Por Voce eu Pegaria mil vezes

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Consciência é Papel


Escrevo porque, às vezes, falar não basta.
Porque minha voz se perde no ar, mas as palavras escritas… elas permanecem.
Cada linha é um pedaço meu, uma confissão silenciosa que não precisa de plateia.


Aqui, não existe medo de julgamento.
Aqui, eu não preciso sorrir para suavizar minha dor nem me explicar para ninguém.
O que deixo escrito é a minha consciência escancarada, crua, nua.
É o reflexo do que penso quando tudo silencia, quando ninguém está olhando.


E não, não é drama.
Não é exagero.
É apenas o retrato de existir com o peso que carrego, tentando não incomodar, tentando caber no mundo sem fazer barulho demais.


Escrevo porque é o que me resta quando falar não funciona.
Porque aqui, neste papel, posso ser inteira.
Posso admitir o cansaço, a confusão, o vazio.
Posso dizer que às vezes a vida dói mais do que deveria, e que seguir em frente parece uma vitória silenciosa que ninguém vê.


Se você lê, talvez se reconheça.
Talvez sinta que essas palavras também são suas.
E, nesse instante, é como se eu não estivesse tão sozinha dentro delas.


No fim, é isso:
O que deixo escrito não é só texto.
Sou eu, inteira, existindo em palavras.
Mesmo quando o mundo prefere que eu me cale.

Orações Escritas
Nos Silêncios que Me Habitam


Ah, Senhor...
Quantas vezes me encontro em silêncio, não porque não saiba o que dizer, mas porque não encontro palavras que expressem tudo o que sinto.
Carrego perguntas que ecoam dentro de mim e, ainda assim, permaneço aqui, diante de Ti, como filha que confia, mesmo quando não entende.


Tenho buscado compreender, sempre tentando me colocar no lugar dos outros, justificando dores que não são minhas e razões que nunca me foram ditas.
Mas, e eu, Senhor? Quem se coloca no meu lugar? Quem vê o peso que carrego calada?
Às vezes, me sinto pequena demais, tentando equilibrar o que sinto e o que esperam de mim, como se o mundo exigisse força de quem só deseja colo.


Eu Te peço: fica comigo nas minhas inquietações.
Ensina-me a aceitar aquilo que não posso mudar e a descansar em Ti quando minhas forças se esgotarem.
Toma, Senhor, meus medos, minhas dúvidas e até meus silêncios — porque sei que mesmo neles, Tu me escutas.


Que sejas o Senhor a me justificar.
Que me enxergues como sou e tudo que há em mim.
Essa é a minha prece.

As vezes nóis fazemos papel de palhaço,mas na verdade estamos sofrendo por dentro

Às vezes soluciono os problemas deixando que eles me devorem.

Às
vezes
não é depressão.
É só uma arte de dar às
coisas a importância que elas não tem,

Às vezes é no amor proibido que a gente consegue se permitir

Quem canta reza duas vezes.

Nem todos os anjos chegam em nossa vida com a missão de ficar, às vezes, chegam apenas com a função de curar, de acordar o riso que dorme sob a letargia dos nossos dias sem cor.

O ponto final da história nem sempre é o fim, às vezes e um novo capítulo.

Às vezes me pergunto se o mundo está sendo governado por pessoas inteligentes que estão nos enganando ou por imbecis que realmente acreditam que estão fazendo certo.

Não sou de ferro… Não todo momento, às vezes é preciso ser forte como aço, mas à todo momento cansa. Sou como todos, desabo, caio, quebro, amasso, me recomponho. As palavras tem um poder imenso, a briga às vezes é até menos dolorida, porque a dor é temporária, as palavras ficam vagando na mente. Finjo que não tem nada, que nada aconteceu, aprendi a disfarçar muito bem com um torto sorriso. Tô cansado de ouvir que o tempo cura, se curasse o venderiam na farmácia, ele às vezes só piora, aumenta. Quantas vezes olhei pra cima pra que as lágrimas não caíssem e rezei pra que o dia acabasse logo. Ás vezes preciso de uma gota de alegria verdadeira, porque pirata já basta a minha. Não sou de aço, apenas finjo ser, porque quando se é frágil às pessoas vem com paus e pedras na mão querendo me destruir. Só acho que ninguém precisa ter o prazer de me ver sofrendo então é melhor disfarçar com uma falsa felicidade. Mas não sou de ferro, sou apenas uma pessoa normal. Uma pessoa que sente.

As vezes... só é preciso ter fé.

Bom dia!
Às vezes parece que não temos mais forças para continuar, mas Deus, com seu amor, fortalece nossa alma, assim seguimos em frente para vencer mais um dia!

Certas coisas não perdem o fio, certos erros não podem ser cometidos duas vezes.

Às vezes um mergulho na alma é extremamente importante, pois só a partir disso conseguimos fazer àquela faxina necessária ao espírito, que nos ajuda a separar o bom e o ruim dos sentimentos. E com o tempo a gente enxerga do lado de dentro, tudo àquilo que a gente supõe existir somente do lado de fora. Que o que nosso caminho é nosso e nada nem ninguém consegue nos manter longe dele por muito tempo.

Na maioria das vezes a vida perde a graça e a morte faz sentido.

Descobri que, às vezes, momentos marcam nosso corpo. Eles estão ali, alojados sobre a pele como sementes pintadas de surpresa, tristeza ou medo. E se você virar para um lado ou cair, uma delas pode se soltar, pode se dissolver no sangue ou fizer surgir uma árvore inteira. Às vezes, quando uma se solta, todas começam a se soltar.

Nosso coração é burro e infelizmente na maioria das vezes, ele é mais forte que o cérebro, mas sempre podemos encontrar alguem que nos ensine e equilibrar essas forças e revertê-las. São pessoas assim que merecem nosso valor, afinal a única felicidade que temos na vida é amar e sermos amados, portanto deixe sempre a porta do seu coração aberta, mesmo que a lembrança da desilusão amada venha como uma brisa a provocar um desconforto em nosso interior. As vezes Deus coloca pessoas erradas em nossas vidas, para que quando encontrar-mos a pessoa certa saibamos valorizá-la.

Os cisnes

A vida, manso lago azul algumas
Vezes, algumas vezes mar fremente,
Tem sido para nós constantemente
Um lago azul sem ondas, sem espumas,

Sobre ele, quando, desfazendo as brumas
Matinais, rompe um sol vermelho e quente,
Nós dois vagamos indolentemente,
Como dois cisnes de alvacentas plumas.

Um dia um cisne morrerá, por certo:
Quando chegar esse momento incerto,
No lago, onde talvez a água se tisne,

Que o cisne vivo, cheio de saudade,
Nunca mais cante, nem sozinho nade,
Nem nade nunca ao lado de outro cisne!

COQUEIRAL

A saudade é um batimento que rebenta assim
vinte e oito vezes desde meu ombro tatuado
de desastre até à rosa pendurada em sua boca

E o amor, neste caso específico, é um mergulho
destemido que deriva quase sempre de uma nota
climática apenas para convergir no osso frontal
do crânio do rei da ilusão – terno é o seu rosto

Senhor, os ossinhos do mundo são de mel e ouro.