Preguiça

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O amor não se entrega aos preguiçosos.. para existir na sua plenitude exige por vezes gestos preciosos e fortes.

"Deus não detesta menos os intelectualmente preguiçosos do que qualquer outro tipo de preguiçoso. Se você está pensando em se tornar cristão, eu lhe aviso que estará embarcando em algo que vai ocupar toda a sua pessoa, inclusive o cérebro."

⁠O que é veneno?
- Qualquer coisa além do que precisamos é veneno.
Pode ser poder, preguiça, comida, ego, ambição, medo, raiva, ou o que for.
O que é o medo?
- Não aceitação da incerteza.
Se aceitamos a incerteza, ela se torna aventura.
O que é a inveja?
- Não aceitação do bem no outro.
Se aceitamos o bem, se torna inspiração.
O que é raiva?
- Não aceitação do que está além do nosso controle.
Se aceitamos, se torna tolerância.
O que é ódio?
- Não aceitação das pessoas como elas são.
Se aceitamos incondicionalmente, então se torna amor.
-

Amanhã pode ser tarde, comece agora.
Pegue a preguiça, pise nela e jogue fora.

Quero ler mais livros. Escutar mais músicas. Assistir mais filmes. Quero ter menos preguiça, sentar mais no chão, correr mais pelo parque. Sabe, essas coisas fazem com que eu me sinta livre. Acho ruim a gente ter que se aprisionar. Quero sair de noite, caminhar sem rumo, ficar olhando para o céu. Pode soar bobo, mas isso pra mim é tão importante.

Só os covardes e os preguiçosos não sabem suportar o mal nem recuperar o bem. Limitam-se a desejá-lo e a energia de sua pretensão lhes é tirada por sua própria covardia

Não sei fazer jogo social. Até saberia, mas não me interessa, tenho preguiça.

Vivemos insatisfeitos com nós mesmos,
indispostos com nosso próximo,
preguiçosos em nosso relacionamento com Deus.
Com nossa força espiritual enfraquecida,
adoecemos.

"Amanhã, amanhã, não hoje, é o que todas as pessoas preguiçosas dizem."

Sou feliz só por preguiça. A infelicidade dá uma trabalheira pior que doença: é preciso entrar e sair dela, afastar os que nos querem consolar, aceitar pêsames por uma porção da alma que nem chegou a falecer. – Levanta, ó dono das preguiças.

A preguiça dos estereótipos: Tudo o que você tem que fazer é colocar um rótulo em alguém. E aí você não tem que lidar com ele. É só isso.

O ócio pode transformar-se em violência, neurose, vício e preguiça, mas pode também elevar-se para a arte, a criatividade e a liberdade.

É segunda-feira, meu bem, até pra ter saudade eu tenho preguiça.

Só eu choro quando vejo um filme,ou um comercial,ou leio uma notícia ruim?
Só eu tenho preguiça das pessoas?
Só eu não sei o que fazer da vida?
Só eu prefiro ler um bom livro,do que ir a uma festa?
Só eu adoro a imperfeição?
Só eu sinto tanta saudade que chega a dar raiva?
Só eu não tenho a ambição de perseguir um sonho?
Só eu gosto da minha vida do jeito que ela é?
Se você também pensa que é só você por favor, me avise!

Os dez mandamentos da preguiça:
1. viva para descansar.
2. ame sua cama, ela é o seu templo.
3. se ver alguém descansando, ajude-o.
4. descanse de dia para poder dormir a noite.
5. o trabalho é sagrado, não toque nele.
6. nunca faça hoje o que você pode fazer depois de amanhã.
7. trabalhe o menos possível, o que tiver que ser feito deixe que outra pessoa faça.
8. calma, ninguém morreu por descansar.
9. quando sentir desejo de trabalhar, sente e espere que ele passe.
10. não se esqueça, trabalho é saúde. Deixe o seu para os doentes.

Quem cala nem sempre consente.
Pode ser só preguiça de discutir idiotices...

Trabalho, porque tenho preguiça de esperar o dinheiro cair do céu.

O preguiçoso sempre reclama que o tempo não passa, e o trabalhador esquece até o tempo.

A liberdade é seu jardim secreto. Sua pequena conivência para consigo mesmo. Um sujeito preguiçoso e frio, algo quimérico, razoável no fundo, que malandramente construiu para si próprio uma felicidade medíocre e sólida, feita de inércia, e que ele justifica de quando em vez mediante reflexões elevadas. Não é isso que sou?

Jean-Paul Sartre
SARTRE, J., A Idade da Razão, 1945

Como é chato lidar com fatos, o cotidiano me aniquila, estou com preguiça de escrever esta história que é um desabafo apenas. Vejo que escrevo aquém e além de mim. Não me responsabilizo pelo que agora escrevo.

Clarice Lispector
A hora da estrela. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.