Praia

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Meus escritório e na praia mais não sou da sua laia não

Inserida por wadsom

Os invasores

durante o mês de outubro sobre
tudo nos bairros sem praia é preciso
que ás seis da tarde precisamente
tranquem-se as portas fechem-se
as janelas apaguem-se as luzes
durante quinze minutos de silêncio
e escuridão para que os invasores
achem que não há mais ninguém ali
pois se por acaso houver alguma
luz esquecida em algum canto qual
quer meus amigos é bom saber pre
parem-se pois eles vão achá-la e a
través de alguma brecha eles hão
de se esgueirar em bando à procura
de alguma lâmpada incandescente
que lhes sirva de deus sob o qual
voarão histéricos para celebrar a luz.

Inserida por jessycamirandac

Sombra e água fresca é só para quem não gosta de praia e cerveja.

Inserida por DAmico

Bateu uma vontade de respirar o mar e sua maresia terapêutica.

Olhar nos olhos dela foi como olhar o mar pela primeira vez...

Você sonha, se imagina lá, cria expectativas mas é surpreendido. Quando você vai se aproximando já consegue ver e fica admirado, quando chega bem pertinho já não surgem palavras para expressar tamanha admiração. É maravilhoso, você fica parado observando cada onda se formando e quebrando vindo de encontro a areia. De repente, enquanto aquela leve brisa toca o seu rosto, só observar já não te satisfaz, você vai de encontro para sentir, e com bastante cautela você apenas molha os pés, a inexplicável sensação te faz querer se jogar por inteiro na água, mas é preciso ir devagar, até uma pequena onda pode te derrubar. Esse é o momento que você precisa decidir entre guardar na memória ou enfrentar o medo das ondas e se jogar.
Olhar nos olhos dela foi como olhar o mar pela primeira vez.

Momentos são como onda do mar vem e vão...

Vivendo em cima
De lajes, que para mim viraram ilhas,
Matando a sede em bocas ressecadas e goles de cerveja,tirando os estresse em tragos de cigarro, observando uma paisagem que mesmo estando tão perto só posso apreciar de longe, tons de verde esmeralda e azul marinho que as vezes se misturam ao vermelho sangue em noites de horror.

Hoje é o dia da água.
Aquela que nós desperdiçamos, sujamos e depois culpamos por inundar nossas cidades e ceifar vidas...

Se o vento soprar quero estar no mar, se a chuva cair não quero do canto sair, se o sol chegar quero minha pele queimar, se o mundo girar quero o horizonte florir e não me preocupo se o ponteiro do relógio não para. Sou de ficar onde meu coração se acalma. Eu sou alma lavada com água doce e salgada.

Pedra és rocha

Não sei se são mais vivas as marcas que deixo onde passo ou as que levo de onde passei. O que sei é que, por gostar de opostos, quero que permaneçam vivas. Não fosse a sútil possibilidade de deixar marcas na areia da praia, poderia dizer que não teria apego algum pelo mar. Mas deixo marcas nele, e se outrora o mar vier a esmorecê-las eu deixo marcas também enquanto regresso. Travados em batalha pela vida, eu e o mar poderíamos passar anos a fio nesse desbravar. A areia adoraria ser pisada, socada, marcada por meus pés, como faz a mulher guerreira no trabalho doméstico com pano de chão... O mar equilibrado ficaria conformado, se recolheria e só iria voltar no dia seguinte. Não fosse a alegria, a extraordinária alegria de ver de cima, talvez nem me trouxesse tanto contento a altura. Mas não sou que marco a pedra mais alta e sim ela que marca em mim. É o relevo, o infinito limitado, o vento que chega, o misto de medo e alegria. As marcas são fortes, atemporais... Quantos anos de água até mudar sua forma? Não sei! O que sei é que: pedra és rocha e sobre as marcas que deixas em mim serás a força motriz para me fazer viver.

Mar, doce lar.

Brisa que acalma a alma.

Morena da pele de bronze, eu quero ser o seu filme das onze.

Rio de janeiro
Esse lugar ninguém esquece
Onde tem copacabana e um mar que me enlouquece
E quando chega fevereiro
Prova que Deus é brasileiro
É o espetáculo do carnaval
Me ensinando a ser feliz
É sinfonia de paixão e cor
Abençoado cristo redentor!
Iluminando toda essa cidade
Quem te conhece não quer mais sair
Pois não há melhor lugar pra ir
Se não estou no rio , estou com saudade
O ano inteiro sol é téu
Toda a beleza que nasceu
Rio de janeiro
Você também é meu

As vezes a gente escolhe um lugar pela paisagem.
E admira a areia branquinha, a água do mar, o pôr do sol.
E decide que ali sera perfeito para construir o seu lar.
E começa a investir.
Levantando tijolo, por tijolo...
Crendo que ali de fato será feliz.
E depois da casa construída, escolhe os pisos, as janelas, as portas...
Tudo no mínimo detalhe.
Porque o anseio pela vista é maior que tudo.
No entanto, sem pesquisar melhor, não percebera que apesar da vista maravilhosa na areia da praia não sera o melhor lugar para se construir o lar.
Mas a insistência é tamanha, que ao aparecer uma rachadura aqui outra ali, cobria se com cimentinho.
Mas levantar uma casa na areia de fato não tera sido uma boa ideia.
A casa aguentou uma, duas... na terceira tempestade ela desabou.
E todo o tempo, carinho e amor ao se construir aquela casa tera sido em vão.
A lição é por mais que queiramos algo, e acreditemos que será o melhor, se não for da vontade de Deus. Tudo será em vão e ficará como mais uma linda lição de vida.

O QUE É A VIDA?

A vida é algo que a gente tempera, que colhe do pé, é o sabor que vem na boca.
É o barulho que a gente faz e o silêncio que se conquista.
É mar azul em água cristalina.
É o sol que sempre vem e a nuvem que cá chega.
É um tal começo pra um possível fim.
É a certeza da escuridão por consequência da luminosidade.
É lutar pelo bem, para livrar os males das lutas.
É um brilho de lua sem luz própria.
É amor que se encontra e não tem como perder.
É o vento que move tudo e não tem cheiro ou forma.
É lógica estudada.
É o tempo que fala sem nada dizer.
É tudo que temos de um "vai saber?!"

Vai, acelere meu coração,
viaje para junto das estrelas,
à noite vagam sonhos, ilusões,
te concedo o direito de tê-las !

As palavras tornarem-se poucas
E isso tem nos mantido distante
Surgiu esse silêncio
Que anda fazendo barulho aqui dentro
Você não consegue perceber
No meu olhar
Não consegue sentir ao me tocar
Isso está fazendo bem a você?
E então nossa sintonia
Tornou-se monotona
A anos sei que preciso só de mim
Virou costume deixa somente uma trilha de marcas dos meus pés na praia
E eu nunca vou perder essa mania de sair por ai, pela estrada, sentindo a firmeza do vento em meus cabelos
Fecho os olhos abro os braços
É tudo tão calmo, tudo tão mágico
Eu não espero nada de você
Nem cobro nada
E isso é tudo

Ele precisa de sol mesmo sendo filho da lua.

O sol nasce pra todos, mas hoje eu senti ele somente meu.