Giuliano Carmona

Encontrados 5 pensamentos de Giuliano Carmona

O exército do senhor segue devastando terras
Segue te iludindo a eras e eras
O anti-cristo agora berra


Como cristo não seria o marketing perfeito?
Eis impregnado em seu seio
Eis impregnado em seu meio


O mais sujo dos hipócritas
Ignorou os apócrifos
Repudiou os mais sábios
Aplaudiu os idólatros


Com seus mísseis democráticos
Onde vai parar esse planeta?
Não queime as minhas oliveiras

Eis ainda uma doutrina, ó Tat
que eu quero expor totalmente
afim de que não permaneças
não-iniciado como as serpentes


Aquele que é muito grande
Por ser chamado de Deus
Aquele que é fulgurante parece tão inaparente
Mas é o mais aparente


Evidente que o único não-engendrado
É ao mesmo tempo não suscetível
De se apresentar em imagem sensível
Inaparente, mas que faz aparecer
Todas as coisas, mas não aparece


Ele engendra, mas não é engendrado
Não oferece imagem sensível
Mas me da uma imagem sensível
De tudo que existe a minha volta


Tudo que é engendrado é imperfeito e divísivel, extensível, redutível
E nada disso afeta o perfeito


Se quiseres contemplar a Deus
Através dos seres mortais
Daqueles que vivem sob a terra
Onde daqueles que vivem no enxofre e gás


Considera meu filho
Como o ser humano é gerado no ventre materno
Examina com muito cuidado a técnica dessa produção e aprenda


Quem produz essa bela imagem?
Essa divina imagem que é o homem
Onde que esse escultor se esconde?


E ele se esconde por detrás da própria criação
Por detrás de cada ser em vida
Por detrás de cada alegria
Por detrás de cada sofrimento


E até mesmo naqueles que vivem sob abismo
Como poderia o criador esquecer do seu próprio filho?


E assim nasceu o homem
Imortal pelo espírito

Ei filho, tens de renascer
Antes que seja tarde
A vida não é mais brincadeira
Larga isso, você não é mais covarde


O mamão e o mel ocidental te tornou tão fraco
E você diz: faz parte
Ah se soubesse a força que tem,
Talvez não ficaria à margem


E o abraço de Deus te conforta e te dilacera
Enquanto queima e arde
E os filhos de Deus que driblarem as Leis Divinas
Queimarão em arte


Colocarei o brilho do sol em todas minhas linhas até que enfarte
Fiz minha tábua de esmeraldas nesse som por que eu só tô de viagem


Vivendo um novo ragnarok
Somos os pré-diluvianos
O fim de uma era que está se reciclando
As engrenagens do arquiteto funcionam perfeita


Vocês não driblarão por muito tempo
Antes da vida aqui existia ordem, simétria
Enki e Enlil


Olha quanto sangue, olha quanta vida
Olha quanta morte na terra prometida


Não é o bastante e só quem atira e define o norte é o sionismo


E as minhas oliveiras se encontram queimadas
Não queimem, não queimem minhas oliveiras
Se não meus filhos te queimarão

Acalme o rapaz,
pois não estamos mais nos tempos medievais
Coloquem as crianças na escola
não permitam que elas aprendam fora


Os homens se tornaram um perigo
A revolta dos goyim do Egito


Hoje estamos aqui novamente
Sem memória, sem história
Mas lembranças emocionais
De uns dias não atuais


Queime o bezerro de ouro
E todo sangue derramado
Queda a Moloque


Que os filhos do sol cresçam livres desses répteis
Que os filhos do sol cresçam livres dessas cobras


Com asas, com bombas
Com armas, soldados
Com mídias e bancos
Empresas, estados


Se Jesus voltasse já teria sido bombardeado em gaza
Se Jesus voltasse a maioria desses crentes nem se importaria


Se Jesus voltasse teria sido considerado terrorista
Por julgar e apontar os mesmos que explodem crianças na Palestina


Eles se infiltraram como parasitas e sangue-ssugas
Aproveitando da inocente fé dos mais simples Que acham que seguem a Cristo
Mas seguem aqueles que mataram Cristo

Teu inimigo tá mais perto do que você imagina
Teu inimigo faz parte do que você come
Do que você assiste, do que você gosta
Do que você odeia, do que repudia
Do que você ama, do que você considera você


Vejo as hienas aplaudirem sangue escorrendo de pelúcias
Vejo as hienas aplaudirem histórias falsas e astúcias


Deus, teus filhos enganam os nossos irmãos
Escreveram uma história falsa perante o sangue de toda nação
Enterraram um antigo legado de antigos reinos por religião
Se infiltraram em cada pedaço da terra em busca de influênciação


Dividir nações no meio impõe mais domínio
Deixe que todos eles se matem até o declínio
E todos peões que se tornam "vilões"
Tem uma história na maior das vezes
Censurada, esquecida, enterrada


Teus ídolos exaltam marcas
Alimentando uma engrenagem
Fazendo mísseis chegar em casas


Teu ídolo pouco se importa
Pro teu alimento mental
Desde que você escute
gere royalt pra ele comprar
Um carro legal e uma bolsa da gucci


O dinheiro te cega a dor alheia
Te faz admirar coisa feia
Calma meu filho que a toca do coelho é mais funda do que imagina
Além da tua prisão mental saiba quem que te prende em vida


Eles te ensinaram a atacar
Mas não te ensinaram a doar
Eles te ensinar aqueles que eles definem vilões


Teus vilões são fabricos
E no explodir da torre dançaram
Titanic afundaram
E o FED fundaram


E depois de causarem
a primeira guerra mundial
Os banqueiros lucraram
e depois se espalharam