Porque
Limite-se a controlar quando e como irá urinar ou defecar porque a maioria esmagadora das coisas na vida NÃO possue controle.
A ideia de controle é uma ilusão, uma infantilidade, um esforço sem fim.
Desistimos de continuar caminhando porque começamos a jornada pelos motivos errados, os externos, os superficiais e imediatistas.
Deixe-me beber do seu amor
Porquê que seus beijos me anestesiou
E o seu toque me deixou embriagada
quando você ouvir o canto dos pássaros saiba que foi eu que sincronizei eles para catarem para você.
Até às árvores produzem o oxigênio pra você
Ao meu comando o meu mundo gira em torno de você
minhas quatros estações
Quem é a primavera? Comparada ao seus olho dilatados quando digo que te amo
Seus beijos são como o verão
Quentes e marcantes
E o inverno está em sua voz que me causa arrepios e me faz tremer
Cuidar de você é como os folhas do outono em perfeito estado
Deixe-me mergulha na sua imensidão
Deixe-me aprofundar no seu oceano
Deixe-me ser seu porto seguro
Desaguar em seu corpo
Fazer de meu abrigo
e no céu da sua boca
recitar meus sorrisos
Ser motivos dos seus desejos
Fazer parte do que chamo de ar
Deixe-me ficar
Você pensa que tens amigo, que são seus amigos, e aí eles te provam que você só pensa mesmo porque na realidade não são; são falsos, só ilusão nossa.
Eu nunca vou acabar mal, porque o meu bem é Deus, e o meu Deus vai acabar com todo o mal que vier na minha direção
Que Jesus seja o grande e maior Amor da sua vida!
Mais que tudo porque tudo acaba, mais que todos porque todos partem.
Mas nada pode tirar JESUS de Tí, de Mim. Por toda ETERNIDADE.
📖↪nem altura nem profundidade, nem qualquer outra coisa na criação será capaz de nos separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus, nosso Senhor.
(Romanos 8:39)
Porque nos sentimos tão sozinhos mesmo não estando privados de companhia?
Talvez seja porque algumas pessoas ocupem o mesmo espaço, mas não preenchem o espaço vazio dentro de nós, porque algumas pessoas estão NO nosso lado mas não AO nosso lado. Estar perto não é o mesmo que estar em nossa companhia.
Porque as palavras de algumas pessoas, pessoas que nós amamos e consideramos muito, são palavras que têm um grande impacto sobre nós?
Sejam as más palavras ou a falta de boas palavras. Elas tem o poder de arruinar ou melhor o nosso dia, até nossa vida!
E porque nós damos esse poder a alguém? Perceba, dar a alguém uma importância exacerbada não vai nos fazer bem!
Na verdade a nossa alegria fica a cargo de alheios, tornando nossa felicidade refém.
Porque tanta violência e covardia; Se tudo que você faz com outros farão com você um dia? Não duvide!
Porque ser grosseiro, arrogante e soberbo; Se você não é melhor que ninguém? Não esqueça, o final de todos é virar pó ou cinza e nada do que você É ou tem vai impedir que esse seja o seu final também. Não se esqueça!
E muitos não entendem quando alguém permanece sozinha. Eles questionam o Porquê?
O que é óbvio para uns para outros é difícil entender. Mas a verdadeira questão é porque algumas pessoas abrem mão de seus princípios só para estar com alguém que só ficou porque você mudou e não te deixou porque você deixou de ser quem era e seus princípios quebrou. Qual a vantagem se você tiver que levar um julgo desigual. Se esvaziar de tudo que é enquanto o outro faz tudo que quer. Pior que estar sem alguém é ter uma companhia ao preço de se anular e se tornar ninguém.
É melhor serem dois do que um; porque se um cair quem o levantará? E um cordão de três dobras e mais difícil de quebrar.
Que você tenha amigos que possam rir e chorar com você; Que possam torcer e comemorar as suas vitórias. E que com suas derrotas eles venham a se entristecer junto com você. Sendo assim você terá amigos que são bem mais que isso; Eles serão parte de você. E tenha certeza esses amigos estarão ao seu lado sempre, aconteça o que acontecer.
Existem acontecimentos que não combinam com as palavras. Foram feitos para o silêncio, porque não podem ser tocados na sua inteireza. Qualquer descrição seria uma forma de empobrecimento.
Preencher espaços de luz. Perseverar na fé. Se há pratos sujos é porque tínhamos o que comer. Se há coração partido é porque tínhamos o que amar. Agradecer e aceitar, mas nunca acomodar-se. Entender que o bom da vida é tirar um tempinho para o que realmente é importante. Deixar o tempo e o amor cuidar de cada passo dado. Esquecer problemas pequenos, mesquinhos, e lembrar que quem tira uma hora do dia para chorar o passado, perde sessenta minutos para viver bem o presente.
Meus amigos sabem que são meus amigos, porque se eu não os digo a cada momento, eu demonstro, mesmo que sutilmente.
Que não percamos a fé nas pessoas, nos sentimentos, nas atitudes. Porque carecemos constantemente de brilhos nos olhos, produzidos pela esperança. Que possamos espalhar luz pelos caminhos, e que sejamos mestres em ensinar e aprender a renovar. E que o destino se encarregue de trazer ao nosso encontro nosso próprio interior, para que possamos distinguir os bons. Tem muita gente bacana no mundo... gente tesouro, eu diria, porque é cavando que a gente encontra.
O amor pode parecer cruel às vezes porque envolve vulnerabilidade, expectativas, e emoções profundas que nem sempre são correspondidas da forma que esperamos. Isso não significa que o amor seja, em essência, cruel, mas sim que é uma experiência humana complexa, cheia de altos e baixos.
Ele pode ensinar, curar e transformar, mas também pode desafiar e doer. Às vezes, a dor no amor vem de desencontros, de expectativas não alinhadas ou mesmo do medo de perder algo ou alguém importante.
Por outro lado, é válido lembrar que o amor, em si, é neutro — ele não tem a intenção de ser cruel ou bondoso. É a forma como nos relacionamos com ele, e o que fazemos com essas emoções, que molda nossa percepção. Não é besteira sentir-se assim, mas também pode ser uma oportunidade de crescer, aprender e encontrar novos caminhos para amar.
Ah, o sorriso depois dos 50... É tranquilo, leve e seguro. Não é porque tudo vai bem, mas sim, porque se aprende a caminhar na direção do que deseja, sem cobranças, sem pressa, sem pressão...a gente só vai...
