu com os espertos,
que vencer é ganhar dinheiro,
mas vencer é conquistar a amizade de DEUS,
em um mundo tão passageiro!
Você foge de quem te oferece paz porque o seu coração infelizmente aprendeu a confundir o barulho da agressão com a intensidade do amor.
Onde a Luz Aprende a Sentir
Antes da luz,
existia um silêncio tão profundo
que nem mesmo o tempo
sabia para onde caminhar.
Então nasceu a vida —
pequena, frágil, inexplicável —
com um coração aprendendo
a transformar ausência em esperança.
E foi assim que o mundo começou:
uma luz tocando outra luz,
um olhar encontrando abrigo,
uma alma percebendo
que não nasceu apenas para existir.
Porque viver
não é somente atravessar os dias.
Viver é carregar tempestades no peito
e, ainda assim, oferecer flores.
É conhecer a noite
sem esquecer que existe manhã.
Há sentimentos
que não cabem em palavras.
São como estrelas:
ninguém consegue segurá-las,
mas basta levantar os olhos
para saber que estão ali.
Talvez seja isso a vida:
uma breve chama
acesa entre dois infinitos.
E talvez o sentimento
seja a razão pela qual ela continua acesa.
Pois enquanto houver alguém capaz de amar,
de lembrar,
de sonhar mesmo depois da dor,
a luz nunca terá desaparecido.
Ela apenas terá encontrado
outro coração
para nascer novamente.
Aprendi que nem toda pessoa que conheço é pra virar amigo, nem todo mundo é pra carregar pela vida, nem todo mundo é pra levar pra dentro de casa... E assim também no amor, nem todo mundo é pra levar pra cama, nem todo mundo é pra ficar, nem todo mundo será pra casar!
Há pessoas que amamos tanto mas não são pra casar nem namorar, elas precisam ir, ou se ficarem tirarão nossa paz, ou simplesmente não se encaixarão. É preciso ter sabedoria para tal visão.
Há pessoas maravilhosas que adoraríamos ter como amigos, mas do mesmo modo elas precisam seguir seus caminhos...
Às vezes a pessoa é perfeita, mas apenas praquele momento. Ás vezes as pessoas vêm com um tempo certo para permanecer, um dia se vão, outro retornarão, ou nesta vida não mais nos encontrarão... Mas é assim que é. Poucos são os que vieram caminhar com a gente essa vida toda! A gente tem que vigiar mais a porta do coração e saber quem entra, saber a hora de quem sai, saber a hora de quem volta e se vale a pena deixar entrar de volta. Bill Oliveira William
Wi
“A gratidão nos eleva e nos redefine quando transformamos ganhos e perdas em aprendizado.” — Leonardo Azevedo.
Aprenda o quanto antes se assim achar necessário a encerrar com respeito uma conversa desgastante sobre um assunto determinado quando notar que a fala deixou de valer a pena, que a compreensão não foi a desejável, para evitar um resultado que não compensa, que menospreza os seus esforços
então, considere que não é sempre que “Quem cala consente”, nem que todas as vezes é por falta de argumentos, mas que pode ter sido o caso da discordância ter ficado forte o bastante e o consenso inalcançável e se foi isso mesmo, melhor não ficar insistindo, perdendo tempo num diálogo sem sentido
Portanto, às vezes, continuar falando não parece ser prudente ou talvez não seja o mais adequado, não precisa haver contendas, inimizades, trata-se apenas de um jeito de não ser insistente sem uma razão aceitável e de preservar principalmente os laços relevantes, que alegram e deixam os nossos corações gratos.
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