Porque
Não há nenhuma objeção normal à existência do Ser, porque não aceitá-lo seria afirmar o Nada absoluto, o qual já estaria negado pela própria afirmação que dele se fizesse.
Deus é onipotente porque Deus pode tudo o que pode; pode, portanto, todo o possível. Ora, o não-ser (nada) é impossível. A onipotência é proficiência e não deficiência. Pecar é não alcançar a perfeição do ato; portanto, pecar é ser deficiente na ação, coisa que repugna a onipotência. Deus não peca porque é onipotente. Não se deve dizer que não pode pecar, porque, neste caso, pecar não é produto do poder, mas de deficiência de poder. Os ateístas, que repelem a idéia de Deus, por lhe notarem deficiências, fazem apenas confusão entre poder e não poder.
O Sol se afastou da Lua
Mas comecou esfriar
E com seu brilho ofuscado
Espera Ela voltar.
Porque o Sol e a Lua
Não podem se separar.
Santo Antônio do Salto da Onça RN
10/04/2024
Eu levo na “brincadeira”, mesmo quebrada por dentro, porque sempre que eu precisei de colo eu recebi julgamento.
É muito bom cada um ter a capacidade para cuidar e se preocupar com a própria vida... até porquê, a do outro, é alheia.
Guardo questões que não se calam...
e mesmo sem respostas, sigo.
Porque viver, ás vezes, é apenas isso:
manter acessa acentelhaque o mundo tenta apagar.
Hoje me preparei para pedir a Deus… mas só consegui agradecer. Porque o maior tesouro do universo é este: estar aqui
Porque a vida não avisa quando chegará ao fim...
E amar todos os dias é a forma mais silenciosa e mais urgente de honra-la....
Enquanto estamos aqui.
Há quem ame nossas feridas porque nelas se sente importante...
mas se incomode com a nossa cura,
porque já não sabe onde se encaixar.
Hoje sou feliz sem precisar de muito,
sou feliz porque despertei outra vez.
E se a vida fosse contrato eterno,
minha assinatura seria...
gratidão e paz.
Eu construo.
Eu destruo.
Eu reconstruo.
Porque nada em mim aceita permanecer igual.
Eu construo.
Eu destruo.
Eu reconstruo.
Não por fraqueza — mas porque evolução exige ruína.
Eu construo.
Eu destruo.
E toda vez que algo em mim morre, algo mais forte ocupa o lugar.
Eu me refaço antes que o mundo tente me refazer.
Como aço eu me desfaço, como espada eu renasço.
Há quem diga que a literatura morreu. Quando será o enterro? Até porque também se faz literatura a partir da tragédia.
