Preocupe se mais com seu Carater
Se você perdeu a confiança em alguém, NUNCA mais será restaurada, pois ela rouba e destrói a segurança de confiar novamente.
A flor da Antártida - (Clay Werley)
Em mais um dia que se passa,
eu não consigo ler Camões...
Mais uma tentativa fracassa
no cotidiano e seus padrões...
Eu, inserido nessa desgraça...
Sigo acorrentado a grilhões
e o biltre sistema comemora
exitoso, exultante por agora...
Segue o fiar da ampulheta
nem nela tenho uma aliada,
mais uma hedionda faceta
ter a consciência aviltada,
esquecer sonhos na gaveta
ter toda esperança roubada,
um resilir que, de tanto, já nem dói;
forja rmór de todo anti-herói...
Que emerge em meio ao nada
no fugaz berço do improvável...
Fazendo do caos sua morada
na qualidade de ser adaptável,
frustrando a norma instaurada
constrangedor e Indesejável...
Um anticarismático apátrida,
a subversiva flor da Antártida!
A luz mais brilhante,
Ilumina até mesmo,
A escuridão mais tenebrosa,
Sendo ele, muito rancoroso.
Tendo esperança,
Não vinga o desespero,
Cresce forte, e o coração bate,
A escuridão desaparece, e o corpo compadece.
Com sete dias de morte,
Putrefez a carne,
Evadiu-se a alma,
Nada mais além da calma.
Rarefeito ar do cemitério,
Quente é o mistério,
Quem o matou?
Dizem que o esquartejou.
O caixão foi fechado,
O velório cancelado,
Fadado ao esquecimento,
Sua alma vive em lamento.
O autor da sua partida,
Disseram a ele na despedida:
“Quem pode te tocar e viver para contar?”
Homem influente e destemido.
Amigos dizem que foi o patrão,
Tudo por um comentário em reunião.
“Quem é esse que pode ser?”
Ele é o algo além do enlouquecer.
Mística é essa frase,
Todos ficaram em análise.
De fato, o patrão pirou,
Não suportou o peso e surtou!
Afrontosa frase intelectual,
Pelo visto, ele a entendeu mal,
O questionamento era sobre o eu do patrão:
Quem ele poderia ser se fosse tudo o que pode.
O que eu preciso, eu faço eu mesmo. E eu nunca mais volto pra miséria de novo.
Ocorre
Luz de neon, barulho de motor
Mais um dia que começa, mesma pressa, mesmo torpor
O café esfria na mesa, a agenda é um canhão
E a gente vive na promessa de uma outra estação
Ocorre, que a vida é esse corre corre
Que a vida é acorda e dorme
Ocorre que a vida é esse assopra e morde
Que a vida é esse pode, não pode
Ocorre que o acorde da nossa canção
É um norte pro meu coração
Mas no meio de tanta gente, eu te encontrei
Um porto seguro onde eu finalmente ancorei
Seu olhar tranquilo desarma a minha confusão
E dá um pouco de paz pra essa eterna agitação
Ocorre, que a vida é esse corre corre
Que a vida é acorda e dorme
Ocorre que a vida é esse assopra e morde
Que a vida é esse pode, não pode
Ocorre que o acorde da nossa canção
É um norte pro meu coração
E que se danem as regras, o prazo, a pressão
Enquanto a melodia tocar nessa direção
Vale a pena a loucura e a contramão
O homem inseguro raramente se reconhece como tal.
Ele descobre mecanismos.
Um dos mais comuns é simples:
rebaixar o outro para sentir-se elevado.
Funciona, como toda ilusão bem construída.
Mas há um custo silencioso:
quem torna o outro invisível perde, aos poucos, a própria capacidade de ver.
E existe uma pobreza que não é material, sim de espírito.
Nenhum sucesso a disfarça por muito tempo.
Grandeza não está no que se conquista,
mas no rastro que se deixa.
E há quem acumule vitórias…
e ainda assim caminhe cercado de cicatrizes que causou.
"O respeito é a forma mais alta de amor. Eu honro a sua história, admiro a sua alma e protejo o seu brilho como o tesouro mais valioso que o universo já criou."
Ei filho, tens de renascer
Antes que seja tarde
A vida não é mais brincadeira
Larga isso, você não é mais covarde
O mamão e o mel ocidental te tornou tão fraco
E você diz: faz parte
Ah se soubesse a força que tem,
Talvez não ficaria à margem
E o abraço de Deus te conforta e te dilacera
Enquanto queima e arde
E os filhos de Deus que driblarem as Leis Divinas
Queimarão em arte
Colocarei o brilho do sol em todas minhas linhas até que enfarte
Fiz minha tábua de esmeraldas nesse som por que eu só tô de viagem
Vivendo um novo ragnarok
Somos os pré-diluvianos
O fim de uma era que está se reciclando
As engrenagens do arquiteto funcionam perfeita
Vocês não driblarão por muito tempo
Antes da vida aqui existia ordem, simétria
Enki e Enlil
Olha quanto sangue, olha quanta vida
Olha quanta morte na terra prometida
Não é o bastante e só quem atira e define o norte é o sionismo
E as minhas oliveiras se encontram queimadas
Não queimem, não queimem minhas oliveiras
Se não meus filhos te queimarão
Acalme o rapaz,
pois não estamos mais nos tempos medievais
Coloquem as crianças na escola
não permitam que elas aprendam fora
Os homens se tornaram um perigo
A revolta dos goyim do Egito
Hoje estamos aqui novamente
Sem memória, sem história
Mas lembranças emocionais
De uns dias não atuais
Queime o bezerro de ouro
E todo sangue derramado
Queda a Moloque
Que os filhos do sol cresçam livres desses répteis
Que os filhos do sol cresçam livres dessas cobras
Com asas, com bombas
Com armas, soldados
Com mídias e bancos
Empresas, estados
Se Jesus voltasse já teria sido bombardeado em gaza
Se Jesus voltasse a maioria desses crentes nem se importaria
Se Jesus voltasse teria sido considerado terrorista
Por julgar e apontar os mesmos que explodem crianças na Palestina
Eles se infiltraram como parasitas e sangue-ssugas
Aproveitando da inocente fé dos mais simples Que acham que seguem a Cristo
Mas seguem aqueles que mataram Cristo
Teu inimigo tá mais perto do que você imagina
Teu inimigo faz parte do que você come
Do que você assiste, do que você gosta
Do que você odeia, do que repudia
Do que você ama, do que você considera você
Vejo as hienas aplaudirem sangue escorrendo de pelúcias
Vejo as hienas aplaudirem histórias falsas e astúcias
Deus, teus filhos enganam os nossos irmãos
Escreveram uma história falsa perante o sangue de toda nação
Enterraram um antigo legado de antigos reinos por religião
Se infiltraram em cada pedaço da terra em busca de influênciação
Dividir nações no meio impõe mais domínio
Deixe que todos eles se matem até o declínio
E todos peões que se tornam "vilões"
Tem uma história na maior das vezes
Censurada, esquecida, enterrada
Teus ídolos exaltam marcas
Alimentando uma engrenagem
Fazendo mísseis chegar em casas
Teu ídolo pouco se importa
Pro teu alimento mental
Desde que você escute
gere royalt pra ele comprar
Um carro legal e uma bolsa da gucci
O dinheiro te cega a dor alheia
Te faz admirar coisa feia
Calma meu filho que a toca do coelho é mais funda do que imagina
Além da tua prisão mental saiba quem que te prende em vida
Eles te ensinaram a atacar
Mas não te ensinaram a doar
Eles te ensinar aqueles que eles definem vilões
Teus vilões são fabricos
E no explodir da torre dançaram
Titanic afundaram
E o FED fundaram
E depois de causarem
a primeira guerra mundial
Os banqueiros lucraram
e depois se espalharam
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