Preste Atenção em Si Mesmo
Os filhos nem sempre prestam atenção naquilo que você fala, mas são mestres em imitar aquilo que você faz.
A minha história
Quereis ouvir a minha história? Pois bem, prestai atenção, sentai-vos neste duro cepo junto ao fogão, não há poltronas macias nem canapés na roça ou sertão. A porta está bem fechada, temos quentura de mais, a lenha que estala, fala de calma, sossego e paz; que importa que os ventos lutem lá fora nos matagais? Que importa que a chuva caia, que no céu ruja o trovão, que as enxurradas engrossem as águas do ribeirão? Se abrigados conversamos à luz do amigo fogão?
Quereis ouvir a minha história? Não precisas pedir mais... É triste, e de histórias tristes quem sabe se não gostais? Vou contar-vos; e nenhum outro de mim a ouvirá jamais.
Não, não foi somente o tempo com suas frias geadas que desnudou-me a cabeça, fez-me a face encovadas. Foram da vida as borrascas, foram noites de agonia, foram fardos de mentiras dos homens com suas traições. Nasci pobre; este delito seguiu-me por toda a existência... Sobre o teto de uma choça de que serve a inteligência? De que vale uma compleição robusta, um peito enérgico e forte ante o egoísmo das turbas e os anátemas da sorte? Nasci pobre, e, alçando os olhos da pobreza em que vivia, me atrevi, como os condores, a fitar o rei do dia!
Foram-se os anos, agora sou velho, perdi tudo quanto amei; deixai que eu chore por um momento, foram tantos sonhos que sonhei! Deixai que escorram minhas lagrimas saudosas, tristes pérolas de amor; gotas de orvalho da vida no seio da murcha flor! Escorrei lagrimas! Ao menos sois doces, trazei-me consolo ao menos... Quantos infelizes vos derrama amargo como veneno! Na meia idade, o que era impossível aconteceu, encontrei o que sempre buscava; o amor verdadeiro, o amor somente meu; amei-a! Amei-a demais! Um amor com muitas lutas em circunstâncias fatais, com revezes e torturas; transpus leis e cadeias que o homem produz, quebrei, como o corcel quebra as peias.
Em poemas me deliciei, de infindos planos compus, em poucos anos este sentimento me conduziu a plena luz, inspirou-me ao etéreo; mas o destino cruento de minha audácia se riu.. Inda eu folgava confiante, quando a minha esperança partiu. Partiu para longas terras, foi ver estranhos lugares, como o pássaro que emigra foi pousar noutros palmares.
Nuvens de amarguras cercou-me a existência então, o céu tornou-se a meus olhos como um teto de uma prisão. Noites, muitas longas noites, em vez de dormir eu somente gemia. Mas no fim destas noites ergui-me... Também parti! O que intentava? – Ignoro. O que esperava? – Não sei. Surdo a razão, as leis humanas, lancei-me ao acaso, desprezando tudo.
Desta viagem não quero as penas lembrar, dias de sofrimento, angústia, vigílias a delirar. Não quero lembrar as horas de desânimo cruel em que traguei a taça do negro fel. Dois anos que valeu vinte, sem repouso, sem sossego, passei vagando entre os homens, doido, febrento e cego. Dois anos a mesma imagem a torturar-me, dois anos as mesmas idéias... Dois anos andando por toda parte ébrio de amor, procurei-a pelas ruas, pelas praças, pelos campos e desertos, levei meus passos incertos, buscando essa esquiva sombra.
Quantos lábios me sorriram! Quantas belezas encontrei! Quantos amores puros e castos rejeitei, virei meu rosto e passei... E no entanto poderia sem frenesi, sem loucura, colher a flor perfumada de modesta formosura; parar de vez a minha febril carreira, dizer: – basta, a vida é esta; quem foge dos seres comuns seguem uma estrela funesta.
A ventura é ver a prole, ver a paz sentada ao lar, ver do teto o trabalho e a miséria afugentar; mas a imagem da esperança nunca me deixou sequer por um momento, era um console celeste junto a um martírio cruento. Eu sempre via-lhe as formas, em qualquer lugar; no céu, nas matas, nos campos, no clarão das estrelas, mesmo nas pequenas luzes dos pirilampos; se eu dormia ou madornava, sentia a sua face encostada à minha, sentia-lhe os longos cabelos, ouvia-lhe a voz, tão doce, tão doce que eu despertava... E minh’alma estremecia, daquelas visões escrava; se eu caminhava, nos prados ou junto as fontes sentava, via-lhe o vulto sublime, via-lhe o corpo de fada, e me lembrava dos contos que contava para as crianças; passava as mãos pelos olhos e murmurava: minhas esperanças era do norte ou do sul! A esperança é o meu porvir, a esperança de uma maga estrela, que há de meu céu luzir.
De tanto errar fatigado, fatigado de sofrer, busquei nos ermos profundos um lugar onde morrer; embrenhei-me no mais denso, no mais negro das florestas, onde a natureza virgem se ostenta em continuas festas, onde eu este simples verme que pensa, farto, inflado de vaidade, sente as fibras se crisparem ao sopro da liberdade... Sinto-me vil, pequenino, cinza, lama, podridão, e curvar-se aniquilado perante Deus e a criação. No seio de escuras selvas, no cimo das serranias, dos grandes rios à margem, deixei passarem meus dias, mas nesses ermos sem nome na tormenta ou bonança, entre místicos rumores, ouvia a voz da esperança.
As sombras da morte por sobre minha cabeça passaram e as vozes de outro mundo por meus ouvidos soaram, senti o frio das campas, cai sem força no chão, e ao voltar de novo a vida, como que uma nova oportunidade perdi a luz daquela visão, espero voltar à razão.
Eliezer Lemos
Como você ouve?
Preste atenção como você ouve. -
Lucas 8:18
Escritura de hoje : Lucas 8: 16-18
Um jovem garoto pediu ao pai para resolver um enigma. Ele disse: “Havia três sapos sentados em um tronco. Um sapo decidiu pular. Quantos restaram? ”O pai respondeu:“ Dois, é claro. ”“ Você está errado! ”Exclamou alegremente o garoto. “Restavam três sapos. O único sapo decidiu pular, mas ele não pulou!
Preste atenção como você ouve! Antes de julgar as observações de outras pessoas, descubra exatamente o que ele disse e o que ele quis dizer com isso.
Uma estação de rádio local anunciou que eu iria pregar uma mensagem intitulada “Por que estou procurando a segunda vinda de Jesus este ano”. Recebi, entre outros, uma carta abrasadora de um ouvinte que me acusou de definir datas e prever as retorno de Cristo. Mas eu não disse nada disso! Eu disse que estava procurando o retorno de Cristo no próximo ano. Eu não disse que Ele viria, mas que eu estava esperando que Ele viesse. E se Ele não vier este ano, eu o procurarei no próximo ano.
Ouvir com descuido pode resultar em erros graves. Isso é especialmente verdadeiro no que se refere à Bíblia, pois o mal-entendido de uma palavra pode causar uma interpretação errada e impedir-nos de fazer o que Deus quer que façamos.
Preste atenção como você ouve!
Refletir e orar
Devemos ouvir corretamente a Palavra de Deus,
ou seremos enganados;
Devemos pensar cuidadosamente e orar
ao que o autor disse. —Hess
Para ouvir Deus falar, leia a Bíblia cuidadosamente e estude-a em oração. MR DeHaan
Preste atenção nos sinais e leva a sério, o problema é que a mulher quer resolver tudo com um novo corte de cabelo ou fazendo um novo facebook. Essa inquietação esta dizendo que o seu problema é interno e a mudança de visual trás um conforto apenas momentâneo. Cuide do interior que o exterior floresce.
PRESTE ATENÇÃO 👇
CABELO BRANCO NÃO É CERTIFICADO DE CREDIBILIDADE...
{...} Algumas pessoas acham que só pelo simples fato de uma Pessoa ter cabelo branco, isso constitui um Certificado de Credibilidade para aceitar e acreditar em tudo o que saí da sua boca, não dando assim importância ao conhecimento dos nossos Estudantes, só porque são Jovens e não têm Cabelo Branco!
E, essas pessoas, ficam tão cegas pelo fanatismo, sem portanto perceberem que os Mentirosos também Envelhecem...
E chegam até a desviar uma boa parte das pessoas {que Allaah nos proteja}.
Por tanto, devemos saber que Cabelo Branco não é Certificado de Credibilidade.
Que Allaah tenha misericórdia de Nós e nos dê a compreensão!
Por: Jeremias Daniel Tana Ramadan
............
......
Adversidades na vida é um sinal dado a nós para prestarmos atenção naquele momento,é um sinal.Neste momento é o momento para olhar não como a adversidade nos apresenta,mas, sim o que ela quer nos ensinar.
“Eu tenho ansiedade, além de umas coisinhas amais, então presta atenção, eu conheço a minha luta diária, eu conheço a minha personalidade, não imaginas o quanto tento mudar como luto para desacelerar, mas esta intrínseco a mim. Então antes de mandar eu descansar, antes de me condenar se coloque no meu lugar, uma palavra de carinho e apoio eu aceito, críticas que só me deixam pior eu tenho a necessidade de ignorar”.
Amigo(a)
Preste atenção
Risonha é a prenda
Especialmente no Natal
Não balances em acreditar
Deus sempre Dá-nos presente
Amor de Cristo é forro dessa dádiva.
Você tem prestado atenção aos seus pensamentos e palavras?
Cuide-se a partir do que sai da sua boca, porque o que entra em sua vida é só uma consequência disso.
