Preciso e Gosto de Intensidade
Até que enfim contei a papai que gosto mais dele que de mamãe, e ele respondeu que era só uma fase passageira, mas não acredito. Simplesmente não suporto mamãe, e tenho de fazer força para não gritar com ela o tempo todo e para ficar calma quando tenho vontade de lhe dar um tapa na cara. Não sei por que criei uma aversão tão grande por ela. [...] Não a amo. [...] Consigo imaginar mamãe morrendo algum dia, mas a morte de papai parece inconcebível. É muita ruindade minha, mas é assim que me sinto [...].
Eu não gosto de situações nas quais tenho certeza se vou ganhar ou perder. Porque isso não é realmente um jogo.
(Yumeko Jabami)
Gosto de...
Escrevo pomas, poesias
Gosto de coisas simples
Coisas do dia a dia
Da vida aprecio as coisas boas
Pular, correr, tomar banho de chuva
Nada melhor que ficar a toa
Uma conversa a luz da lua
O brilho de um vagalume
Ver crianças brincar na rua...
A coverça a mesa após o almoço
Apreciar a boa companhia
Há! Como é bom este alvoroço!
Tudo que gosto não dar pra citar
Não haveria espaço, palavras
Este poema nunca iria acabar.
Eu odeio toda a política. Eu não gosto de nenhum partido político. A pessoa não deve pertencer a eles - deve ser um indivíduo, de pé no meio. Qualquer pessoa que pertence a um partido pára de pensar.
O Gosto do Tempo Sem Pressa
Te vejo me devorar primeiro com os olhos, como se cada detalhe meu fosse uma fome antiga. E quando tua boca me encontra, não há espaço para pressa—só o ritmo certo de quem sabe exatamente o gosto que procura. É como se o tempo fosse outro, mais lento, mais profundo. Cada toque é uma descoberta, cada beijo uma lembrança de algo que nunca se esqueceu. No abraço, sinto o mundo sumir e restar só nós, sem pressa de acabar, sem pressa de fugir do que é real. Só o agora, só o momento, só o desejo que se faz carne.
Me fizeram desacreditar em tudo que eu planejei, e quando eu finalmente dei o gosto à eles e desisti, me pediram pra continuar e disseram que eu era forte! (?) Vê como as pessoas adoram brincar?
A palavra de que eu gosto mais é não. Chega sempre um momento na nossa vida em que é necessário dizer não. O não é a única coisa efetivamente transformadora, que nega o status quo. Aquilo que é tende sempre a instalar-se, a beneficiar injustamente de um estatuto de autoridade. É o momento em que é necessário dizer não. A fatalidade do não - ou a nossa própria fatalidade - é que não há nenhum não que não se converta em sim. Ele é absorvido e temos que viver mais um tempo com o sim.
Eu te acho tão idiota. Mas eu gosto de idiotas. Pra ser mais direta, eu gosto de você. Tudo bem, é bobagem... Mas eu não consigo me controlar, você ainda chama minha atenção e onde quer que eu esteja, eu escuto seu nome e me desligo de tudo.
Gosto de gente que insiste em mim, que apesar dos dias ruins, de eu ser complicado de lidar, não desiste e tenta me entender e falar comigo.
Se der errado? E daí, pelo menos você vai ter o gosto de dizer: ”eu fui, eu vivi, eu vi, eu tentei”.
Eu gosto de viver a liberdade!
Louco é quem não vive e fica a mercê do que os outros pensam.
Meu livre arbítrio ninguém me toma
e nem me sufoca por dentro.
Eu gosto quando uma flor ou um tufo de grama crescem através de uma rachadura no cimento. É tão heroico.
Há quem goste do inverno e há quem goste do verão, outono ou primavera. Eu gosto mesmo é de ver as estações mudarem. A natureza como a vida, se equilibra na mudança... no transitar. E como é bom saber que as coisas mudam. Que depois de um inverno rigoroso novas flores surgem e a raiz fica mais forte. Há beleza na passagem... no ciclo que se fecha e permite que outro surja. É pela benção da efemeridade que podemos ver a beleza em todas as estações que, ora nos permitem sorrir, ora aprender e eu comprei o bilhete da vida pra experimentar as várias "estações".
