Preso
De que adianta um pássaro saber cantar, se está preso?
A vida é tão curta para nós, e deixamos tanto para depois.
Vivemos em busca de buscar,
Tantas buscas que, no final, esquecemos de viver o que está diante de nós.
A liberdade não está em acumular caminhos,
Mas em sentir o voo, mesmo que pequeno, no instante presente.
Não deixe que a pressa de buscar tire a beleza do agora.
Disse o Poeta – Sou um pássaro preso numa imensa gaiola sem qualquer possibilidade de fuga, acredito que já me acostumei com a imensidão da realidade deste fato.
MEDO:
To com medo,
Medo de não pode falar o que penso,
Medo de ficar preso.
A solidão machuca,
A saudade me tortura
O que fazer para ficar livre desta censura?
Preciso de você aqui
Do seu apoio, da sua ajuda,
Mais o que preciso memso é da sua AMIZADE e da sua ternura.
Paulo foi preso e as prisões se quebraram quando ele engrandeceu o nome do Senhor. Creia que na sua vida não é diferente!
'Está chovendo, não é um dia comum, estou preso diante desta janela, totalmente perdido no meio de sonhos, sonhos que me fazem ir além, que me fazem perder o sono durante a noite, sonhos que nem sempre são bons. Estamos juntos em um lugar lindo, distante e muito conservador. Você esta me olhando, eu estou de cabeça baixa, esperando por um segundo, sentir sua respiração diante da minha. Suas mãos estão suando, as minhas também, isso não seria novidade, pois não nos conhecíamos até então, não tínhamos contato visual, não tínhamos noção de nada, apenas do sentimento que tenhamos um pelo o outro. Um sentimento verdadeiro, que foi alimentado pela força, pelo tempo, e acima de tudo pela confiança. [E então você não vai me beijar?] Estou a meses esperando por esse momento, eu quero te sentir, eu quero te tocar, quero me sentir amado, nem que seja apenas por um segundo, um milésimo. Vamos, olhe em meus olhos, segure minha mão, deixe o nervosismo de lado, mate um pouco da vergonha, sinta-se a vontade, pois eu estou aqui na sua frente, vou permanecer aqui pra sempre, vou com você aonde for!'
PRESO
Como eu poderia ter-me em minha boca
Para o beijo e para o verbo,
Se o sabor de tudo isso sentido
Continua a ser detrás,
Daquele tempo que não se parte.
E para atender estes teus olhos
Cor da clara noite, lanternas acesas.
Como posso? Dos meus olhos
Deixei lá atrás nas encostas de orvalho
No vidro límpido que debaixo dele
Viajam peixinhos graçapés
Que por minhas mãos nunca consegui prender.
Um só sequer. Apenas um para tê-lo em casa
Já numa arca de embalagem
Transparente pressenti-lo de perto
Em carícias por ele pelo lado de fora.
A minha boca ficou no desejo da manga rosa
Dos cajus no seu tempo, onde experimento
Qual o mais doce ou qual o mais acre.
Salvo meu beijo, que não o dei,
Na forma de toda a ansiedade
Na menininha irrequieta e tímida
Por minha vontade que não se expressava.
E até o beijo da minha boca
Ficou solidificado, nos lastros das árvores.
Nas mãos dos meus pais, dos meus avós
E de meus padrinhos, na santa devoção
De estar beijando também outro pai.
De onde tirarei de mim para te ofertar
Por este amor sentindo em mim
E que há em mim somado
Ao que deixei do que eu era todo
Retidos no azedume das frutas ruins
De ternuras que foram desta maneira
Tocados pelos meus olhos,
Entretidos nos corpos de seda
Das afeições, caminhos, não resolvidas
Mas que em mim, detidos
Repassam a mim as fragrâncias e o desejo
Que preteri, em vez de fazê-lo.
Pegar minha baladeira e sair
Depois de uma chuva de inverno.
PRESO
Como eu poderia ter-e em minha boca
Para o beijo e para o verbo,
Se o sabor de tudo isso sentido
Continua a ser detrás,
Daquele tempo que não se parte.
E para atender estes teus olhos
Cor da clara noite, lanternas acesas.
Como posso? Dos meus olhos
Deixados lá, nas encostas de orvalho
No vidro límpido que debaixo dele
Viajam peixinhos graçapés.
A minha boca ficou no desejo
Das frutas doces de eterno gosto.
Salvo meu beijo, que não o dei,
Na menininha irrequieta e tímida
Na forma de nuita ansiedade,
Por minha vontade que não se expressava.
E até o beijo da minha boca
Ficou solidificado, nos lastros das árvores.
Nas mãos dos meus pais, dos meus avós
E de meus padrinhos, na santa devoção
De estar beijando também outro pai.
De onde tirarei de mim para te entregar
Por este amor sentindo em mim
E que há em mim somado
Ao que deixei do que eu era todo
Retidos de ternuras
Que foram desta maneiras
Tocados pelos meus olhos,
Entretidos nos corpos de seda
Das afeições, caminhos, não resolvidas
Mas que em mim, detidos
Repassam a mim as fragrâncias e o desejo
Que preteri, em vez de fazê-lo.
Pegar minha baladeira e sair
Depois de uma chuva de inverno.
Sabe aquele sorriso que não suporta mais ficar preso? Aquele que quer rasgar os seus lábios por inteiro? Que quer invadir o mundo e acabar com todo tipo de tristeza? Que tem um jeito único capaz de irradiar tudo? Sabe? Então... ando tomando overdose desses sorrisos repentinos!
Viver preso ao passado é não saber viver um presente harmonioso e não saber planejar um futuro bem digno!
Mensalão só acaba em 2013 e ninguém será preso até lá, diz Thomaz Bastos
Esse senhor me deixa deprimido. Estudar tanto para ganhar dinheiro do Cachoeira, dos mensaleiros e, segundo dizem, como ministro da justiça telefonar para delegados pedindo para livrar esse e aquele no caso dos aloprados. Ministro da Justiça. Não seria da INjustiça?...
Thiago 22/08/2012
