Preço
“Não tem preço ter o que eu amo comigo, e mesmo que tivesse não existiria ninguém que tivesse tamanha riqueza para comprar”
Amor Não Tem Preço.
Vou te amar
A qualquer preço.
Vou pagar
Se for preciso.
Pelo que eu tanto desejo.
Não vou ter vergonha
De pagar pelo teu beijo.
Neste jogo não sei quem ganha.
Cansei de implorar pelo teu amor.
Já não aguento esperar.
Não importar o valor.
Eu quero é te amar.
Vou exige reciprocidade,
Nem que seja falsidade.
Mas eu vou te amar de verdade.
Quero todo vigor da tua mocidade.
Quero caricias, beijos e abraços.
Suspiros de prazer.
Não importando se são falsos.
Quero te amar, até meu corpo padecer de tanto prazer.
Quero me enganar te amando.
Senti-me um príncipe encantado
Ou simplesmente um homem amado.
Quero o teu amor nem que seja pagando.
Mas...
Se não existe preço para a paz,
lamento profunda [mente] informar
de que [ainda] não será desta vez,
nem por mínima in – sensatez,
que iremos, negociar!
O doce sabor do auto-encontro não tem preço; nem que seja o alheio... dá pra sentir o cheiro de "tutti-fruti" de longe!
Não sei quanto ao tempo. Sofrer é só um preço que pagamos, para que no futuro sejamos recompençados.
Toda guerra tem um preço
E não tem tabela pronta.
Só quem a compra
Sabe quanto gasta
E sabe, quem é vitima, quanto paga.
O preço do empréstimo
Mede-se na devolução.
O preço da guerra cumpre-se
Na renovação.
A guerra compra-se e paga-se;
É sempre a mesma guerra,
No princípio e no fim!
Sábio Passarinho
Um lindo Passarinho,
Um dia me contou,
Que não existe preço para o poeta
Escrever todos os sonhos que sonhou.
Este mesmo Passarinho,
Tomava os sons e os transformava.
Meditativo e fluido em seu ninho
Com ritmo os versos, declamava.
Dizia que a estrutura matemática
Na musica ou na rima,
Tem a mesma temática,
- Estão no DNA! (Ele afirmava!)
A pauta musical,
Passarinho dispensava.
O compasso e a métrica
Nem mesmo comparava
Valorizava sim, a cadencia.
E Passarinho, explicava:
- Declaro ser ciência!
Sábio Passarinho...
Tua presença era o preço dos meus sorrisos, eles raiavam com o sol ao som daquele toque. E o dia ia ser mais claro, eu sabia disso ao abrir as janelas, brancas. Meus olhos sorriam ao ver aquilo, castos de um sonho remoto, tão distante quanto nossas mãos que prometiam um dia se tocarem. Eu posso fazer música de suas palavras e melodia dos meus sorrisos, ouça a canção que fiz pra você.
Sua ausência é o preço de minhas lágrimas, duas ou três que rolam sobre meu vestido. Nada mais. Parece que vou tirando você de mim em pedaços. E como se não bastasse tê-lo que dividir com a distância, agora tenho que dividir com a saudade. E se sustenta um amor de pedaços. Nesse mosaico eu sambo a alegria de amar o preço do meu desperdício.
