Posso ser Agradavel ou Rude Depende de Vc

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Obras de artes foram feitas para serem apreciadas, que tolo eu fui, imaginei que poderia ter essa só para mim.

Inserida por Miqueias_G

⁠No silêncio
Eu te imagino
Em meus sonhos
Você está sempre comigo

Inserida por Miqueias_G

⁠Apesar de tudo não cancele o ano que te fez enxergar o quanto você é forte

Inserida por Miqueias_G

⁠Eu já amei
Tu já amaste
Ele já amou
Nós nos amamos
Vós já amais
E eles já sabem o que somos:
Loucos apaixonados

Inserida por Miqueias_G

⁠Não contesto meu destino
O que surge
Eu agradeço e conquisto

Inserida por Miqueias_G

⁠Corpo, abrigo do espírito.

Inserida por I004145959

Morte, referência da existência.

Inserida por I004145959

⁠No fim da vida, a dor é compartilhada.

No fim do amor, a dor é individualizada.

Inserida por I004145959

⁠O luto pelo fim do amor tem um componente distinto: a presença em vida da pessoa amada.

Inserida por I004145959

⁠Precisamos quebrar a corrente da culpa que aprisiona a mente e impede a cura.

Inserida por I004145959

⁠O tempo da angústia presente em nossa mente difere do tempo que vemos à nossa frente.

Inserida por I004145959

⁠Não é somente o luto pelo fim do amor de alguém, mas também a dor de deixar o lugar para outro ocupar.

Inserida por I004145959

⁠A angústia do luto pelo fim do amor aumenta com a esperança de reconquistar alguém que continua em nossas vidas, ao contrário da morte definitiva.

Inserida por I004145959

⁠Entre a dor da rejeição e a esperança de aceitação, surge a renovação.

Inserida por I004145959

⁠Lutos não chorados de amores terminados são dores no coração; exigem elaboração e resignificação.
Não se trata de esquecer, mas de aprender uma nova lição.
O fim da relação não é fracasso, é renovação.

Inserida por I004145959

⁠O cenário atual do futebol brasileiro muitas vezes revela uma realidade dissonante em relação ao sonho dos jovens atletas. Treinos engessados, que vão desde a iniciação até as categorias profissionais, moldam os jogadores em formatos rígidos e previsíveis, limitando a criatividade e a expressão individual no campo. O desejo de ver inovação e talento autêntico frequentemente esbarra nas barreiras de metodologias antiquadas, que priorizam a conformidade sobre a originalidade.

Peneiras e avaliações, em vez de servirem como ferramentas para realmente identificar e nutrir o potencial dos jogadores, frequentemente se tornam meras formalidades para satisfazer a sociedade, dando a impressão de que o processo de seleção na agremiação é aberto e democrático. Essas avaliações frequentemente negligenciam os times de transição, que não são devidamente observados pela comissão técnica, pois os clubes já têm seus elencos completos e blindados. Dessa forma, a importância da adaptação e da progressão gradual no desenvolvimento do atleta é ignorada.

O sonho de se tornar jogador profissional, uma aspiração cultivada desde a infância, frequentemente se dissolve em um mercado onde a formação de jogadores é secundária. A prática em campo perde relevância em relação ao extracampo, onde empresários e estratégias de marketing muitas vezes determinam o destino dos atletas. Nesse cenário, o talento genuíno é frequentemente ofuscado pela influência e pelo poder financeiro, evidenciando uma realidade em que a paixão pelo jogo é relegada a um papel secundário.

Assim, o futebol, que deveria ser um terreno fértil para a expressão e o crescimento pessoal, muitas vezes se transforma em uma arena de interesses e estratégias empresariais, sacrificando a verdadeira essência do esporte em prol de agendas externas. O sonho do jovem jogador frequentemente se confronta com uma estrutura que valoriza mais o espetáculo e o lucro do que o desenvolvimento genuíno e a criatividade no jogo.

Inserida por I004145959

⁠A capacidade de imaginar o futuro não é para todos, não por falta de habilidade, mas porque a imaginação é um ato de liberdade daqueles que desejam desvendar, inventar e construir algo melhor do que temos hoje. Os sonhadores vislumbram o mundo, e os líderes o moldam por meio de transformações inovadoras.

Inserida por mardoniobarros

⁠Uma mente que vê os problemas como desafios a serem superados é sempre mais eficaz do que uma mente que usa os problemas como justificativa para sua paralisia e lamentação. Esta é a postura dos vencedores, que dedicam seu tempo a construir uma mentalidade e prática coerente, buscando prosperidade e abundância para si e para o mundo.

Inserida por mardoniobarros

Há quem pense que dinheiro é riqueza. No entanto, riqueza é algo mais complexo do que dinheiro. Riqueza é a capacidade de unir diferentes tesouros, materiais e imateriais, tangíveis e intangíveis, ao longo da vida, para que a prosperidade, não apenas econômica, possa melhorar a nós mesmos e ao nosso entorno

Inserida por mardoniobarros

⁠*O ARBITRIO E A NOÇÃO DOS SENTIDOS*
*"A cegueira humana sobre a realidade atual é decorrente da pouca importância que ela dá aos sentidos.* *Essa cegueira é como uma culpa recorrente dos resultado dos erros; e ela acende quando a percepção tardia "sente" o mal acontecido ou acontecendo.* *Se a humanidade conhecesse de fato o poder dos sentidos e os explorasse com apreço e respeito, esse mal diuturno, que afasta a plenitude do gozo dos sentidos, seria abolido.* *Paradoxalmente, não são os desejos nem as paixões doidivanas na exploração dos sentidos que tornam a humanidade refém do mal, senão o desconhecimento dessa regência. **O mal de que falo, portanto, e que nos aflige - qualquer mal - é apenas a absurda consequência da pessima regência e exploração dos sentidos.*
*Talvez, o primeiro passo a sanidade, o degrau para conhece-los e controlá-los, seja aceitar e ver a grandiosidade perigosa do maior de todos os poderes que comandam os sentidos: o arbítrio.*
*Na medida em que a humanidade mergulhar na consciência do exercício equilibrado do poder do arbítrio, todos os sentidos serão avaliados; e as consequências e repercussões da exploração dos sentidos serão antecipadamente percebidas; e por corolário os sentidos não serão mais sub-utilizados nem hipervalorizados no excesso; nem se culparão os desejos.* *Daí, o que dantes levava a humanidade a deriva, terá fim.*
*O conhecimento sobre os limites do arbítrio, portanto, traz a noção plena dos sentidos; e a noção, como espécie de introspecção que é, afetará todas as determinações da mente, impedindo que o mal, qualquer mal, opere ou se estabeleça. Isso, decerto trará o fim de toda nossa arrogância, e acabará com o mal da estupidez.* (Victor Antunes)

Inserida por VictorAntunes