Porque

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A verdade assusta porque não grita. Ela apenas permanece.

“Algumas pessoas machucam porque não suportam ver alguém acreditando no que elas desistiram.”

“Quem faz maldade com quem sonha é porque já desistiu de si mesmo.”

“Tem gente que ataca sonhos porque nunca teve fé suficiente para sustentar um.”

“Eles tentam te diminuir porque sabem que você vai crescer.”

“Quem desvaloriza sonhos costuma atacar porque não suporta ver alguém acreditar.”

"O caminho errado ensina mais que o certo, porque mostra exatamente para onde devemos seguir."

Persistir no erro ou na falha é burrice, lembre-se: o Burro é animal símbolo da burrice porque é um animal teimoso.

⁠Gostava de entender o porquê do amor e que amor sentimos, que somos capazes de magoar e destruir quem se importa connosco, todos temos esse dom e ninguém está isento 👌

Não repita um teste que deu errado porque "vai que dá certo", pintar de azul duas vezes não vai sair vermelho.

"⁠Aquele que,em um conflito não devolve na mesma moeda é porque sabe o seu real valor.

Ira é um pecado quando ela tem consequências ruins, a Paciência é uma falsa virtude porque você se engana pra achar que o seu sofrimento vai acabar sozinho só de você esperar, e assim pessoas se vingam de forma que fiquem piores que seus inimigos.

Se algo vive, é porque muda; o que não muda, cedo ou tarde, apenas parecerá vivo. Nada se perpetua como era; é a vida que permanece, mas já como outra coisa.

Não queira fazer o mal a pessoas boas, porque se não tu serás um sujeito mau.

"Cada detalhe em você é único, e o mundo é muito mais imensurável porque você existe. Nunca subestime o impacto que você tem na vida das pessoas quem te cercam. Você é simplesmente incrível!"

Infelizmente, os caras ainda estão ingênuos... Pensam que porque conseguiram algo, queremos que "liguem no dia seguinte". NÃO! Nem sempre queremos. Às vezes, desejamos que esqueçam subitamente que existimos, que apaguem nossos contatos, e que passem pela gente sem falar "Tudo bem?" - como se nunca tivéssemos trocados um "oi".

PORQUE O CARNAVAL AINDA É UMA BOA ÉPOCA PARA SER FELIZ

Nascer carioca é nascer com a vontade de curtir carnaval incutida na alma. Não é vontade que dá depois que te influenciam. E muito pelo contrário, no início da vida as pessoas te podam, te limitam e te fazem acreditar que carnaval é tudo aquilo que você pode acompanhar pela televisão. Não é.
Nos meus primeiros anos, lembro de “curtir”o carnaval no interior do Rio de Janeiro, onde meus avós paternos moram. Minha mãe, toda zelosa que é, colocava em mim uma fantasia diferente em cada dia de “folia”, e me enfeitava toda, pra quê? Admirem-se! Para enfeitar a sala de estar! Porque dali, meu amor, eu praticamente nem saía. Era um tédio, assumo.
Só concordo que foi uma experiência proveitosa no sentido de conhecer o carnaval do ponto de vista da Sapucaí, tipo ativista de sofá. Aqueles carros alegóricos esplendorosos, luxuosíssimos; toda a purpurina do mundo presente num mesmo evento, plumas e paetês para esbanjar, e musas com corpos que toda brasileira merecia ter, mas nem sempre tem (inclusive eu). Eu assistia pela televisão, e também já assisti pessoalmente.
Posso dizer que carnaval não se resume em assistir, mas em participar e sentir. Não adianta o carnaval estar passando, e você não passar por ele. Aí se tornaria época comum, cheia de afazeres inadiáveis e preocupações estarrecedoras. É depois do carnaval que o ano realmente começa. Então use esses dias para recarregar as forças e energia boa que o resto do ano tende a sugar.
É época de acordar e ir levando o dia sem ter hora para dormir de novo. É nem dormir, mas cochilar só enquanto o celular está carregando. É não perder tempo escovando o cabelo, porque você vai pingar de suor embaixo do sol. É esquecer de almoçar e descobrir que só tomar um milk-shake na rua não te tira a fome. É aprender os seus limites como um todo: de álcool, de andar a pé, de segurar o xixi, de fazer amizade na fila do banheiro químico, de sentar na areia porque não consegue mais ficar em pé, de ser feliz em um metrô lotado voltando pra casa depois de um dia feliz e mega cansativo. É anotar um contato na agenda e depois não saber de quem era. É depois ligar pro número pensando que vai desencalhar, e descobrir que é só o telefone da pizzaria que você queria saber se entregava no meio do bloco. É aprender que colegas distantes podem ser amigos de carnavais e se divertirem muito juntos. É ter limites de conduta, mas não ter limites para ser feliz. Sim, isso é plenamente possível! Lembrando que tudo, absolutamente TUDO, consegue ser romântico dependendo do ponto de vista.

Alguns empresários não prosperam porque não sabem partilhar sua visão com a equipe. Tentam crescer sozinhos, explorando e desconfiando de quem trabalha ao seu lado. Esquecem que por trás de cada tarefa cumprida, existe um ser humano — com sonhos, medos e forças — e não apenas uma peça substituível. Quando se vê o outro apenas como recurso, perde-se o verdadeiro poder da colaboração

Em nossos caminhos existem obstáculos porque não existe conquista sem sofrimento e nem glória sem sacrifício...

Estamos vivendo um fenômeno psicológico e social gravíssimo, e eu digo gravíssimo, porque destrói o caráter do indivíduo sem que ele sequer perceba!


Primeiro vem a dessensibilização. A pessoa se acostuma ao estímulo, repete, repete, repete… e pronto: já não sente nada. Não percebe quando fere, quando humilha, quando atravessa limites morais! A mente se torna cauterizada, como uma ferida que queimaram para não sangrar mais — e com isso perde a sensibilidade, perde a noção do outro!


Depois, meus amigos, aparece o monstro da dissonância cognitiva. A pessoa age errado, sabe que é errado, mas para não enfrentar o espelho, justifica!
Todo mundo faz isso!
É normal!
Não tem nada demais!


E assim vai surgindo a racionalização, uma fábrica interna de desculpas. A mentira repetida vira verdade. A contradição vira coerência. E o comportamento errado passa a ser aceito, reforçado, defendido!


E não para por aí! Hoje encontramos aos montes pessoas tomadas por falta de empatia, por desumanização. O sujeito vive tão centrado em si mesmo — um egocentrismo hipertrofiado, uma verdadeira metástase do “eu!” que o outro deixa de existir, deixa de ter importância, deixa de ser relevante!


E aí entramos no processo de moldagem do comportamento:
Se ganha algo - dinheiro, poder, atenção repete!
Se não há punição moral - culpa, vergonha, consequência - repete!
E o comportamento se torna automático, cristalizado, permanente!


E enquanto alguns chamam isso de “mau caráter”, eu digo com todas as letras: tem nome! Tem diagnóstico!


Chama-se TRANSTORNO DE PERSONALIDADE ANTISSOCIAL, meus caros!
Eu disse e reafirmo: TRANSTORNO DE PERSONALIDADE ANTISSOCIAL!


E isso não é brincadeira, não é ironia, não é exagero.
É ciência. É psicologia.
É a realidade nua, crua e preocupante da sociedade contemporânea.


E deixo aqui meu alerta!