Praia

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Como é que está seu dia hoje?
Praia, sol, e surf pra encarar
Pés descalços na areia
E o mar inteiro à esperar

Vamos curtir, fugir e alçar o tempo
Vamos desinibir cada momento

Quero quebrar as regras e tabus
Voar no céu e ver o mundo nu

Bora escancarar os risos
Fugir dos mitos
Mudar e superar os riscos

Não preciso entender como as coisas são
Nem quero nada, só quero diversão

Vamos deixar de lamento
Jogar bola na orla
Soltar abraços ao vento

Hoje eu estou de boa
Celular desligado
Nada me magoa

Resistência

Ouvi do meu pai que a minha avó benzia
e o meu avô dançava
o bambelô na praia, e batia palmas
com as mãos encovadas
ao coco improvisado,
ritmando as paixões
na alma da gente.
Ouvi do meu pai que o meu avô cantava
as noites de lua, e contava histórias
de alegrar a gente e as três Marias.

Meu avô contava:
a nossa África será sempre uma menina.
Meu pai dizia:
ô lapa de caboclo é esse Brasil, menino!
E coro entoava:
_ dançamos a dor
tecemos o encanto
de índios e negros
da nossa gente

Café com pão;
Queijo com goiabada;
Arroz com feijão;
Praia com sol;
Eu e você;
Melhor combinação.

Álice um sonho na praia rolando na areia, teu corpo de sereia, imaginação que incendeia, fantasias, desejos e loucuras, um sonho!

Um Hai Kai, antes do nascer do sol:

Ó ressacas de pensamento!
Que trazem à praia de Maya
pedaços cortantes de passado.

Um outro dia,
um domingo talvez,
poderá ser um dia melhor,
na beleza da praia
ou no sossego do meu quarto.

Tu é forte e intensa
Como as ondas do mar
Que vem beijar a areia escura
Na beira da praia, na beira da vida.
Sentir o teu baque, o teu beijo e toque
É o que move
Esse corpo movediço.
Como foi contemplar teu intenso azul?
Como foi inalar teu gosto de (a)mar?
Sorte!
Foi no teu mar revolto
Que tive a sorte de me encontrar.

AMO-TE

Amo-te ao luar
Amo-te à chuva
Senti-te na praia
Na areia quente
O corpo queima
Na noite esquecida
Sacias a sede
Cansas a mente
Cansas o corpo
É nos teus braços
Que eu amo estar
Fresca a tua boca
Sabe a romãs
Cheia de amoras
Da brisa do mar
Seca o deserto
Do nosso alento
Choro ao sol
Choro ao vento
Tempestade da vida
Amo-te a chuva ao luar.

Não me dou bem com gente falsa
não é minha praia,
ou gosto,
ou tou fora.
Sempre fui assim:
não escondo, não disfarço !

Quando nos vi na praia quis rimar amar com mar, mas achei careta.

Antes que seja tarde

Me leve para passear de mãos dadas na praia
Antes que seja tarde
Vamos conversar
Antes que seja tarde
Me faça sorrir
Me leve ao parque de diversões


Já é tarde
À tarde, o parquinho se foi
O sol se pôs
A lágrima rolou
O meu ser já inerte repousou

Agora, é tarde!

O sol mergulha ébrio
Em coro marítimo.
Aplausos na praia!

O que dizer da praia? Bem, para alguns deslumbrados a praia foi a forma mais poética que Deus encontrou para traduzir seu desejo de encantar, acalmar, e alentar os quereres humanos.

O Jovem e as Estrelas-do-mar

Numa praia tranquila, junto a uma colônia de pescadores, morava um escritor. Todas as manhãs ele ficava passeando pela praia, olhando as ondas. Assim, ele se inspirava e, de tarde, ficava em casa escrevendo. Um dia, caminhando pela areia, ele viu um vulto que parecia dançar. Chegou mais perto e viu que era um jovem, pegando na areia estrelas-do-mar, uma a uma, e jogando-as de volta ao oceano.

– E aí? – disse-lhe o jovem num sorriso, sem parar o que fazia.

– Por que está fazendo isso? – perguntou o escritor, curioso.

– Não vê que maré baixou e o sol está brilhando forte? Se essas estrelas ficarem aqui na areia, vão secar no sol e morrer!

O escritor até que achou bonita a intenção do garoto, mas deu um sorriso cético e comentou:

– Só que existem milhares de quilômetros de praia por esse mundo afora, meu caro. Centenas de milhares de estrelas-do-mar devem estar espalhadas por todas essas praias, trazidas pelas ondas. Você aqui, jogando umas poucas de volta ao oceano, que diferença faz?

O jovem olhou para o escritor, pegou mais uma estrela na areia, jogou na água do mar, voltou a olhar para ele e disse:

– Pra essa eu fiz diferença.

No dia seguinte, de manhãzinha, o escritor foi à praia. O jovem pegava as primeiras ondas do dia. Juntos, com o sol ainda manso, começaram a jogar estrelas-do-mar de volta ao oceano.

Desconhecido

Nota: Adaptação da história "The Star Thrower", do antropólogo e escritor norte-americano Loren Eiseley, publicada em 1969.

...Mais

Tudo o que quero dessa vida é um pouco de paz, uma casa na praia e um amor pra chamar de meu..

te acho tão bonito quanto um dia de de sol na praia
tão bonito como um samba do Caetano
mais bonito que olhos de adolescentes apaixonados.
e mais bonito que você em seu próprio ser.

Na onda da maré cheia
é o mar que te enleia,
minha amiga, quase sereia.
Na praia do sol que amola,
a areia é calor de pura marola,
em teu decote sem gola,
em tuas coxas de gala.
A onda rola, enrola, roda
um baile em sala aberta,
e você toda se evola
na canga de voil ou cambraia,
na luz que estala solar,
você é a rainha da praia!

Sua onda é minha praia.

BRASÍLIA
A flor do cerrado
não tem praia nem mar
mas tem lindo lago
de lábios rosados
e olhos azuis
que se prendem ao céu.
Tem pedra bonita
tem luz de pepita
e lua de cristal
Brasília é infinita
constelação de poderes
estrelas soberbas
que sobem e que caem
do alto da torre
à rampa do congresso...
Brasília é rock roll
da Capital Inicial
das Plbes Rudes
e Renatos Russos
de camelos e Para-lamas
do voo da gaivota
da Asa Norte à Asa Sul
Brasília é uma flor
que ainda desabrochou
da praça sem poderes
ao autódromo esquecido
governo falido
servidor ausente...
Brasília de presente
de passado distante
da fé do bandeirante
do padre sonhador
Brasilia ainda é menina
de laços de fita
que o poeta cantor.
Eu amo Brasília
em suas grandezas
e em suas carências
quem dera que um dia
o vale perdido
o dito paraíso
sem medo e sem culpa
assumisse a sua sina
de ser jovem menina
na paz entre os homens
na justiça e no amor.

Evan do Carmo

Refúgio...

O sol já estava se pondo, quando resolvi andar pela praia.
... andando, perambulando, vagueio desenhando caminhos na areia.

O mar sempre me deixa fascinada!

Parada na beira da água, as ondas fracas batendo nos tornozelos, fez-me sentir tranquila, livre e à vontade.
A brisa fresca acariciou a pele,
o murmúrio das ondas convidou-me para um mergulho no mar quase no mesmo momento em que o sol se pôs.
Por algum tempo o céu se transformou numa imensa tela rubra e dourada, enquanto, a sensação de harmonia com o Universo acolheu-me.
Logo,
a lua surgiu, era hora de voltar
... caminhando pela areia morna
estava apenas à metros de distância para chegar em casa.
Sentada à sala
senti-me inquieta percebendo-me observada;
voltei meu olhar para a janela com pensamentos longe,
regressei na calmaria do mar dormente e por longas horas mergulhei em teus oceanos.
Há estrelas e sonhos em toda parte que nos persegue e nos une com insistência.
Abre-se as portas de nossos anseios e encontramo-nos libertos de toda tempestade,
desfez-se o tempo e a distância entre nós.
Agora;
sê em mim e eu serei em ti
cúmplices de nossos refúgios, onde juntos, poderemos ser tudo.