Preciso e Gosto de Intensidade

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Próxima dos teus lindos lábios
desfrutar do estouro do Maqui,
Desacatar com sensual gosto
e roubar-te o teu beijo saboroso,
Celebrar cada vezo divino - teu,
e ser grata que elegeste ser meu
paraíso que Deus criou e me deu.

"É muito mi mi mi...
Eu gosto de amores práticos!"
☆Haredita Angel

"Eu não gosto de dormir.
Eu gosto mesmo é de sonhar...!"
☆Haredita Angel


- Você não gosta de mim?
Ok, sem problema.
Às vezes, nem eu me gosto!
Haredita Angel
09.07.21

Gosto das flores...
Mesmo murchas, não negam a sua fragrância ..."
Isso não é sobre as flores!
Haredita Angel
27.02.18

"Não gosto muito de amigos.
Gosto mais de inimigos.
Sinto que eles me promovem.
Eles me forçam a ser melhor;
a não fazer cumprir suas vontades.
- Eles me fortalecem, e eu me regozijo contrariando-os..."
Haredita Angel
06.04.16

⁠Reserve uma parte de cada dia para cultos individuais. Você pode adquirir o gosto que não tem agora; o que é entediante a princípio pode com tempo, se transformar em prazer. Quer você goste disso ou não, leia e ore diariamente. Isso é para sua vida; não há outro meio, do contrário você será uma pessoa frívola a vida inteira [...] e superficial. Seja justo com a sua própria alma; dê-lhe tempo e meios para crescer e não continue a se matar de fome.

Não há nada mais excitante do que o gosto do
teu prazer molhando meus lábios enquanto você se entrega
nessa loucura gostosa que
é me pertencer.

______Enzo Ruchell_______

Eu sinto


O teu abraço, eu quero,
os teus beijos, eu gosto,
o teu amor, eu desejo,
a saudade de nós, eu sinto.

Beijos


No primeiro beijo sentimos o breve gosto do fim,


tão leve, tão doce e tão intensa


olhos fechados, viagens infinitas, sabor de não vá!


sensação de pertencimento, no engano do querer o saber do momento aventureiro,


nos beijos quentes a saudade grita, no relógio parado o repentino se apresenta e tão rápido quanto chegou os beijos são deixados nas sombras envolventes dos amantes que tão logo se separaram,


uma ida sem volta, com beijos que alimentaram sentimentos, revoltas e deixaram incógnitas.

Tenha bom gosto para sabe diferenciar, que é bom e quem é mau porque hoje em dia tudo virou sinônimo de maldade, até mesmo a bondade.

⁠Eu gosto de lembrar daquilo
que é bom e bonito,
Não me esqueço de lembrar
quando você dançou
Chico Sapateado comigo;
Você da minha
cabeça não tem saído,
e a minha poesia
está sempre contigo.

A Pedagogia do Gosto

Ou: por que gostamos do que gostamos antes mesmo de sabermos quem somos?

Você já parou para pensar por que gosta das coisas e das pessoas de que afirma gostar?

Não estou perguntando do que você gosta.

Estou perguntando quem decidiu aquilo que você chama de gosto.

Existe uma diferença abissal entre possuir um gosto e ser possuído por ele.

Talvez a maior ilusão da liberdade seja acreditar que escolhemos aquilo que apenas herdamos.

Antes de escolhermos nossos gostos, eles já nos haviam escolhido.

Eis a tragédia.

A humanidade aprendeu a perguntar “do que você gosta?”, mas esqueceu a única pergunta capaz de desmontar a própria consciência:

“Quem ensinou você a gostar disso?”

Talvez o gosto seja o comportamento mais subestimado da história da humanidade.

Porque ninguém desconfia dele.

Desconfiamos da política.

Da propaganda.

Da religião.

Da mídia.

Da ideologia.

Mas raramente desconfiamos do próprio desejo.

E justamente por isso ele se torna o mecanismo de manipulação mais eficiente já criado.

Afinal…

Quem domina seus desejos nunca precisará dominar você.

Bastará esperar que você caminhe voluntariamente na direção que ele planejou.

É por isso que o senso comum comumente mente.

Ele não mente apenas porque diz coisas falsas.

Ele mente porque faz parecer espontâneo aquilo que foi cuidadosamente aprendido.

Chamamos isso de opinião.

Quando, muitas vezes, é apenas repetição com boa dicção.

Chamamos isso de personalidade.

Quando talvez seja apenas memória social.

Chamamos isso de autenticidade.

Quando frequentemente é apenas imitação bem ensaiada.

Talvez você nunca tenha gostado de muitas das coisas de que diz gostar.

Talvez você apenas tenha aprendido que gostar delas aumentaria suas chances de pertencimento.

O pertencimento tornou-se mais importante que a verdade.

E quando pertencer vale mais do que pensar, pensar torna-se um risco social.

O ser humano não teme apenas ser rejeitado.

Teme descobrir que nunca pertenceu a si mesmo.

Observe uma criança.

Ela pergunta.

Experimenta.

Recusa.

Insiste.

Questiona.

Agora observe um adulto.

Ele confirma.

Repete.

Compartilha.

Defende.

Ataca.

Mas raramente investiga.

A infância possui curiosidade.

A maturidade moderna possui algoritmo.

O algoritmo não cria gostos.

Ele apenas organiza, acelera e recompensa aquilo que você nunca teve coragem de examinar.

Ele transforma tendências em identidade.

Preferências em personalidade.

Consumo em caráter.

E você chama isso de livre-arbítrio.

Talvez nunca tenhamos consumido produtos.

Talvez tenhamos consumido identidades.

Compramos roupas para vestir pertencimento.

Compramos livros para vestir inteligência.

Compramos opiniões para vestir consciência.

Compramos discursos para vestir virtude.

Compramos estilos de vida para esconder a ausência de uma vida própria.

O mercado percebeu aquilo que muitos filósofos ignoraram:

As pessoas compram aquilo que desejam parecer.

Muito antes de comprarem aquilo de que realmente precisam.

Porque o ser humano não consome apenas objetos.

Consome versões imaginárias de si mesmo.

Por isso seguimos pessoas.

Não necessariamente porque admiramos quem elas são.

Mas porque desejamos experimentar quem acreditamos que nos tornaríamos ao imitá-las.

A admiração, muitas vezes, é apenas inveja social sofisticada.

E a inveja, por sua vez, é a confissão silenciosa de uma identidade mal resolvida.

Quem não sabe quem é transforma qualquer referência em destino.

Quem não construiu um interior passa a morar na aprovação alheia.

E quem mora na aprovação dos outros vive despejado de si mesmo.

Talvez seja exatamente por isso que a maioria das pessoas nunca pensa no que pensa.

Porque pensar sobre o pensamento é colocar em julgamento o próprio juiz.

É permitir que a consciência investigue a consciência.

É aceitar que o observador também precise ser observado.

Poucos suportam essa audiência.

Porque ela não acontece diante da sociedade.

Acontece diante da própria verdade.

É muito mais confortável defender uma ideia do que investigar por que precisamos tanto dela.

É muito mais fácil amar um símbolo do que descobrir por que necessitamos desesperadamente dele.

O problema nunca foi gostar.

O problema é nunca ter interrogado o gosto.

Todo gosto não investigado torna-se uma crença disfarçada.

Toda crença não investigada transforma-se em identidade.

Toda identidade não investigada converte-se em prisão.

E a pior prisão é aquela cuja chave carregamos no bolso sem jamais suspeitar de sua existência.

Talvez seja por isso que existam pessoas que mudam de opinião com facilidade.

E outras que defendem opiniões como quem defende a própria sobrevivência.

Porque, para elas, abandonar uma ideia significaria perder quem acreditam ser.

Mas quem depende de uma ideia para existir nunca encontrou a própria identidade.

Encontrou apenas um abrigo psicológico.

Existe uma pergunta que considero mais importante do que todas as outras.

Não é:

“Do que você gosta?”

Nem:

“Quem você ama?”

Muito menos:

“No que você acredita?”

A pergunta é outra.

“Quem seria você se nunca tivesse sido ensinado a gostar do que gosta, admirar quem admira e acreditar no que acredita?”

Se essa pergunta lhe causa desconforto, talvez ela esteja mais próxima da verdade do que todas as respostas que você colecionou até hoje.

Porque a consciência não nasce quando encontramos respostas.

Ela nasce quando finalmente aprendemos a desconfiar das perguntas que nunca fizemos.

E talvez a maior evidência de maturidade não seja pensar diferente da maioria.

Seja pensar diferente de si mesmo, sempre que a verdade exigir.

Meu lema é este:

Quem não pensa no que pensa jamais saberá por que gosta do que gosta; e quem não descobre a origem do próprio gosto dificilmente descobrirá a origem de si mesmo.

Porque o gosto molda escolhas.

As escolhas moldam hábitos.

Os hábitos moldam o caráter.

O caráter molda o destino.

E tudo isso pode ter começado com uma única pergunta que você nunca fez:

“Isso realmente nasceu em mim… ou apenas encontrou em mim um lugar para morar?”

Pecado Gostoso
Helaine Machado
Se beijo na boca fosse pecado…
oh Deus…
que pecado tão gostoso seria.
Pecado é sentir teu gosto
e não querer mais parar,
é perder o rumo do mundo
só por te tocar.
Tua boca na minha
não pede perdão,
não conhece limites,
não escuta razão.
É fogo calado,
é desejo aceso,
é o corpo inteiro
rendendo-se ao mesmo desejo.
Se for pecado, eu confesso…
eu peco sem medo,
peco de novo,
peco em segredo.
Porque tem beijos
que não se explicam,
se sentem…
se entregam…
e nunca se esquecem.
E se amar assim for errado,
então deixa ser…
porque entre o céu e o teu beijo,
eu ainda escolheria você.
Helaine Macha

Gosto de ser sua mulher, porque você me faz sentir a mais especial do mundo.
Mesmo quando meu corpo mostra imperfeições — por eu ser gorda e não ter seios —, você me enxerga de um jeito único.
Todos os dias, você me conquista novamente.
Me traz café na cama, me deseja como se fosse a primeira vez, como lá no começo, há 28 anos atrás.
Você, Osmar, é o homem que me faz sentir amada, desejada e completa.
Ao seu lado, eu me sinto, de verdade, a mulher perfeita.
Helaine machado

Gatinha
Helaine Machado
Gosto de ser sua gatinha,
macia no toque,
frágil às vezes —
ou talvez só escolha.
Encosto no seu ouvido
e deixo escapar um “miau”,
baixo, lento,
quase um segredo.
Recatada…
como quem veste auréola,
mas não se engane:
minhas garras sabem falar.
Elas marcam,
arranham o que invade,
enlouquecem quem tenta
ultrapassar o limite.
Há um doce no meu veneno,
um perigo no meu carinho,
um convite sutil
pra quem ousa chegar perto.
Sou sua gatinha,
se eu quiser.
Sou sua cachorrinha,
se houver respeito.
Mas experimente faltar com ele…
e verá
que nem todo carinho
vem sem defesa.
— Helaine Machado

Entre o Risco e o Toque
Eu gosto do risco…
ele percorre meu corpo como um sussurro lento,
amar nunca foi simples —
é pele chamando pele no silêncio do momento.
Dizem que não é nada…
mas meu arrepio desmente qualquer razão,
carinho em mim vira chama acesa,
um toque já vira confissão.
Eu caminho devagar no perigo,
saboreando cada sensação,
não me dou por inteiro de imediato…
eu deixo faltar… pra aumentar a tentação.
Meu olhar te prende sem força,
minha boca promete sem falar,
sou livre até no desejo…
e sei exatamente onde tocar.
Se vier… venha sem pressa,
sinta o ritmo que eu quiser te dar,
porque eu não vivo de metades…
eu faço o instante… te marcar.


Helaine machado

Pele, Risco e Liberdade
Eu gosto do risco…
ele desliza em mim como um segredo proibido.
Amar não é simples —
é desejo aceso em silêncio contido.
Dizem que não é nada…
mas meu corpo sabe quando é real,
carinho na minha pele vira chama,
um toque já diz muito mais.
Não me entrego por pouco,
nem me perco em qualquer intensidade,
eu provo devagar o perigo…
saboreando cada verdade.
Meu olhar não pede — convida,
minha presença não implora — conduz,
sou livre até no desejo…
e é isso que me traduz.
Se vier, venha inteiro,
sem medo do que pode acontecer,
porque eu não amo raso…
eu faço sentir… sem dizer.
Helaine machado

Miau
Miau… sou gatinha folgosa,
gosto de brincar com o perigo no olhar,
chego leve, quase inocente…
mas sei exatamente onde tocar.
Faço teu fôlego fugir devagar,
no ritmo que eu quiser conduzir,
porque quem domina o próprio jogo
não precisa pedir — faz sentir.
Tenho charme que envolve,
um jeito livre de ser,
sou doce quando eu quero…
e fogo quando deixo acontecer.
Não me prendo, não me escondo,
sou dona do meu calor,
se entro na tua história
é pra marcar com intensidade e cor.
Assinado em pele e desejo,
sem medo de me revelar:
Helaine Machado —
pra sentir… e nunca mais esquecer de lembrar.
Helaine machado

⁠Gosto de ficar em silêncio grifando palavras que ouço, e depois observar sendo repetidas em contradição.