Porque sou assim
Do Pouco
Porque quero tudo o que o pouco pode me dar,
Não me farto do pouco que ainda tenho, mas
também não me contento com o que ele me traz,
desejo mais daquilo que posso fartar.
É do pouco e com pouco que muito se faz,
Mesmo tão finito, se ao infinito somar,
com o pouco e muito, muito hei de amar,
Porque quero tudo do que o pouco é capaz.
Apega-te ao que é certo e justo;
guarda-o no peito, junto ao coração.
Porque a virtude sustenta a vida.
É difícil libertar os tolos das amarras que veneram, porque nem toda prisão é feita de grades; algumas são construídas por crenças, alimentadas pelo orgulho e protegidas pela ignorância.
O mais triste é que muitos não apenas aceitam as próprias correntes: defendem-nas com fervor, atacam quem tenta mostrar-lhes a saída e confundem a própria cegueira com convicção.
A verdade é que ninguém está tão preso quanto aquele que acredita ser livre enquanto defende aquilo que o aprisiona.
A ignorância pode ser vencida pelo conhecimento, mas o fanatismo transforma a ignorância em orgulho — e, quando alguém se orgulha da própria cegueira, nenhuma luz parece forte o suficiente para fazê-lo enxergar.
Porque a liberdade começa quando a mente ousa questionar aquilo que o ego insiste em defender.
Um mestre, não se tornamestre
Porque ele ensina,
Ele se torna
Mestre,
Porque ele Pratica.
Gleice KELLY ss.
A maioria das nossas dificuldades é impossível de ser superada, porque depositamos menos fé em Deus e mais fé em nós mesmos. Tente inverter, para notar que o impossível passa a ser possível.
“Quando somos capazes de esquecer o que ouvimos, é porque não somos afeitos apenas a escutar. Somos afeitos também a enxergar os acontecimentos”
Querido 2025, obrigada pelos sonhos que me pareciam grandes demais, porque foram eles que me fizeram crescer. Gratidão por tudo.
Tão esperado 2026, te aguardo com o coração aberto e peço-te: delicadeza nos passos, não me atropeles.
Trago comigo muitos outros sonhos e planos para nós.
Ironicamente, Bebelle jamais fizera seu dinheiro trabalhar por ela. Talvez porque nunca tivesse compreendido que a riqueza verdadeira não está naquilo que se possui, mas naquilo que continua produzindo quando já não se está olhando. E, como acontece com todas as coisas que adiamos acreditando que o futuro nos pertencerá para sempre, o inverno chegou.
Um dia ele chegaria. Bebelle sabia disso, embora saber que alguma coisa acontecerá seja muito diferente de compreender que ela acontecerá conosco. O inverno não veio como uma tragédia. Não trouxe trombetas, carrascos ou sentenças. Veio silenciosamente, como quase tudo aquilo que realmente importa. Sem anúncio, sem piedade, sem sequer a delicadeza de bater à porta.
Chegou frio, vazio, solitário e inóspito, trazendo consigo aquele silêncio peculiar que surge quando o mundo deixa de reconhecer a importância que alguém imaginava possuir.
Ao fim de seu infame reinado, Bebelle estava quebrada. Não apenas financeiramente. Estava quebrada na própria narrativa que havia construído sobre si mesma. O dinheiro desaparecera. O poder evaporara. A juventude, que durante algum tempo parecera uma propriedade particular do seu corpo, descobrira aquilo que todo corpo acaba descobrindo: que o tempo não reconhece proprietários. E a beleza, que ela havia tratado como um patrimônio, revelou-se aquilo que talvez sempre tivesse sido: uma hipótese sustentada pelo olhar dos outros.
Restava o tempo.
E o tempo é a forma mais absoluta de pobreza para quem acreditou possuir tudo.
Porque o dinheiro pode ser acumulado, multiplicado, escondido, investido e transmitido. O tempo não. O dinheiro admite cálculo; o tempo impõe existência. O dinheiro pode voltar; o tempo apenas passa.
Talvez seja esse o maior equívoco de quem confunde poder com permanência: imaginar que aquilo que se consegue controlar durante algum tempo continuará obedecendo para sempre.
Não continua.
Toda corte acaba. Todo aplauso encontra seu último eco. Toda beleza envelhece. Toda fortuna pode desaparecer. Toda autoridade, por maior que pareça, depende de circunstâncias que um dia deixarão de existir.
Quando as luzes finalmente se apagaram, quando os aplausos cessaram e quando o último vestígio de sua pequena corte se dissolveu no anonimato, Bebelle encontrou algo mais terrível do que a pobreza: encontrou a si mesma.
E talvez tenha sido essa a verdadeira queda.
Porque sob a coroa não havia uma rainha. Havia apenas uma mulher.
Uma mulher que, durante algum tempo, acreditara que aquilo que possuía definia aquilo que era. Que confundira reconhecimento com valor, aparência com identidade, poder com permanência e riqueza com segurança.
O inverno não a transformou.
Essa talvez seja a parte mais cruel.
O inverno apenas retirou as coisas que estavam entre Bebelle e o espelho.
E, quando já não havia dinheiro para sustentar a personagem, poder para sustentar a ilusão, juventude para sustentar a aparência ou aplausos para sustentar a narrativa, restou aquilo que sempre estivera ali, esperando silenciosamente pelo fim da representação.
Bebelle não se tornou outra pessoa.
Apenas deixou de conseguir parecer outra.
E então, finalmente, quando todas as máscaras haviam perdido sua utilidade, Bebelle voltou a ser aquilo que sempre fora.
Plebe.
Já me afastei de pessoas que me tratavam muito bem, não porque tivessem me feito algum mal, mas porque percebi como tratavam aqueles que não tinham nada a lhes oferecer.
Foi então que compreendi que nem sempre o bom tratamento revela bondade; às vezes, revela apenas o interesse que alguém tem naquilo que podemos proporcionar.
Se uma pessoa é gentil comigo, mas humilha, despreza ou trata com indiferença quem não tem a mesma condição, o mesmo poder ou as mesmas oportunidades, dificilmente consigo enxergar nela a grandeza que aparenta ter. Afinal, se um dia eu estiver na mesma situação daquela pessoa, o que me garante que não serei tratado da mesma maneira?
Aprendi que caráter não se revela apenas na forma como alguém trata quem admira, quem precisa conquistar ou quem pode lhe trazer algum benefício. Revela-se, sobretudo, na maneira como trata aqueles de quem não precisa, dos quais não espera nada e com quem não tem qualquer vantagem a ganhar.
Porque a verdadeira grandeza de alguém não está na gentileza que oferece a quem lhe pode ser útil, mas no respeito que demonstra a quem não pode lhe oferecer absolutamente nada. É nesse momento que descobrimos quem a pessoa realmente é, quando não há interesse para disfarçar a falta de caráter.
Porque a graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens.
Ela nos ensina a renunciar à impiedade e às paixões mundanas e a viver de maneira sensata, justa e piedosa nesta era presente.
Tito 2:11,12
Há tempos que não podem ser apressados, porque carregam em si uma delicadeza própria. O silêncio, o intervalo e a espera são partes essenciais do viver. Quando atravessamos etapas sem respeitar o ritmo, não apenas desorganizamos o caminho, mas também roubamos do outro o direito de sentir plenamente cada instante. O cuidado, nesse sentido, não é apenas presença ou palavra: é também saber se retirar, dar espaço, permitir que o tempo cumpra sua função. Respeitar o tempo do outro é reconhecer sua humanidade, é oferecer um gesto de amor que não se impõe, mas que acolhe.
"Porque aqueles que obedecem Suas palavras e confiam até o fim no Senhor são agraciados a ver a GLÓRIA dEle em nós." -Assim diz o Senhor dos exércitos.
—By Coelhinha
“Imagine um peixe tentando voar porque os pássaros dizem que nadar é chato. O peixe será infeliz e não voará bem. Quando ele aceitar que nasceu para nadar, ele encontrará a paz."
—By Coelhinha
"Deixe que as coisas fluem, porque nesta vida se espera coisas que nunca acontece e as vezes acontece coisas que nem se esperava."
—By Coelhinha
