Porque sou assim
Em minha opinião discrepante sou demasiadamente subestimado, alguns apelidam-me de nômade, outros de bárbaro, tem aqueles que definem minhas colocações como dignas de um aborígine.
Sou incitador, provocador, contestador, alimento-me de simpatia e antipatia, apatia comigo não funciona; sou vencedor e perdedor, jamais empatador.
Falo por experiência própria ou/e por observação, nunca fui apegado a coisas materiais, mas sou extremamente e de maneira avassaladora um formidável egoísta.
Hoje
Eu sou um navegante solitário
Mas sou eternamente grato
Pelos conselho e abraços
E se um dia eu também vier
A Faltar
Quero que o mundo saiba
Que você me ensinou a amar.
Me deu as armas certas
Para que eu pudesse
Me juntar
Aos que o mundo querem mudar
Amanhã pode ser tarde
Mas nunca é tarde
Para amar
Para se sentir amado.
Dedico esse versos ao meu tio edimar
Pimenta, um cara simples, sem grandes riquezas, de um sorriso com janelas, um cara que cuidava da roça e assistia novela, mas que era capaz de transbordar sentimentos e ideias, viu em mim o potencial de mudar o mundo que eu não pretendo desperdiçar, todos os dias eu acordo com a sensação de que tal façanha não posso alcançar, mas a cada sorriso que eu consigo despertar, me sinto como você tio.
" uma felicidade exponencial, com breves intervalos de saudade e uma longa curva de reciprocidade "
Eu sou todo sentimento,
Está escrito nos meus olhos, e
Todos que me feriram, olharam
Nos meus olhos.
Do jeito certo eu dei errado
Do incerto ao incompleto
Eu sou pretérito e verbo.
Matemático e analfabeto .
Girassol de fogo
eu sou um
girassol de fogo
em um dia chuvoso
a chama do meu
coração arde na
solidão
minhas pétalas
transpiram abraços
negados
meu pendão leva
consigo o peso
do passado
hoje eu poderia
estar indiferente
ao futuro
mas
a chuva veio em
um dia triste e
ensolarado
quando a primeira
gota cair sobre
o meu corpo.
e
a enxurrada
me arrancar
do chão
eu finalmente vou
me senti livre
da solidão.
efêmero
Para todo efeito sou
efêmero e brasileiro,
a noite me liberto
do incerto e acerto
o meu diagnostico,
astro sem constelação
poeta de boteco em
ascensão. Musico de
uma unica canção
tropeço em notas e
corações, quem sabe
um dia uma estrela
cadente ao cair esteja
sorridente, nem tudo
é para todos, mas o
pouco que me cabe
cabe em um abraço.
efêmero
Para todos os efeitos
sou efêmero e brasileiro,
a noite me liberto
do incerto e acerto
o meu diagnostico,
astro sem constelação
poeta de boteco em
ascensão.
Centro do universo
Sei
Que eu não sou
O centro do universo
E só
Precisei olhar
Para os seus olhos
Por alguns segundos
Negros
Como as noites
Que os antecederam
São a janela de todos
Os seus desejos.
A parte que falta
Nesse emaranhado
de metades
sou todas as partes
não me falta nada
que vem de dentro
o meu destino
é o mesmo
de todo ser vivo
viver cada segundo
até que seja o último.
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Eu sou um cara meio defeituoso
Quero que meus amigos cresçam
Quero que todos que me rodeiam cresçam
que saiam da inercia da internet ou de dormir o dia inteiro
Sofro com isso, por dentro
Eu que sou um ser defeituoso para os dias de hoje
Minha amiga Nancy tem razão quando me dizia:
Já perguntou se eles querem mudar?
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Eu sou aquele pássaro que voava
Na redoma em que me prendeste!
E que agora, solto...
Rasteja-se pelo chão ,
Em busca de seu amor,
Amor!
Sou aquele pássaro imbecil
Que mesmo tendo a saída sempre aberta
Fica chorando a morte da bezerra
E acaba comendo sempre pelas mesmas mãos
Pássaro idiota! Levanta voo!
Réquiem
(mérito merecido)
Finalmente sou quase alguém que não queria ser.
Mas temos que ser algo,
Mesmo que um fardo
Para carregar
Ou carregarmos outrem.
Ou embarcarmos num trem
Que esvai, evaporando
E deixando nu,
Desabrigado, desobrigado,
Diz obrigado no réquiem.
O descanso é um mérito merecido.
Réquiem, descanso merecido.
Introduzindo uma mensagem
Extrovertemos as vantagens de opinar,
Intuitivos opinem e assimilem,
Reencontramos nosso réquiem.
O descanso é um mérito merecido.
Réquiem, descanso merecido.
Réquiem, mérito merecido.
