Preço
O preço
Para pagar por minha desatenção te ofereço o planeta Júpiter como presente e a reverência de todas as estrelas para te aplaudir infinitamente por todas as noites do teu existir, e para deixar vivo e vibrante a todos os olhos desta galáxia que entre nós o que pulsa é o amor.
justificativa vem do sangue de Jesus
O sangue de Jesus representa o preço pago.
Na cruz, Ele levou a culpa, a condenação e a sentença que eram nossas.
“Sendo justificados gratuitamente, por sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus.” (Rm 3:24)
O desafio de ser diferente está em se acostumar com o isolamento. Esse é o preço a pagar por seguir um caminho contrário à maioria.
Uns retribuem com justiça por meio das armas da luz; outros retribuem o mal a qualquer preço sob o domínio das forças das trevas.
"A terra tem dono e a semente tem preço, você não vai colher o que planta sem dividir os lucros com alguém."
"As Desventuras do tempo"
Quem escolhe o tempo como aliado,
paga o preço alto, amargurado.
O tempo afasta, dilui a presença,
tira a intimidade, adia a essência.
Nada se cria, só se adia,
ficam só lembranças na agonia.
O que podia ser, se perde no ar,
quem espera demais, aprende a esperar… sem amar.
A coisa mais libertadora é perceber que o preço só existe porque você ainda está pagando.
O dia que você fecha a carteira emocional, o débito acaba
Não era compra
Eu não sei que gesto virou crime
nem em que ponto ajudar ganhou preço.
Só sei que estendi a mão
e alguém chamou isso de troca.
Não era ouro.
Não era dívida.
Não era laço invisível puxando retorno.
Era cuidado cru,
do tipo que nasce quando a gente ama
e vê o outro afundando
sem saber nadar por ele.
Não se compra afeto.
Não se negocia carinho.
Amor não aceita recibo
nem vem com prazo de validade.
Se dei, foi porque tinha.
Se ajudei, foi porque doía ver faltar.
Quem confunde presença com posse
nunca soube o peso de ficar.
Eu não quis ter.
Eu quis amparar.
E se isso virou suspeita,
que fique claro:
Pior que ser mal-entendida
é desistir de ser quem se é.
Boletos
O preço de querer uma vida simples
não vem em parcelas suaves.
Ele cobra
a ausência do barulho conhecido,
a distância de quem sabe seu nome
mas não sua história.
Escolhas têm seus próprios boletos.
Não vencem no banco.
Vencem na carne.
Pagam-se na raça,
na força que sobra quando não há plateia,
quando o mundo decide cair em volta
e ainda empurra.
Às vezes o empurrão mira um poço sem fundo.
Mas quem aprende a cair em silêncio
descobre no escuro
o próprio chão.
E segue.
Não porque é fácil,
mas porque voltar
custaria mais caro.
Tudo na vida tem um preço mas não se iluda, quando o Garçom trouxer a conta teremos que pagar. O Problema é que muitas vezes não sabemos o valor daquilo que pedimos.
Uma criança não desiste por causa de alguma situação limitante, a contorna a qualquer preço sem reclamar.
