Frases sobre portas

Cerca de 9236 frases e pensamentos: Frases sobre portas

O agnóstico deixa aberta a porta para Deus, mas não permite que a esperança seja apresentada como prova.

O agnóstico não fecha a porta para o transcendente; apenas se recusa a declarar conhecido aquilo que a razão ainda não conseguiu atravessar.

A felicidade talvez seja uma porta que só se abre quando deixamos de arrombá-la; há destinos que recuam justamente diante daqueles que tentam possuí-los à força.

Conhecer sem agir é possuir uma chave diante de uma porta que jamais se pretende abrir; querer sem realizar é apenas conceder à vontade a ilusão do movimento.

O infinito não precisa de uma porta de entrada; quem exige uma primeira porta talvez esteja apenas confundindo a arquitetura da mente com a arquitetura do universo.

A traição entra pela porta, o amor e a confiança se vão pela janela. Na maioria das vezes, sem volta e sem perdão.

Quando o inimigo se aproximar
No batente da porta da minha vida
Está o sangue de Jesus Cristo
Eu não terei medo, eu não terei medo
Há um exército de anjos aqui
Estou protegido de todos os lados
Pelo sangue de Jesus Cristo Hope Darst / Jacob Sooter / Lauren Sloat

"Se a porta está abrindo, não tente fechar. Não force, pode piorar. Respeite a escolha da pessoa! É a paz dela, e pode ser a sua também! O espaço de cada um é sagrado! Veja, analise e mantenha sempre a porta aberta para quem quer realmente ficar, chegar, somar e fazer a diferença!"


Raphael Denizart

Pior não é o ladrão
que entra pela sua janela,
mas sim,
o que você abre a porta
e coloca dentro da sua casa!

Não saber é permanecer diante da porta; fingir que se sabe é desenhar uma paisagem na madeira e chamá-la de mundo.

Nem toda pergunta nasce com uma resposta acessível, assim como nem toda porta visível conduz a um lugar que possamos alcançar.

A possibilidade metafísica abre uma porta para o pensamento; não fornece, por si mesma, uma estrada para o conhecimento.

⁠Mente inquieta, madrugada silenciosa, porta aberta para pensamentos profundos, uma forma de desabafo, de colocar sentimentos imponentes para fora em alguns versos declarados, um mar com fortes ondas, um coração intensamente emocionado, um vento suave que se transforma em um grande tornado, notas tocadas com emoção, uma seguida da outra, melodia terna, tensa, uma frequência sem hesitação, profundez melancólica ou o amor em exultação, sujeita à tristeza, a alma chora, mas o alívio chega, vem um momento de libertação, logo, o sono se apresenta, a inquietação continuará nos sonhos, enquanto o corpo descansa, um descanso momentâneo que produz uma certa satisfação, o que exalta a sua importância, o seu poderoso efeito de renovação.

Passei por entre algumas árvores bem verdes e frondosas, a porta para uma terra mágica, cuja a flora é incomparável e abriga várias criaturas, onde a lógica tem pouco efeito,

Foi uma viagem fantasiosa ou talvez um lapso do tempo, seja o que tenha sido, não importa, esse passeio foi mesmo incrível e o trago na memória por tamanho realismo

E agora, aquele lindo lugar não existe apenas na minha mente, mas também nestes versos, assim, quando quiser, poderei viajar para lá novamente, lendo e recordando ou sonhando revivendo.

O amor só precisa de uma porta, e nós mulheres temos esse poder de abrir, no coração de qualquer homem.


O amor da sua vida pode estar a um passo das suas palavras.

Sonhei com um touro preto, querendo entrar pela porta para me atacar.




Agosto de 2024

Observei que havia uma mulher fechando a porta, eu corri ao encontro dela...


Enquanto eu corria, o segurança ficou sem entender nada, só olhando.


Mas, ao chegar perto dela, cansada, exausta de caminhar e faminta...


Perguntei "aqui é a assistência social?" Ela "sim".


Comecei contar a história...


Ela me olhou gentilmente e abriu a porta novamente.


Não perguntou mais nada.


Fez uma ligação, chamou uma combie e disse: "em 15 minutos, vocês vão ser encaminhados para um abrigo no Deus quer" ...


Em menos de 15 minutos, a combie chegou!!


Fomos levados para esse bairro, bem distante do centro.


Chegamos creio que 1 da tarde, lá!!


Nos acolheram, deram um quarto para nós com beliches, muito limpo, lençóis, creme dental, escova de dentes, sabonete e antitranspirantes.


Falaram que podíamos ir tomar banho e ir comer.


Foi a primeira refeição mais feliz da minha vida, e creio que a dos meus irmãos e da minha mãe também.


Finalmente estávamos livres, em paz e acolhidos. Sem violência, sem torturas...


Era um abrigo onde ficava mulheres que sofriam violência doméstica com os seus filhos.

Sinto saudades, sim. Às vezes elas chegam de mansinho, como quem bate na porta da memória e pede um pouco de silêncio para ficar. No começo eu pensava que saudade era só ausência, um vazio que ninguém conseguia preencher. Mas com o tempo entendi outra coisa: algumas lembranças não foram feitas para voltar, foram feitas para morar dentro da gente.


Hoje eu olho para o passado com mais carinho do que dor. As pessoas, os momentos, as conversas simples que pareciam pequenas na época… tudo acabou virando parte de quem eu sou. E percebi que a melhor memória não é aquela que a gente tenta repetir, mas aquela que a gente guarda no coração, intacta, viva do jeito que foi.


Existe algo bonito nisso, quase como um segredo silencioso. Porque quando a lembrança mora dentro da gente, ninguém pode tirar. Ela não depende de lugar, nem de tempo, nem de circunstância. Está ali, quieta, mas forte, aquecendo o peito nos dias em que a vida parece um pouco mais fria.


Às vezes eu sorrio sozinha lembrando de algo que já passou. Outras vezes os olhos ficam marejados, mas não é tristeza pura, é um tipo de gratidão misturada com saudade. É como se o coração dissesse: valeu a pena viver aquilo.


Aprendi que sentir saudade também é uma prova de amor. Só sentimos falta do que, de alguma forma, nos tocou profundamente. E quando aceito isso, a saudade deixa de ser um peso e vira uma companhia delicada, que me lembra de tudo o que já vivi.


No fim, as melhores memórias não fazem barulho. Elas ficam guardadas no coração, quietinhas, esperando o momento certo de aparecer e me lembrar que a vida foi, e continua sendo, cheia de encontros que realmente importam.

Tem lembrança que chega sem bater na porta, senta no sofá da nossa mente, cruza as pernas e começa a falar como se ainda tivesse direito de opinar na nossa vida.

No fim das contas, o tal do extraordinário não chega fazendo barulho. Ele não entra pela porta com trilha sonora, nem traz um roteiro pronto digno de cinema. O extraordinário, esse danado, tem uma mania irritante de chegar quando ninguém mais está prestando atenção. Porque no começo é tudo espetáculo. É conversa até de madrugada, risada fácil, promessa que parece contrato vitalício assinado com caneta de glitter. É bonito, claro que é. Mas também é fácil. Fácil demais.


Difícil mesmo é quando o silêncio começa a aparecer sem pedir licença. Quando a rotina bate na porta e não traz flores, só boleto emocional pra pagar. Quando a pessoa já não é novidade, já não é mistério, já não vem com manual de encantamento automático. É aí que a coisa fica interessante. Ou melhor, é aí que a coisa fica verdadeira.


Porque veja só, ficar quando tudo ainda é bonito não exige coragem nenhuma. Qualquer um fica quando o amor ainda está em fase de trailer. Quero ver é permanecer quando o filme já passou da metade, quando você já sabe os defeitos de cor, o tom de voz, o jeito que irrita sem esforço. Quero ver olhar pra aquilo tudo e ainda assim pensar, tá, não é perfeito, mas é aqui que eu quero estar.


E tem uma rebeldia silenciosa nisso. Uma teimosia quase poética. Num mundo que ensina a trocar tudo na primeira dificuldade, escolher ficar é praticamente um ato revolucionário. É dizer pro universo, olha, eu sei que seria mais fácil começar do zero, fingir que nada aconteceu, investir em alguém novo com aquele brilho de novidade... mas eu não quero fácil, eu quero real.


Porque substituir virou hábito. Construir virou raridade.


E construir, minha querida, dá trabalho. Dá preguiça às vezes. Dá vontade de largar tudo e sair correndo feito personagem dramática de novela das nove. Só que aí vem aquela lucidez incômoda, quase uma voz interna meio sarcástica, dizendo: você acha mesmo que lá fora vai ser diferente? Spoiler emocional: não vai.


Todo mundo decepciona. Todo mundo falha. Todo mundo, em algum momento, vai ser exatamente o contrário da expectativa que você criou. A diferença não está em evitar isso, porque isso é impossível. A diferença está em decidir com quem você topa atravessar essa bagunça chamada realidade.


E quando eu fico, não é por falta de opção. Não é por medo. Não é por comodismo. Eu fico porque eu escolho. Porque eu entendi que o extraordinário não mora no auge, mora na constância. Mora naquele café meio sem graça de manhã, na conversa que não é épica mas é honesta, no gesto pequeno que ninguém posta, mas que sustenta tudo.


O extraordinário é olhar pra mesma pessoa, depois de tudo, e ainda reconhecer ali um lugar possível de ficar.


E isso, sinceramente, não tem nada de marketing. Isso é quase um milagre cotidiano disfarçado de rotina.