Porque sou assim

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Bolsonarismo é um vírus fatal para os portadores! Porque a cura é o conhecimento e os infectados tem orgulho da própria ignorância!

Seria prudente a águia americana ter cuidado, porque o dragão chinês e o urso russo podem depená-la! E ainda pode levar umas bicadas do tucano!

Se o mundo de hoje não te agrada, mude seu jeito de olhar o mundo.
Porque o mundo não vai mudar para você passar!
☆▪♡
A vida não vai te decepcionar.

A vida não vai te decepcionar, o que você buscar certamente irá encontrar, e o que não te cabe mais, deixe para trás!
Antes de mudar o fluxo das águas, aprenda a respeitar o seu percurso, por isso siga o seu caminho em paz!
Porque somente o tempo é eficaz!
Na vida, é você que escolhe!
Viver em conflito ou viver em paz!
Ajude.
Estenda a mão.
Se aprofunde.
Mas não se afunde!!!

☆▪♡

Nenhuma queda é em vão. Se você conseguir se levantar, é porque você venceu.
É difícil conter o riso, mas é muito fácil segurar o choro!
#forçafocoFé

𓏲ּ𝄢಄݁ᛪ༙

Se você não crê em Deus e confia no universo, tudo bem, porque Deus é o próprio universo.
➀ Foto

Ore, mas acorde e lute, porque o mundo não vai facilitar para você 🫵

Fé e café por favor ˗ˏˋ ✞ ˎˊ˗𝓕ᥫ᭡
Porque loucura não é dom⋆
E nem tudo que aparece é bom⋆☕︎ ˖⏱

É impressionante como a gente consegue ver melhor as pessoas em momentos de dificuldade, porque em festas todos estão presentes pelo motivo da bonança e na dificuldade não, as pessoas estão do seu lado para te trazer ânimo, Fé e esperança!

Nenhum mal te sucederá, nem praga alguma chegará à tua tenda.
¹¹ Porque aos seus anjos dará ordem a teu respeito, para te guardarem em todos os teus caminhos.


Salmos 91:10,11


Que a semana comece com tudo que o bem emana...❣☚🌻

O mundo pode esperar um pouco, porque eu não preciso dar conta de tudo hoje.
Um passo pequeno ainda é um passo.
Vou andando....( ˘ ³˘)♥

O homem não foge da verdade porque não a conhece, mas porque teme o que ela fará com ele.

Quando o Coração Aprende a Escrever

Escrevemos porque, às vezes, o coração já não consegue guardar tudo aquilo que sentimos. Escrevemos e entregamos ao papel nossas imaginações, nossos sonhos, nossas lembranças e até aqueles sentimentos que nunca tivemos coragem de dizer em voz alta. Transformamos tudo em palavras, e as palavras, silenciosamente, começam a contar aquilo que durante tanto tempo viveu escondido dentro de nós. Talvez esta seja uma das obras mais bonitas que podemos criar: olhar para um pedaço de papel e descobrir que ali existe um pouco da nossa própria vida. Uma folha que antes estava vazia passa a carregar amores, saudades, encontros, despedidas, desejos e sonhos. E aquilo que estava preso dentro do peito ganha liberdade. Há algo profundamente romântico nisso. Quando escrevemos sobre o que sentimos, não estamos simplesmente contando uma história. Estamos permitindo que um instante sobreviva ao tempo. Um beijo que terminou continua existindo nas palavras. Um abraço que ficou no passado pode novamente aquecer o coração. Um olhar que durou apenas alguns segundos pode permanecer por anos entre duas linhas. E até uma saudade, quando escrita, encontra uma maneira delicada de continuar amando. Talvez por isso eu goste tanto de reencontrar meus sentimentos no papel. É como encontrar uma parte de mim que pensei ter ficado para trás. Leio aquilo que escrevi e, de repente, escuto novamente minha própria voz, reconheço minhas emoções e percebo que tudo aquilo que um dia esteve dentro do meu peito continua vivo. Algumas palavras me fazem sorrir. Outras me levam de volta a lugares onde somente a memória consegue chegar. E existem aquelas que fazem os olhos demorarem um pouco mais sobre a página, porque sabemos que não estamos apenas lendo: estamos sentindo outra vez. Mas existe algo ainda mais bonito. Quando aquilo que nasceu dentro de nós consegue tocar outra pessoa, nossos sentimentos deixam de pertencer somente à nossa história. Alguém lê nossas palavras e encontra nelas uma lembrança sua, um amor seu, uma saudade sua. É nesse momento que descobrimos que os sentimentos humanos, apesar de tão particulares, possuem caminhos secretos que ligam um coração ao outro. Talvez escrever seja exatamente isso: retirar delicadamente do peito aquilo que não queremos perder e confiar ao papel a missão de guardá-lo. Porque a memória pode esquecer detalhes, o tempo pode mudar paisagens e a vida pode nos levar para muito longe, mas aquilo que foi escrito permanece esperando por nós. E quando voltamos para lê-lo, encontramos novamente quem fomos, quem amamos, aquilo que sonhamos e tudo o que tivemos coragem de sentir. Então compreendo que nunca escrevemos apenas com as mãos. Escrevemos com aquilo que vivemos. Escrevemos com nossas lágrimas, nossos sorrisos, nossas ausências, nossos encontros e nossos amores. A caneta apenas acompanha. Quem realmente escreve é o coração. E talvez seja essa a maior beleza de transformar sentimentos em palavras: um dia, depois que o momento tiver passado, podemos abrir uma página e descobrir que aquilo que estava dentro do nosso peito ainda respira. Ainda emociona. Ainda encontra outros corações. Ainda está vivo.

⁠Nunca temas o mal, mas faça com que o mal sempre temas a ti. Digo isto, porque aqueles que temem o mal e a tirania, pelo medo, validam a sua existência. No entanto, o mal há de se dissipar para os que não temem a sua presença, e que inclusive, a usa com coragem e bravura para exercerem a bondade e a justiça, depois de muito combate-lo, o mal terá ao menos um único temor: você.

⁠Deixe-me explicar o porquê não podemos dar conta do nosso inconsciente sozinho. Primeiro, imagine o seu inconsciente como a Lua e a sua consciência como à Terra, e imagine que o movimento físico de rotação seja igualmente similar ao movimento inconsciente-consciente das suas ações, nesse sentido, da Terra só podemos ver o lado aparente da Lua, bem como, sozinhos e ainda que nos esforçamos, só podemos ver o lado da superfície do nosso inconsciente, apenas a ponta do iceberg.Para alcançar o nosso inconsciente mais profundamente, precisamos de um meio que como homem através do foguete foi até a Lua para vê-la completamente, a análise leva você para o lado oculto que sua consciência por si só não consegue alcançar.

Escrevo no Nada

Ah… escrevo no nada.
Talvez porque o nada seja o único lugar onde minhas palavras ainda encontram espaço para existir. Escrevo sem saber se alguém se importa com aquilo que deixo no papel, se alguém algum dia vai parar diante destas linhas e perceber que, entre uma palavra e outra, existe um homem tentando contar aquilo que durante muito tempo não conseguiu dizer.
Apoio em linhas retas todos os meus sentimentos tortos.
E talvez seja isso que chamamos de escrever: tentar organizar no papel aquilo que dentro de nós jamais conheceu ordem. Dar nome ao que doeu. Dar voz ao que ficou calado. Dar um lugar para aquilo que carregamos durante anos sem saber onde colocar.
Falo de palavras que escondem sofrimentos.
Porque nem toda palavra revela. Algumas protegem. Algumas disfarçam. Algumas são apenas cortinas colocadas diante de feridas que ainda não aprendemos a mostrar.
Falo da morte que não tive.
E essa talvez seja uma das frases mais difíceis que já escrevi.
Porque existem mortes que não levam o corpo. Existem despedidas que nos deixam vivos. Existem momentos em que continuamos respirando, caminhando, trabalhando, sorrindo, conversando com as pessoas, enquanto alguma coisa dentro de nós ficou para trás.
Eu não morri.
Mas talvez algumas partes de mim tenham conhecido a morte.
Falo da dor da ausência.
Da cadeira que continua no mesmo lugar quando alguém já não está. Da voz que a memória insiste em repetir. Do abraço que os braços ainda sabem dar, embora já não exista ninguém diante deles para recebê-lo.
Falo…
E paro.
Porque há sentimentos que chegam até a garganta e se recusam a virar palavras.
Há histórias que desejam desesperadamente ser contadas, mas passaram tanto tempo escondidas que aprenderam a ter medo da própria voz.
A minha é uma delas.
Uma história que precisa ser ouvida.
Precisa ser lida.
Não porque seja maior do que a história de ninguém, mas porque foi vivida. E tudo aquilo que verdadeiramente foi vivido merece, pelo menos uma vez, não morrer em silêncio.
Talvez eu tenha passado uma vida inteira querendo ser ouvido, quando também precisava aprender a ouvir.
Ouvir os meus próprios silêncios.
Ouvir aquilo que minhas lágrimas tentaram dizer.
Ouvir o homem que ficou escondido atrás das obrigações, dos sorrisos, das despedidas, das perdas e dos anos.
Talvez eu escreva porque finalmente comecei a escutar aquele que durante tanto tempo deixei sozinho dentro de mim.
Por isso escrevo.
Mesmo quando ninguém lê.
Mesmo quando ninguém pergunta.
Mesmo quando parece que minhas palavras estão sendo lançadas contra uma imensidão indiferente.
Eu escrevo porque algumas histórias não nascem para fazer barulho.
Nascem simplesmente porque não querem morrer.
E então volto para o papel.
Olho novamente para essas linhas retas.
Coloco nelas meus sentimentos tortos, minhas ausências, minhas perguntas, minhas lembranças, meus mortos, meus vivos, aquilo que perdi e aquilo que ainda procuro.
Falo de tudo.
Falo de mim.
Falo daquilo que deveria ter ouvido quando ainda havia tempo.
E, depois de tantas palavras, olho para a página e tenho a estranha sensação de que continuo sem ter dito aquilo que realmente queria dizer.
Então penso:
escrevi tanto…
e talvez ainda não tenha escrito nada.

"EU GOSTO DOS DIAS COM CHUVA, PORQUE ÀS PESSOAS NÃO CONSEGUEM VER ÀS MINHAS LÁGRIMAS" Charles Chaplin
Sentimento refinado de Chaplin (grande comediante) que deixou a sua marca" Ademar de Borba

⁠Nossa condição de pecadores não é porque pecamos, mas porque depois da queda, todos nasceram pecadores! Pecamos porque nascemos pecadores! Romanos 3.23; Romanos 5.12.

⁠Gálatas 5.6-13: Porque em Jesus Cristo nem o arminianismo nem o calvinismo tem valor algum; mas sim a fé que opera pelo amor. Na liberdade vocês estavam bem; quem vos pré-determinou, para que não obedeçais à verdade? Um pouco de filosofia e logica grega leveda toda a massa. Confio de vós, no Senhor, que nunca pregou nem arminianismo e nem calvinismo, mas apenas o evangelho do Reino, que vocês não busquem outra coisa; mas aquele que vos inquieta, seja ele arminiano ou calvinista, sofrerá a condenação. Eu, porém, irmãos, se prego o pré-determinismo (Ab absurdo), que Deus determinou uns para a perdição e outros para salvação por que sou, pois, perseguido? Logo o escândalo da cruz está aniquilado, que Cristo morreu por todos os homens é uma mentira (João 3.16; Atos 10.34; 1ª Timóteo 2.1-4; 2ª Coríntios 5.15; 2ª Pedro 3.9). Eu quereria que fossem cortados aqueles que vos andam inquietando com essas doutrinas estranhas. Porque vós, irmãos, fostes chamados para o livre arbítrio. Não useis então o livre arbítrio para ficar refutando os calvinistas, mas andai em comunhão uns aos outros pelo amor. Na liberdade dAquele que nos criou livres,

⁠Todos os que estão no inferno estão lá porque o escolheram.

⁠Deus não elege por pré-conhecer nossas obras; porque ninguém é salvo pelas obras. Deus nos elege por pré-conhece nossa fé.
A fé é a condição estabelecida por Deus, e é por meio dela que somos unidos em Cristo, que é o fundamento da eleição.
Só são eleitos os que estão em Cristo pela fé.