Pouco
Ando um pouco exausta
de gente nublada e cinza
Que só enxerga o lado feio da vida
e insiste o mundo julgar .
Gente sem paz
Gente sem fé
Gente sem respeito
Gente sem caráter
Gente sem pudor
Gosto de quem mostra o que é
e abraça o mundo com amor
De gente ranzinza e infeliz ...
Com minha alma não condiz !
Prefiro de vez me afastar.
Quero viver em leveza
com Deus e
com o bem
sempre poder caminhar.
Jesus mandou avisar:
Ser cristão não é esperar algo da humanidade,
mas dar um pouco de si mesmo para o mundo.
Era para ser eterno, para sempre, como ela idealizou, porém não percebia, que o amor, pouco a pouco se esvaia, nas lágrimas que insistiam em regar seu travesseiro. Ou se é feliz por inteiro, ou é preferível estar só. Amor com lágrimas é covardia, e de repente, da noite pra o dia, passa a ser desamor.
Um pouco de deboche e um tanto engraçada
Um tanto intensa e tb desapegada
Para uns bruxa e para outros fada
Um tanto adulta e ainda criança
Um pouco esquecida mas com memórias inapagadas
Um tantodespojada mas muito vaidosa
"Ainda há pouco, eu ouvi de um grande irmão que a vida me deu algumas coisas que me fizeram refletir profundamente. Não há como explicar determinados "porquês", mas, já que pedimos tanto a Deus que nos permita ser rios ao invés de poças, que estejamos prontos e tenhamos a coragem para enfrentar os novos desafios que a vida nos trará! Obrigado, Senhor!"
OS PREJUDICADOS
Passa a vida trabalhando
Depois de aposentado
Agem sem piedade
O pouco é roubado
Enchendo seus cofres
Com o dinheiro suado.
X
Malandragem camuflada
Com criminosas ações
O pobre vivendo em casebre
Vida boa dos ladrões
Enquanto o povo sofre
Eles vivem em mansões.
X
Onde está a justiça
Que não ver essa maldade
Rasparam todo dinheiro
Deixando a calamidade
Pra fazer a coisa bem feita
Tiveram essa capacidade.
X
Com certeza andam sorrindo
Sem serem investigados
Deveriam estar na cadeia
Pela serem julgados
Que a justiça seja feita
Ressarcindo os aposentados.
Irá Rodrigues.
Pedi tão pouco à vida e esse mesmo pouco a vida me negou.
INTENSA SOLIDÃO
Quando muito perto aos olhos, à visão
Muito pouco ou nada é visto do que se queria
Quase uma presbiopia
Cores sem proveito à luz do dia
E de tão perto, é dentro uma paixão
E de tão densa, intensa solidão
Tudo mais, demais se atrofia
A razão à margem esquecida
Silencia, nos olhos silencia
Autor: Rayme Soares
A
Rayme Soares
